Eu diria aqui que, o clichê no filme nem fica por conta do casal de pobre que fica rico do dia para noite e sai por ai se deslumbrando, ou até mesmo a mulher rica que vive de plásticas, mas sim a presença do drama ou de alguma lição de moral incluída junto da comédia. Por quê? Por que muitas das comédias brasileiras (não só as brasileiras) são assim? (vide os últimos sucessos de público "Minha mãe é uma peça", "De pernas pro Ar 1 e 2" e "Cilada.com"). Pois bem, mesmo com todo esse clichê de fazer "rir" e "chorar" da maioria dos filmes de COMÉDIA, isso não se torna um problema quando o filme é bom de verdade (Minha mãe é uma peça é prova disso). Pra quem curte o Jim Carey brasileiro, vulgo Leandro Hassun (Sim, é um elogio), o filme é bom, pois ele mostra aquilo que já o vimos fazer. Quando vejo Leandro Hassun no cinema, a impressão que tenho é que funciona melhor na TV.
Já Daniele Winits até me fez rir na cena em que está no Salão (acho) e reencotra a amiga com o solicone defeituoso, mas só
. Kiko Mascarenhas aqui, se sai melhor que Hassun e Rita Elmor (seu par no filme) ficou responsável pela "cota drama" do filme. O filme até causa algumas risadas, mas elas estão longe de se tornarem uma gargalhada!
Na época de seu lançamento (1999), o livro alcançou um enorme exito, e não por menos, ele tratava de assuntos como homossexualidade e drogas de forma bastante natural. Quando a noticia de que a obra mais tarde se tornaria um filme de mesmo nome tomou proporção, muitas pessoas se interessaram para lê-lo. A maioria das pessoas adoraram, mas críticaram o enredo por acha-lo velho para os dias atuais. Mas tomando como conheçimento o ano de seu lançamento não há o que discutir. A preucupação da obra literária se tornar um filme se tornou grande devido ao fato citado acima: o enredo era considerado velho para a atualidade. Filme lançado, filme visto e para nossa alegria, a preucupação acima não se concretizou. O filme é simples e o tratamento natural e intimista que o enredo recebe fazem com que haja mais proximidade com o telespectador. A trilha sonora é outra divindade. O roteiro ficou por conta do próprio autor do livro, o que tornou o roteiro mais fiel ao mesmo. O elenco foi a cereja do bolo. O protagonista Charlie é interpretado pelo ótimo Logan Lerman, que conseguiu passar as nuançes de um personagem tão complexo como Charlie com perfeição. Já Emma Watson interpreta Sam, uma garota em buscar de seu próprio eu. A atriz deixa sua eterna Hermione (Harry Potter) pra trás e mostra o talento e a evolução como atriz, se firmando como uma das mais talentosas atrizes da nova geração. Depois do atormentado Kevin em "Precisamos falar sobre Kevin" Erza Miller trás todo sua simpatia e talento para tela, e cria um personagem que poderia facilmente ser nosso amigo. A sintonia do trio é uma das melhores já vistas desde o trio principal de Harry Potter. Se já assitiu, assistar de novo, se ainda não assistiu, va logo assisitr.
O filme se torna cansativo devido a sua duração, mas isso não tira seu mérito. Já aclamado por "O Discurso do Rei", Tom Hooper mostra toda sua ousadia nesta produção, resgatando o verdadeiro musical ao vivo (sem base pré- gravada) extinto do cinema há anos. Do figurino aos cenários, a produção se supera em todos os sentido, assim como as atuações. Hugh Jackman estava bem acima da média, e mostrou que Wonverine não se resume a sua carreira, e fez valer os prêmios e indicações que recebeu, mas o filme alcançou toda sua plenitude com a atuação de Anne Hathaway que vindo de uma excelente atuação em "Batman: O Cavalheiro das Trevas Ressurge" mostrou em pouco mais de 20 minutos o que uma atriz talentosa e em constante evolução poderia nos mostrar. Com esse papel Hathaway se firmou de vez como um dos rostos mais talentosos de Hollywood e mereçeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante que recebeu. Helena Bonham Carter e Sasha Baron Cohen tabém provaram o talento que todos nós já sabiámos que eles possuiam. Amanda Seyfried e Eddie Redmayn estavam corretos.
Se o filme fosse só sobre a conturbada e lucrativa indústria farmacêutica seria um ótimo filme, e se fosse uma comédia romântica sobre um casal com suas devidas particularidades também seria um ótimo filme. O filme peca pela mistura de temas que não são totalmente explorados, mas é um dos filmes que trata a nudez com mais naturalidade. As atuações do casal principal também são outro prato cheio...Sendo assim, vale a pena assistir.
