Um filme lento, quase sem diálogos, belíssimo e, ao mesmo tempo, difícil de ser visto, mas, ao mesmo tempo, quão gratificante, quão poderoso, quão explosivo em toda a sua genialidade: a cena final é de um impacto difícil de ser esquecido ou reproduzido em palavras! Por mais complicado que seja acompanhar as idiossincrasias narrativas do Ozualdo Candeias, genialidade é algo inegável em todas as suas obras. Magnífico! (WPC>)
Li teu post no Fotolog e senti vontade extrema de assisti-lo.