Muito boa série! Prende a atenção logo no começo do primeiro episódio. E a maneira como o enredo se desenrola é bem dinâmica. A “fórmula” lembra um pouco a série Revenge (1a temporada), pelo qual cada episódio tem ganchos de suspense com informações novas que se conectam com a trama principal (o desaparecimento do menino). Enfim, vale muito a pena! Tomara que não façam uma segunda temporada; não consigo imaginar como a série possa evoluir melhor, considerando que já há um desfecho muito satisfatório no fim desta temporada.
Ótima série. Bem intrigante e interessante desde o primeiro episódio. Alguns são um pouco mais lentos, mas entendo que essa é a intenção. Vale muito a pena! Só o fato de que as teorias levantadas têm embasamento científico e de que isso poderia acontecer, já é uma sacada bem genial.
Continua muito boa e fiel ao espírito das temporadas anteriores. Os personagens estão mais consolidados, e a gente já sabe o que esperar de cada um. Acho que o diferencial desta temporada é que deixamos de sentir raiva da protagonista e passamos a enxergá-la com mais empatia, mérito total dos roteiristas. Tem cenas realmente engraçadas, mas também aborda bastante a questão da saúde mental
Um dos episódios mais memoráveis é aquele em que todos pensam que o Professor Girafales está apaixonado pelo Seu Madruga. É impressionante notar que, nos anos 70, em plena televisão mexicana, uma cena como essa já podia ser lida como uma representação inesperada e divertida de diversidade, ainda que feita de forma ingênua e leve. Outro momento que sempre me faz rir é quando a Chiquinha está com febre e o Seu Madruga comenta que ela “está na cama com 39”. O Chaves, sem entender, solta a pérola: “E cabem todos?”. É um humor que brinca com o duplo sentido, ingênuo e ao mesmo tempo surpreendentemente adulto. “Chaves” é isso: simplicidade, espontaneidade e camadas de humor que atravessam gerações.
A série se destaca por seus personagens carismáticos e diversos, com destaque para o protagonista, um refugiado palestino que imigra para os Estados Unidos com a família durante a Guerra do Golfo. A trama aborda de forma sensível questões de imigração, identidade e estereótipos, especialmente através do relacionamento dele com uma imigrante mexicana. Apesar de alguns clichês e representações questionáveis de estrangeiros, a presença de personagens de diferentes nacionalidades enriquece a narrativa. Com episódios curtos e uma combinação equilibrada de drama, comédia e ação, a série consegue ser envolvente, crítica e divertida.
Estou no quinto episódio, então ainda não terminei para fazer uma resenha completa. No entanto, até aqui, posso dizer que a série apresenta elementos de suspense e terror nos primeiros episódios, embora esse não seja o foco principal. Eu a classificaria mais como um drama que explora experiências de quase morte, luto e a própria vida. Além de prender a atenção, a série provoca reflexões profundas sobre a existência e o mistério da morte. O quinto episódio, em particular, é especialmente emocionante.
Conheci Cris Miró através do livro O Parque das Irmãs Magníficas, de Camila Sosa Villada. Na passagem em que é mencionada, a autora relembra o choque e a comoção nacional que tomaram conta dela e de suas irmãs travestis com o anúncio da morte de Cris.
A série deixa evidente o quanto Cris foi uma figura relevante para a Argentina. Ela foi alvo de intensa especulação da imprensa, com repórteres acampados em frente à sua casa, explorando cada detalhe de sua vida. A atriz que a interpreta está excelente no papel, não apenas pela semelhança física, mas também pela entrega na atuação e pela fidelidade à realidade — algo que pude confirmar assistindo a vídeos no YouTube.
Mais do que uma homenagem, a série é essencial para reafirmar o impacto e o legado de Cris Miró na sociedade argentina.
Isso faz com que o espectador sinta raiva de Vicky, a protagonista, e também de Matías. Espero que os roteiristas encontrem um bom caminho para os personagens. Na minha opinião, o melhor desfecho para Vicky seria escolher ficar sozinha, em vez de permanecer presa nesse triângulo amoroso. Outra possibilidade interessante seria um rumo menos previsível do que terminar com Matías
, como explorar um relacionamento lésbico ou se envolver com um terceiro personagem.
Estou quase terminando a segunda temporada e já estou com saudades. Esta é aquele tipo de série que conforta o coração. A segunda temporada é tão boa quanto a primeira ou até melhor. Novos personagens são inseridos de forma sutil, enquanto aprofundamos ainda mais nas vidas dos personagens da primeira temporada. Todo o elenco está incrível e os personagens são bem explorados ao longo da segunda temporada. É realmente uma série prazerosa de assistir e funciona bem em qualquer momento do dia.
Uma série que trata o luto de forma leve, equilibrando momentos de humor e drama com sensibilidade. O tema é abordado com delicadeza, e o elenco demonstra uma grande sintonia.
