Na Estrada é baseado no livro homônimo de Jack Kerouac, On the Road, que ainda não li. Mas, depois que vi o filme, fiquei com muita vontade de ler e ele está, com certeza, em minha lista de futuras leituras.
O filme tem fotografias lindas e os planos amplos, são um deslumbre para a sensibilidade. Como muitos, fiquei surpresa com a atuação de Kristen Stewart, que continuou com cara de Crepúsculo. Porém, no papel da “soltinha” Marylou, essa total falta de expressão, caiu bem. É um filme de jovens que procuram viver apenas o momento presente e apenas isso. E a obra consegue retratar bem isso, essa falta de comprometimento com tudo e com todos e uma única preocupação: sentir. E para isso, eles lançaram mão da utilização de vários tipos de drogas e mesmo, das idas e vindas sem rumo pelo país. Eles eram malucos sem compromisso com nada em uma época em que esse comportamento era permitido para a chamada geração perdida pós-guerra ou Beat.
Achei o filme um tanto longo e a história se perde um pouco. Porém, ele não deixa de ser bom por isso. Quem leu On the Road afirma que a história é muito mais densa do que a mostrada no filme, o que pode prejudicar a experiência no cinema. Geralmente, as pessoas esperam ver exatamente o mesmo que está no livro, sem lembrar a dinâmica do cinema é outra. Fui com o olhar do novo, de quem não conhecia a história e que por isso, pode se deleitar sem a preocupação (e parâmetros) de ficar comparando com a obra literária.
Na Estrada
3.3 1,9KNa Estrada é baseado no livro homônimo de Jack Kerouac, On the Road, que ainda não li. Mas, depois que vi o filme, fiquei com muita vontade de ler e ele está, com certeza, em minha lista de futuras leituras.
O filme tem fotografias lindas e os planos amplos, são um deslumbre para a sensibilidade. Como muitos, fiquei surpresa com a atuação de Kristen Stewart, que continuou com cara de Crepúsculo. Porém, no papel da “soltinha” Marylou, essa total falta de expressão, caiu bem.
É um filme de jovens que procuram viver apenas o momento presente e apenas isso. E a obra consegue retratar bem isso, essa falta de comprometimento com tudo e com todos e uma única preocupação: sentir. E para isso, eles lançaram mão da utilização de vários tipos de drogas e mesmo, das idas e vindas sem rumo pelo país. Eles eram malucos sem compromisso com nada em uma época em que esse comportamento era permitido para a chamada geração perdida pós-guerra ou Beat.
Achei o filme um tanto longo e a história se perde um pouco. Porém, ele não deixa de ser bom por isso. Quem leu On the Road afirma que a história é muito mais densa do que a mostrada no filme, o que pode prejudicar a experiência no cinema. Geralmente, as pessoas esperam ver exatamente o mesmo que está no livro, sem lembrar a dinâmica do cinema é outra. Fui com o olhar do novo, de quem não conhecia a história e que por isso, pode se deleitar sem a preocupação (e parâmetros) de ficar comparando com a obra literária.
Mamma Mia! O Filme
3.6 1,8K Assista AgoraVale pela trilha sonora!