Ai, Deus. Um brinde à essa palhaçada que é a minha vida!
Cinco atores chegam à casa da diretora do filme para vivenciar uma experiência cinematográfica. São filmados ininterruptamente, sem deixar de seguir roteiros e cenas. Ficção e realidade se entrelaçam em meio a histórias de uma geração que viveu à deriva e que agora se defronta com uma ausência que move suas ações.
O enredo é incrível, os personagens (se posso chamar assim) são tão reais, me senti assistindo a um reality show, porém o filme em si é bem tedioso.
Me surpreendi com o poder desse filme. Vi no cinema. Foi muito intenso. Parecia sem sentido e mal feito no começo, mas o clima, as atuações, a trilha sonora, a tensão... Nossa. Muito bom! Grande filme, grande ideia.
Aquela cena do final, deles sentados no sofá, chorando pra câmera foi muito, mas muito linda! Preciso rever esse filme com os meus amigos. Preciso MUITO.
O legal que você se identifica com algum personagem e você enxerga nitidamente os seus amigos nos outros.
Não acho online. Alguém sabe onde posso encontrar pra baixar ou ter acesso ao arquivo físico mesmo?
Alguém sabe onde eu posso encontrar pra baixa?
Muito ruim !
A única coisa boa do filme são alguns diálagos ,que mesmo assim parecem ser tirados de livros ,tive aquela empressão "já li em algum lugar" .
Gostei da idéia.
Foi um dos filmes "originais" do festival do rio de 2009.
"Um brinde a essa palhaçada... que é a minha vida" [2] Maravilhoso. Pra mim o mais louco do filme era essa coisa de não saber o que era real e o que era ficção, mas é tão gostoso de assistir que tem uma hora que você nem tá mais ligando. Lindo, chorei, ri. Muito bom mesmo.
Onde vc encontrou o link para download? Pode me passas por favor? hahaha
"Um brinde a essa palhaçada... que é a minha vida".
Foi uma loucura a mudança da realidade para o filme.
Acho que o filme tinha uma mensagem, queria mostrar que as pessoas não sabem ficar juntas, mesmo num curto tempo, se alguma coisa dá errado, alguém vai querer jogar a culpa no outro, sempre tem confusão.
Ou será que eu viajei?
Mas achei que a montagem em si ficou bem ruim e o final tem um fim, só que não fica claro se foi propositalmente, pra gerar reflexão ou qualquer coisa assim ou se simplesmente não souberam terminar o filme.
Obs: Fiquei ouvindo Meu Mundo e Nada Mais do Guilherme Arantes por umas duas semanas.
gente, o que são as duas bibas brigando no final do trailer?! maior bafão! purpurina voando para todo lado! LOU-CU-RA!!!!
O filme atinge seu objetivo, despertando o tempo inteiro a dúvida: É real ou não? Um verdadeiro reality show entre atores. Apesar disso, deixa a desejar, é cansativo e os diálogos que surgem de banalidades são pouco substanciais.
A tecnologia surge, populariza-se e logo logo todo mundo acha que pode produzir obra prima.
A câmera surgiu, todo mundo tem uma câmera (e acha que pode produzir um bom filme pra passar no telecine cult) e adora pagar de alternativo.
Micro política? Micro política de merda! Baixa antropofagia, isso sim.
O filme é uma mescla de momentos de tédio, ansiedade e genialidade. É interessante a abordagem dada pela diretora, mas não passa de uma idéia já realizada, como por exemplo em Os idiotas. Mas recomendo.
Achei joia a ideia, foi bem executado. Além de que ri demais! Fpo bom a diretora ter esclarecido que 90% é ficção. :)
Ideia brilhante, filme um horror! E os diálogos? Começava e não concluía ou concluía e sai uma coisa sem nexo, tipo... adoro o verde da sua blusa branca! Hã?! E aquele papinho político? E aquelas brigas e choros? ¬¬ E depois ainda ouvir a diretora falar que ensaiou 5 meses pra poder gravar isso!! ¬¬
A ideia da diretora não foi má, o filme possui podemos dizer, em certos momentos boas mensagens. Mais está longe de ser considerado bom.
Juro que acho legal a proposta de misturar realidade e ficção. Juro também que entendi a premissa da "ausência que move ações". Mas desconfio que pessoas capazes de enxergar vazio existencial neste filme, são as mesmas que crêem no Big Brother como uma ferramenta útil para a compreensão do comportamento humano.
Pra mim, 'A falta que nos move' é isso: um produto direto da obsessão que este país tem por reality shows.
[TENTATIVA DE SER] Um Esperando Godot tupiniquim. [2]
Mais um filme brasileiro vazio pseudo-intelectualóide que vai do lugar nenhum ao nada e leva o expectador a transitar entre os engulhos e o tédio absoluto. Dispensável. Vi pelo título que confundi com o ótimo a Falta Que Me Faz.
Interessante em certos momentos, forçado em outros...como a vida, não? Um filme intrigante, para quem se deixa levar pela proposta.
Um Esperando Godot tupiniquim.
Tem filme que ou você adora ou você não gosta. Esse é um deles. E eu não gostei. Esperava muito mais. Válido apenas pela trilha (principalmente pela última música).
Pouco original a proposta. Já foi visto antes ideias parecidas como em O Anjo Exterminador e em Ensaio Sobre a Cegueira.
Mesmo assim, deve ser interessante.