Destaco a atriz que interpreta Alice, a adolescente da história. Além de muito bonita, ela transmite suas emoções com naturalidade e profundidade. Sua personagem foge do clichê da adolescente rebelde; pelo contrário, é compreensiva, sensível e, mesmo enfrentando grandes desafios, mantém sua humanidade e empatia pelos outros.
Outra personagem que me cativou foi a da Christa Miller, que interpreta a vizinha um tanto invasiva. Inicialmente, ela pode parecer irritante, mas ao longo da temporada se revela carismática e envolvente, conquistando o público aos poucos.
É o tipo de série que realmente engrena a partir do episódio 5. Os episódios 1 e 2 têm um início muito interessante e intrigante, enquanto os episódios 3 e 4, embora mais lentos, são importantes para construir a ponte que leva à trama principal. A partir do episódio 5, a história acelera, e os episódios 7, 8 e 9 são, sem dúvida, os melhores da temporada!
Se você, como eu, costuma perder a paciência com séries que demoram a engatar, não desista. Eu quase larguei após o episódio 2, mas insisti e posso garantir que vale muito a pena. A série, no geral, funciona como uma crítica social poderosa ao nosso modelo de trabalho atual, especialmente para quem vive a rotina de grandes corporações. Definitivamente, uma história que faz refletir e prende sua atenção no final!
Roteiro inteligente e sensível. Passa para a tela como uma pessoa depressiva e ansiosa se sente de forma leve, gostosa de assistir e bem cativante. A construção das personagens e o desfecho faz você querer rever para aproveitar cada minuto. Por diversas vezes tive vontade de pausar e anotar os diálogos cheios de reflexão e sabedoria.
Estou gostando. Assisti os dois primeiros episódios, até agora. Apesar de não conhecer as pessoas, dá pra perceber que foram bem famosas e influentes na Itália, é que se envolveram com máfias, crimes, enfim… Muita história doida.
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Falando a Real (3ª Temporada)
3.9 17 Assista AgoraNão que esteja ruim. Não está. Continua uma série “comfy” porém algumas tramas estão lentas.
Tudo Culpa Dela
4.1 306 Assista AgoraMuito boa série! Prende a atenção logo no começo do primeiro episódio. E a maneira como o enredo se desenrola é bem dinâmica. A “fórmula” lembra um pouco a série Revenge (1a temporada), pelo qual cada episódio tem ganchos de suspense com informações novas que se conectam com a trama principal (o desaparecimento do menino). Enfim, vale muito a pena! Tomara que não façam uma segunda temporada; não consigo imaginar como a série possa evoluir melhor, considerando que já há um desfecho muito satisfatório no fim desta temporada.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 339 Assista AgoraÓtima série. Bem intrigante e interessante desde o primeiro episódio. Alguns são um pouco mais lentos, mas entendo que essa é a intenção. Vale muito a pena! Só o fato de que as teorias levantadas têm embasamento científico e de que isso poderia acontecer, já é uma sacada bem genial.
Invejosa (3° Temporada)
3.9 9 Assista AgoraContinua muito boa e fiel ao espírito das temporadas anteriores. Os personagens estão mais consolidados, e a gente já sabe o que esperar de cada um. Acho que o diferencial desta temporada é que deixamos de sentir raiva da protagonista e passamos a enxergá-la com mais empatia, mérito total dos roteiristas. Tem cenas realmente engraçadas, mas também aborda bastante a questão da saúde mental
Chaves (1ª Temporada)
4.6 790Um dos episódios mais memoráveis é aquele em que todos pensam que o Professor Girafales está apaixonado pelo Seu Madruga. É impressionante notar que, nos anos 70, em plena televisão mexicana, uma cena como essa já podia ser lida como uma representação inesperada e divertida de diversidade, ainda que feita de forma ingênua e leve. Outro momento que sempre me faz rir é quando a Chiquinha está com febre e o Seu Madruga comenta que ela “está na cama com 39”. O Chaves, sem entender, solta a pérola: “E cabem todos?”. É um humor que brinca com o duplo sentido, ingênuo e ao mesmo tempo surpreendentemente adulto. “Chaves” é isso: simplicidade, espontaneidade e camadas de humor que atravessam gerações.
Mo (1ª Temporada)
3.9 7 Assista AgoraA série se destaca por seus personagens carismáticos e diversos, com destaque para o protagonista, um refugiado palestino que imigra para os Estados Unidos com a família durante a Guerra do Golfo. A trama aborda de forma sensível questões de imigração, identidade e estereótipos, especialmente através do relacionamento dele com uma imigrante mexicana. Apesar de alguns clichês e representações questionáveis de estrangeiros, a presença de personagens de diferentes nacionalidades enriquece a narrativa. Com episódios curtos e uma combinação equilibrada de drama, comédia e ação, a série consegue ser envolvente, crítica e divertida.
