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Sinopse
Nomeada primeiramente como "Jerusalém", Traitors é uma série sobre um funcionário público britânico concorda em espionar seu próprio governo para os americanos, após a Segunda Guerra Mundial.
Eu esperava mais. Estava na dúvida se assitia esse ou "Espiões". Achei muito lento o desenrolar do enredo. O primeiro e o último episódio, resolvem toda a trama. Faltam cenas tensas de espionagem. As interpretações são muito boas. O pano de fundo, com a criação do Estado de Israel é bem interessante.
Lento, mas não foi enfadonho. Tem o ritmo necessário para tratar de política pós-guerra, economia, espionagem, guerra fria etc. Mistura História com personagens ficcionais. Uso de ângulo holandês em algumas cenas podem provocar tonturas... rs Destaque para Emma Appleton e Michael Stuhlbarg de "Call Me By Your Name".
Nem todas as séries precisam ser eletrizantes para serem envolventes. Algumas tardam a fazê-lo, por precisarem de mais tempo para estabelecer premissa, personagens e, quando menos esperamos, lá estamos nós fisgados, sem sequer perceber. Sua interessantíssima trama começa após o final da segunda guerra mundial, quando as superpotências estão cozinhando o que seria apelidada de guerra fria. Sabemos como esta se desenrolou, com as tensões entre EUA e União Soviética crescendo até a dicotomia imperialistas versus comunistas (empregada hoje, décadas depois do término das animosidade, apenas para mostrar como a política alienadora se alimenta de quem ignora história), mas desconhecia o papel da Inglaterra no centro disto tudo e sua importância para o nascimento do estado de Israel.
Só pela História (com H maiúsculo da disciplina) valeria os 6 episódios com 45 minutos cada. Tem ainda uma atuação caprichada e engajada de Emma Appleton, na narrativa que também debate o assédio sexual contra as mulheres no ambiente de trabalho e no poder, todo dominado por homens, cuja maioria está obcecada pelo armamentismo, que ignora que a solução dos problemas costuma ser baseada na diplomacia. Ah, ao menos se houvessem estudado história.
Muito boa essa série, a atriz principal a cara da Marion Cotillard, levei um tempo pra perceber que não era ela. , geralmente não gosto de séries de tema político mas essa é boa, não é monótona como a maioria, tem uma atmosfera de suspense.
Razoável...na minha humilde opinião achei um pouco confusa...gosto de séries assim, mas essa não me cativou muito. Terminei de ver dia 13/04/23.
Eu esperava mais. Estava na dúvida se assitia esse ou "Espiões".
Achei muito lento o desenrolar do enredo. O primeiro e o último episódio, resolvem toda a trama. Faltam cenas tensas de espionagem.
As interpretações são muito boas. O pano de fundo, com a criação do Estado de Israel é bem interessante.
Basicamente, tudo acontece pela obstinação anacrônica do agente americano e do agente soviético. Claro que com o voluntarismo das duas espiãs.
Lento, mas não foi enfadonho. Tem o ritmo necessário para tratar de política
pós-guerra, economia, espionagem, guerra fria etc. Mistura História com personagens ficcionais. Uso de ângulo holandês em algumas cenas podem provocar tonturas... rs Destaque para Emma Appleton e Michael Stuhlbarg de "Call Me By Your Name".
Nem todas as séries precisam ser eletrizantes para serem envolventes. Algumas tardam a fazê-lo, por precisarem de mais tempo para estabelecer premissa, personagens e, quando menos esperamos, lá estamos nós fisgados, sem sequer perceber. Sua interessantíssima trama começa após o final da segunda guerra mundial, quando as superpotências estão cozinhando o que seria apelidada de guerra fria. Sabemos como esta se desenrolou, com as tensões entre EUA e União Soviética crescendo até a dicotomia imperialistas versus comunistas (empregada hoje, décadas depois do término das animosidade, apenas para mostrar como a política alienadora se alimenta de quem ignora história), mas desconhecia o papel da Inglaterra no centro disto tudo e sua importância para o nascimento do estado de Israel.
Só pela História (com H maiúsculo da disciplina) valeria os 6 episódios com 45 minutos cada. Tem ainda uma atuação caprichada e engajada de Emma Appleton, na narrativa que também debate o assédio sexual contra as mulheres no ambiente de trabalho e no poder, todo dominado por homens, cuja maioria está obcecada pelo armamentismo, que ignora que a solução dos problemas costuma ser baseada na diplomacia. Ah, ao menos se houvessem estudado história.
Muito boa essa série, a atriz principal a cara da Marion Cotillard, levei um tempo pra perceber que não era ela. , geralmente não gosto de séries de tema político mas essa é boa, não é monótona como a maioria, tem uma atmosfera de suspense.