Enxergue mais amplamente... em ambos os filmes, os personagens são submetidos a certas situações que os obrigam a agir da maneira que realmente são, ou pelo menos, de uma maneira que não agiriam se a situação fosse outra.
Muito interessante a proposta do filme. Interessante ver os atores se revelando, se escondendo. Pra mim mostra muito bem o trabalho de um ator, que é esconder seus problemas e se entregar a um personagem. Eles são pessoas como qualquer um, com problemas e também brigam por qualquer coisa.
Interessante como do iníco até o final do filme minha opinião sobre o mesmo mudou radicalmente. Logo que começou, nos primeiros 10 minutos pensei algo como, não acredito que vim assistir esse filme. Depois que todos os atores chegam à casa o filme começa a engrenar e começamos a nos familiarizar.Você começa a gostar de uns, odiar outros. O gênero é drama, mas eu dei muitas risadas ao longo do filme. Fui ao cinema sem saber muito sobre ele, sem ter assistido ao trailer, e penso que foi bom eu não ter visto, pois iria criar uma resistência. Gosto de ver filmes brasileiros que não caem na pornochanchada nem na temática social, este está com certeza bem distante dos dois; é original e divertido.
A proposta era mesmo ótima. Esse jogo entre realidade e ficção, performance e atuação é um dos grandes motes artísticos contemporâneos, e dá pano pra manga.
Fui esperando ver algo teatral sim, mas que me desafiasse mais. Não esperava que as atuações ficassem tão nítidas. Esperei ser confundido e surpreendido, como num filme do Eduardo Coutinho, por exemplo, que simpatiza com esse tipo de proposta.
É um filme que se só se completa com a 'confusão' do espectador, mas infelizmente, não rolou. Parecia, paradoxalmente, que tudo já estava pronto e fechado.
Alguns momentos muito clichês, alguns momentos muito fake. A Daniela se perdeu na personagem que ela tentava construir durante o filme. A Cris é uma ótima atriz, mas também se perdeu. O Pedro Brício salvou o filme.
Enfim, não achei que o filme foi pretensioso, também não ficou no lugar-comum do BBB, muito menos Festim Diabólico (pelamordedeus nada a ver). Veria de novo sim porque pra mim, as ligações subjetivas e identificações que estabeleci com o filme foram fortes, mas analisando 'friamente' não sei se cumpriu o que prometeu, nem sei se o saldo foi realmente positivo. Ficou faltando algo que movesse esse filme.
Big Brother Brasil no cinema,
ideia boa e original, mas o filme ficou muitoo fraco
os personagens são chatos e vazios, o filme é o mais entediante que eu já vi
e não, eu não vou brindar a merda que é este filme!
PS: Festim Diabólico, também como este filme, foi baseado em uma peça de teatro, e possui tecnicamente semelhanças com o mesmo. Porém é indescritivelmente melhor, em absolutamente tudo.
A história lembra um filme de Hitchcock chamado festim diabólico ou é impressão minha?
Cara... Que coisa mais louca!!!
Fica tudo em suspenso e eles fazem questão de te lembrar de tempos em tempos que isso aqui é um filme... Que parte das coisas ditas ali são de verdade no roteiro, parte não.
E a sensação de que chegou no meio do filme pode até pesar... Mas de maneira nenhuma é ruim...
Um brinde a essa palhaçada... que é a minha vida!
Um dos melhores filmes brasileiros que já vi. A desconstrução da própria quebra.
Em A Falta Que Nos Move, filme de estreia da diretora de teatro Christiane Jatahy, cinco atores vivem um encontro para uma ceia natalina entre amigos. Com a participação de Walter Carvalho na direção de fotografia, e dos atores Cristina Amadeo, Daniela Fortes, Marina Vianna, Kiko Mascarenhas e Pedro Brício, foi filmado num dia 23 de dezembro, ambientado no tempo real, num casarão no Rio de Janeiro, onde os atores passam 12 horas juntos, bebendo, cozinhando, conversando e seguindo um roteiro desconexo, com histórias e improvisos, enquanto aguardam a chegada de uma sexta pessoa. Tudo parece real, segundo os 10 preceitos estipulados pela diretora:
1) cinco atores.
2) uma única locação.
3) 12 horas contínuas de filmagem.
4) três câmeras simultâneas.
5) atores dirigidos durante a filmagem por mensagens de texto.
6) os atores esperam por uma pessoa que não sabem realmente se ela virá.
7) eles seguem roteiros, mas não conhecem todos os roteiros uns dos outros.
8) eles comem, cozinham e bebem de verdade.
9) algumas histórias são reais, outras são inventadas.
10) ninguém pode sair, aconteça o que acontecer.
http://www.cinemanarede.com/2011/06/critica-falta-que-nos...
Esse filme tem uma proposta tão bacana, mas pelo que vi do trailer acho que vai ser TÃO CAGADO... Espero estar errado.
Big Brother versão filme? O trailer não conseguiu deixar muito claro a proposta.. pelo menos pra mim.
Talvez eu veja
Vi ele no Festival de Cinema de Tiradentes
Amei o filme, vale de mais ver ele (Y)
quero ver por causa do título haha
eu tb João to doida pra ver! esse titulo convida o espectador a correr para assistir o mais rápido possivel, nao é mesmo?! rss
sim, de fato, o nome e a proposta me deixaram bastante curioso. acho que vou assistir amanhã mesmo, na estreia. (:
a falta de secho, isso sim hmmmmmmmm