Light Shop: Entre a Vida e a Morte
4.2 22 Assista AgoraEstou no quinto episódio, então ainda não terminei para fazer uma resenha completa. No entanto, até aqui, posso dizer que a série apresenta elementos de suspense e terror nos primeiros episódios, embora esse não seja o foco principal. Eu a classificaria mais como um drama que explora experiências de quase morte, luto e a própria vida. Além de prender a atenção, a série provoca reflexões profundas sobre a existência e o mistério da morte. O quinto episódio, em particular, é especialmente emocionante.
Cris Miró (Ela)
4.4 3Conheci Cris Miró através do livro O Parque das Irmãs Magníficas, de Camila Sosa Villada. Na passagem em que é mencionada, a autora relembra o choque e a comoção nacional que tomaram conta dela e de suas irmãs travestis com o anúncio da morte de Cris.
A série deixa evidente o quanto Cris foi uma figura relevante para a Argentina. Ela foi alvo de intensa especulação da imprensa, com repórteres acampados em frente à sua casa, explorando cada detalhe de sua vida. A atriz que a interpreta está excelente no papel, não apenas pela semelhança física, mas também pela entrega na atuação e pela fidelidade à realidade — algo que pude confirmar assistindo a vídeos no YouTube.
Mais do que uma homenagem, a série é essencial para reafirmar o impacto e o legado de Cris Miró na sociedade argentina.
Invejosa (2ª Temporada)
3.6 15 Assista AgoraA série é leve e divertida, mas não estou gostando da forma como estão tratando a personagem Mei.
Isso faz com que o espectador sinta raiva de Vicky, a protagonista, e também de Matías. Espero que os roteiristas encontrem um bom caminho para os personagens. Na minha opinião, o melhor desfecho para Vicky seria escolher ficar sozinha, em vez de permanecer presa nesse triângulo amoroso. Outra possibilidade interessante seria um rumo menos previsível do que terminar com Matías
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Falando a Real (2ª Temporada)
4.3 33 Assista AgoraEstou quase terminando a segunda temporada e já estou com saudades. Esta é aquele tipo de série que conforta o coração. A segunda temporada é tão boa quanto a primeira ou até melhor. Novos personagens são inseridos de forma sutil, enquanto aprofundamos ainda mais nas vidas dos personagens da primeira temporada. Todo o elenco está incrível e os personagens são bem explorados ao longo da segunda temporada. É realmente uma série prazerosa de assistir e funciona bem em qualquer momento do dia.
Falando a Real (1ª Temporada)
4.1 56 Assista AgoraUma série que trata o luto de forma leve, equilibrando momentos de humor e drama com sensibilidade. O tema é abordado com delicadeza, e o elenco demonstra uma grande sintonia.
Destaco a atriz que interpreta Alice, a adolescente da história. Além de muito bonita, ela transmite suas emoções com naturalidade e profundidade. Sua personagem foge do clichê da adolescente rebelde; pelo contrário, é compreensiva, sensível e, mesmo enfrentando grandes desafios, mantém sua humanidade e empatia pelos outros.
Outra personagem que me cativou foi a da Christa Miller, que interpreta a vizinha um tanto invasiva. Inicialmente, ela pode parecer irritante, mas ao longo da temporada se revela carismática e envolvente, conquistando o público aos poucos.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraÉ o tipo de série que realmente engrena a partir do episódio 5. Os episódios 1 e 2 têm um início muito interessante e intrigante, enquanto os episódios 3 e 4, embora mais lentos, são importantes para construir a ponte que leva à trama principal. A partir do episódio 5, a história acelera, e os episódios 7, 8 e 9 são, sem dúvida, os melhores da temporada!
Se você, como eu, costuma perder a paciência com séries que demoram a engatar, não desista. Eu quase larguei após o episódio 2, mas insisti e posso garantir que vale muito a pena. A série, no geral, funciona como uma crítica social poderosa ao nosso modelo de trabalho atual, especialmente para quem vive a rotina de grandes corporações. Definitivamente, uma história que faz refletir e prende sua atenção no final!
Entrelinhas Pontilhadas (1ª Temporada)
4.5 63 Assista AgoraRoteiro inteligente e sensível. Passa para a tela como uma pessoa depressiva e ansiosa se sente de forma leve, gostosa de assistir e bem cativante. A construção das personagens e o desfecho faz você querer rever para aproveitar cada minuto. Por diversas vezes tive vontade de pausar e anotar os diálogos cheios de reflexão e sabedoria.
Smiling Friends (1ª Temporada)
4.0 24 Assista AgoraUma delícia de se assistir! Tem uma pegada nonsense e muito doida de Rick & Morty, mas a estória é diferente, o que o torna original!
A Artista da Enganação
3.0 14 Assista AgoraEstou gostando. Assisti os dois primeiros episódios, até agora. Apesar de não conhecer as pessoas, dá pra perceber que foram bem famosas e influentes na Itália, é que se envolveram com máfias, crimes, enfim… Muita história doida.