9.0 - Um emocionante, essencial e mágico documentário, realizado por Anastasia Mikova e Yann Arthus-Bertrand, sobre a Mulher, sobre o lado feminino da Humanidade, relatado e explicado pela própria vivência pessoal das intervenientes e exemplos do respectivo sexo! Com um formato de entrevistas a várias mulheres, de vários países, culturas, credos, posições económicas e experiências pessoais diferentes, vemos e ouvimos, pelas palavras das próprias, tudo aquilo que a condição de Mulher, num Mundo patriarcal e dominado pelo sexo oposto (na maior parte das vezes, e salvo raras excepções), tem de enfrentar: assédio, violência (ou violências, de variado tipo), discriminação, submissão ou liberdade condicionada, ao mesmo tempo que assistimos à(s) sua(s) própria(s): força, coragem, destreza, inteligência, ou seja, às suas principais qualidades e características, aliadas à sua imensa capacidade de amor, ternura e capacidade de luta e de perdão! Uma experiência única e muito aconselhável, o visionamento desta película (N.R. - para todos mesmo, quer sejam homens ou mulheres)!
Se mais de uma vida eu pudesse viver em todas elas eu gostaria de ser mulher. Amo ser mulher, tenho orgulho de ser mulher, mesmo não sendo uma tarefa fácil. Ser mulher é ter medo todos os dias, mesmo vivendo em uma sociedade ocidental onde conseguimos adquirir certos direitos sobre a nossa autonomia, os quais ainda não são, de fato, o que realmente precisamos e merecemos, é o medo de perder até esse pouco que já conquistamos. Mas ser mulher, hoje em dia mais do que nunca, é continuar lutando contra essa sociedade patriarcal que se encontra presente em todo mundo, não se calar mais, enfrentar os medos e mostrar o quanto podemos ser fortes.
"Eu preciso fazer cócegas nos seus sensores empáticos para você perceber o absurdo do que eu estou passando? Eu preciso chorar ou me matar para você perceber a loucura do que se passa na minha cabeça? Eu preciso ser sensível com os seus ouvidos porque você não consegue lidar em ouvir sobre o que eu passei? Pelo o que estamos passando? Pelo o que estamos continuando a passar? Eu preciso falar como realmente é. Não é... não é uma realidade só minha. É a realidade de milhões de mulheres por todo o mundo. E precisamos ser sensíveis sobre como falamos sobre isso. Ah, é vergonhoso. Não fale para ninguém. Estou aqui para falar a todos vocês que eu não vou mais usar esse casaco de vergonha. Não vou mais ficar quieta porque isso é vergonhoso. Porque é perigoso. Não!"
9.0 - Um emocionante, essencial e mágico documentário, realizado por Anastasia Mikova e Yann Arthus-Bertrand, sobre a Mulher, sobre o lado feminino da Humanidade, relatado e explicado pela própria vivência pessoal das intervenientes e exemplos do respectivo sexo! Com um formato de entrevistas a várias mulheres, de vários países, culturas, credos, posições económicas e experiências pessoais diferentes, vemos e ouvimos, pelas palavras das próprias, tudo aquilo que a condição de Mulher, num Mundo patriarcal e dominado pelo sexo oposto (na maior parte das vezes, e salvo raras excepções), tem de enfrentar: assédio, violência (ou violências, de variado tipo), discriminação, submissão ou liberdade condicionada, ao mesmo tempo que assistimos à(s) sua(s) própria(s): força, coragem, destreza, inteligência, ou seja, às suas principais qualidades e características, aliadas à sua imensa capacidade de amor, ternura e capacidade de luta e de perdão! Uma experiência única e muito aconselhável, o visionamento desta película (N.R. - para todos mesmo, quer sejam homens ou mulheres)!
Se mais de uma vida eu pudesse viver em todas elas eu gostaria de ser mulher. Amo ser mulher, tenho orgulho de ser mulher, mesmo não sendo uma tarefa fácil. Ser mulher é ter medo todos os dias, mesmo vivendo em uma sociedade ocidental onde conseguimos adquirir certos direitos sobre a nossa autonomia, os quais ainda não são, de fato, o que realmente precisamos e merecemos, é o medo de perder até esse pouco que já conquistamos. Mas ser mulher, hoje em dia mais do que nunca, é continuar lutando contra essa sociedade patriarcal que se encontra presente em todo mundo, não se calar mais, enfrentar os medos e mostrar o quanto podemos ser fortes.
"Eu preciso fazer cócegas nos seus sensores empáticos para você perceber o absurdo do que eu estou passando? Eu preciso chorar ou me matar para você perceber a loucura do que se passa na minha cabeça? Eu preciso ser sensível com os seus ouvidos porque você não consegue lidar em ouvir sobre o que eu passei? Pelo o que estamos passando? Pelo o que estamos continuando a passar? Eu preciso falar como realmente é. Não é... não é uma realidade só minha. É a realidade de milhões de mulheres por todo o mundo. E precisamos ser sensíveis sobre como falamos sobre isso. Ah, é vergonhoso. Não fale para ninguém. Estou aqui para falar a todos vocês que eu não vou mais usar esse casaco de vergonha. Não vou mais ficar quieta porque isso é vergonhoso. Porque é perigoso. Não!"
More human than Human
Não tenho nem palavras. Facilmente uma das obras favoritas da minha vida inteira. Emoção e força do início ao fim. Todos precisavam assistir.
Maravilhoso! Um filme necessário.