Até Que a Sorte Nos Separe
2.8 1,2KEu diria aqui que, o clichê no filme nem fica por conta do casal de pobre que fica rico do dia para noite e sai por ai se deslumbrando, ou até mesmo a mulher rica que vive de plásticas, mas sim a presença do drama ou de alguma lição de moral incluída junto da comédia. Por quê? Por que muitas das comédias brasileiras (não só as brasileiras) são assim? (vide os últimos sucessos de público "Minha mãe é uma peça", "De pernas pro Ar 1 e 2" e "Cilada.com").
Pois bem, mesmo com todo esse clichê de fazer "rir" e "chorar" da maioria dos filmes de COMÉDIA, isso não se torna um problema quando o filme é bom de verdade (Minha mãe é uma peça é prova disso).
Pra quem curte o Jim Carey brasileiro, vulgo Leandro Hassun (Sim, é um elogio), o filme é bom, pois ele mostra aquilo que já o vimos fazer. Quando vejo Leandro Hassun no cinema, a impressão que tenho é que funciona melhor na TV.
Já Daniele Winits até me fez rir na cena em que está no Salão (acho) e reencotra a amiga com o solicone defeituoso, mas só
O filme até causa algumas risadas, mas elas estão longe de se tornarem uma gargalhada!
As Vantagens de Ser Invisível
4.2 6,9K Assista AgoraNa época de seu lançamento (1999), o livro alcançou um enorme exito, e não por menos, ele tratava de assuntos como homossexualidade e drogas de forma bastante natural. Quando a noticia de que a obra mais tarde se tornaria um filme de mesmo nome tomou proporção, muitas pessoas se interessaram para lê-lo. A maioria das pessoas adoraram, mas críticaram o enredo por acha-lo velho para os dias atuais. Mas tomando como conheçimento o ano de seu lançamento não há o que discutir. A preucupação da obra literária se tornar um filme se tornou grande devido ao fato citado acima: o enredo era considerado velho para a atualidade.
Filme lançado, filme visto e para nossa alegria, a preucupação acima não se concretizou. O filme é simples e o tratamento natural e intimista que o enredo recebe fazem com que haja mais proximidade com o telespectador. A trilha sonora é outra divindade. O roteiro ficou por conta do próprio autor do livro, o que tornou o roteiro mais fiel ao mesmo. O elenco foi a cereja do bolo. O protagonista Charlie é interpretado pelo ótimo Logan Lerman, que conseguiu passar as nuançes de um personagem tão complexo como Charlie com perfeição. Já Emma Watson interpreta Sam, uma garota em buscar de seu próprio eu. A atriz deixa sua eterna Hermione (Harry Potter) pra trás e mostra o talento e a evolução como atriz, se firmando como uma das mais talentosas atrizes da nova geração. Depois do atormentado Kevin em "Precisamos falar sobre Kevin" Erza Miller trás todo sua simpatia e talento para tela, e cria um personagem que poderia facilmente ser nosso amigo. A sintonia do trio é uma das melhores já vistas desde o trio principal de Harry Potter.
Se já assitiu, assistar de novo, se ainda não assistiu, va logo assisitr.
Os Miseráveis
4.1 4,1KO filme se torna cansativo devido a sua duração, mas isso não tira seu mérito. Já aclamado por "O Discurso do Rei", Tom Hooper mostra toda sua ousadia nesta produção, resgatando o verdadeiro musical ao vivo (sem base pré- gravada) extinto do cinema há anos. Do figurino aos cenários, a produção se supera em todos os sentido, assim como as atuações. Hugh Jackman estava bem acima da média, e mostrou que Wonverine não se resume a sua carreira, e fez valer os prêmios e indicações que recebeu, mas o filme alcançou toda sua plenitude com a atuação de Anne Hathaway que vindo de uma excelente atuação em "Batman: O Cavalheiro das Trevas Ressurge" mostrou em pouco mais de 20 minutos o que uma atriz talentosa e em constante evolução poderia nos mostrar. Com esse papel Hathaway se firmou de vez como um dos rostos mais talentosos de Hollywood e mereçeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante que recebeu. Helena Bonham Carter e Sasha Baron Cohen tabém provaram o talento que todos nós já sabiámos que eles possuiam. Amanda Seyfried e Eddie Redmayn estavam corretos.
Amor e Outras Drogas
3.6 2,5KSe o filme fosse só sobre a conturbada e lucrativa indústria farmacêutica seria um ótimo filme, e se fosse uma comédia romântica sobre um casal com suas devidas particularidades também seria um ótimo filme. O filme peca pela mistura de temas que não são totalmente explorados, mas é um dos filmes que trata a nudez com mais naturalidade. As atuações do casal principal também são outro prato cheio...Sendo assim, vale a pena assistir.
Todo Poderoso
3.5 1,5K Assista AgoraO filme em si é bom. O Jim Carey é o Leandro Hassum dos EUA ou vice-versa.