O filme é intenso, singular e de uma profundidade incrível, peca em alguns momentos pelo ritmo lento mas mesmo assim consegue ser uma reflexão a existência.
Rhoda Williams, uma mulher jovem e brilhante recentemente aceita no programa de astrofísica do MIT, pretende explorar o cosmos. John Burroughs, um compositor brilhante, acaba de atingir o auge de sua profissão, e está prestes a ter um segundo filho com sua esposa amorosa. Na véspera da descoberta de um novo planeta no espaço, aparentemente escondido atrás do sol (um segundo planeta Terra), a tragédia, e as vidas desses estranhos tornam-se irremediavelmente entrelaçadas. Distante do mundo e os seres que eles conheciam, os dois jovens começam um caso de amor improvável, que vai despertá-los para a vida. Mas quando um deles é apresentado com a oportunidade de viajar para a Terra, outros abraçam uma realidade alternativa. Que vida nova eles vão escolher?
O filme é intenso, singular e de uma profundidade incrível, peca em alguns momentos pelo ritmo lento mas mesmo assim consegue ser uma reflexão a existência.
filme incrivel, que traz uma introspecção gigantesca quando acaba.
recomendo a todos!
Não sei se foi somente comigo, mas esse filme me deixou dias e dias pensativo sobre os meus próprios caminhos, nessa possibilidade de tentar corrigir os erros, com esse final que me deixou surpreso. sem duvida é um filme que todos deveriam ver antes de morrer!
http://cafecomwhisky.com.br/nao-morra-antes-de-ver-1-anot...
Olá! + A Outra Terra aqui: http://artistasconsagrados.blogspot.com.br/2013/02/as-mel.... Conheça! Tks!
Por causa da sinopse, eu tive uma visão completamente errada do filme. Resultado: demorei meio século para criar coragem de assistir (pensei que fosse um saco). O bom disso, é que me surpreendi positivamente.
O filme aponta a idéia de uma outra Terra, mas não é disso que o filme se trata. Tem pessoas não conseguem entender a subjetividade de alguns filmes e ficam julgando-o como ruim, fraco...Esse deve ser o melhor filme que eu vejo em muito tempo.
Achei o filme previsivel e fraco... Só me interessei pelo fato de parar e pensar: Como seria se tivesse um outro eu por ai?; Será que meu outro eu cometeria os mesmos erros que eu?; E essas coisas... Pra quem não viu, até que recomendo.
olha meu serrote kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk que lixo ~~~~ profundo~~~~ duas terras, tudo igual, legaaaal é meio filosofico essa vibe tá ligado, mas só fica bom se tu usar umas droga boa, filme só pra quem gosta das coisa das vida tipo sabe?
Ele "tocando" o serrote foi a coisa mais linda... pra quem APRECIA música,som.
po tambem acho, as gata curti, eu chego de boa bem no ouvidinho: "e ai sua linda, bora la em casa me ver tocar meu serrote" por sempre funciona, eu sou um serroteiro fervoroso, domingo a noite eu abro um vinhozinho e coloco meu cdzinho preferido de serrote
"Através dos tempos, vimos biólogos conseguindo enxergar até mesmo as coisas mais minusculas, e astrônomos olharam para além do céu escuro, para o passado e também para o espaço. Mas talvez o maior mistério de todos não seja o grande ou pequeno: talvez sejamos nós. Será que poderíamos nos reconhecer, e se sim, será que iríamos saber quem somos? O que diríamos a nós mesmos? O que aprenderíamos de nós mesmos? O que gostaríamos de ver se pudéssemos simplesmente olhar para fora e ver a nós mesmos?"
Sério, esse monólogo deixou uma marca em mim.... sincero, emocionante e totalmente relacionável. É raro ver um filme tão bonito quanto esse hoje em dia, que consegue fazer você ficar pensando muito tempo depois que já acabou. Um dos meus favoritos.
existe uma questão filosófica interessante lançada pelo filme, que é o caso de se um dia você encontrasse consigo mesmo, o que você diria para você? o que você acharia de você mesmo se se observasse de longe? o que para mim soou como o grande mote do longa, a ficção científica é o de menos, mesmo por que o forte é o apelo dramático da trama.
Ficou um pouco confuso pra mim o qto uma terra influenciava a outra e eu não entendi o final, se alguém quiser me explicar. Obrigada.
Não seria um filme de ficção se os personagens não fossem loucos. E é aquela loucura perto da linha tênue, na divisão com a própria sanidade humana.
Belíssima demonstração cinematográfica do que é o gênero ficção. Ficção?
Eu esperava que a ideia do novo planeta fosse um pouco mais explorada e mais explicada. Gostei do filme, mas acho que fui com uma expectativa muito grande e acabei me decepcionando um pouco.
A impressão que se tem ao assistir “A Outra Terra” (Another Earth, 2011), direção de Mike Cahill, é que estamos diante de algo diferente, não convencional para os padrões do cinema atual.
O filme apresenta um ritmo que foge daquilo que estamos acostumados a ver.
O uso da câmera nervosa, por exemplo, chama a atenção (em alguns momentos até incomoda, aflige, passa uma sensação de aflição, angústia).
Os planos-sequência e os ângulos utilizados são inusitados. Em algumas cenas a personagem Rhoda caminha pela rua e a câmera tremulando a acompanha, passando a percepção de solidão que ela vive, se isolando de todos, vivendo à margem, no “canto” (na cena em que ela arruma o quarto esse último aspecto fica bem claro, porque a câmera está posicionada de um ângulo que deixa evidente isso).
A composição visual escolhida transmite a ideia de angústia, solidão sofrimento, como pode ser notado em algumas cenas, a exemplo
do momento em que a personagem se dirige ao lago de gelo para tentar o suicídio: a iluminação esverdeada, imagem “granulada”, a câmera tremulando, tudo isso “casando” com a música-tema, leva o espectador a vivenciar e sentir a mesma angústia da personagem.
Essas foram algumas das impressões que o filme me passou. Apesar de ser um tema científico, a maneira como o diretor utilizou as técnicas cinematográficas beneficiaram a compreensão do tema um pouco complexo - e surreal.
A ideia do drama ficcional me atraiu, mas fui com muitas expectativas e não gostei da produção.
Achei a ideia do filme muito original. Por mais amados (eu achei) que tenha sido a filmagem, ainda assim o enredo te prende e te deixa ansioso logo pra saber o que acontecerá no final. Um filme de ficção e muito drama, emociona em alguns momentos e em alguns outros deixa a desejar, mas não deixa de ser um bom filme. Fiquei me imaginando o que eu faria se vivesse o dilema da protagonista... Se iria lá conhecer meu eu, ou trocaria isso por uma causa maior.
"Quando os primeiros exploradores saíram a oeste pelo Atlântico, a maioria pensava que o mundo era plano. A maioria pensava que se fossem muito para o oeste cairiam de um plano para o nada. Essas embarcações em rumo ao desconhecido não carregavam nobres ou aristocratas, artistas, mercadores. Nelas estavam pessoas vivendo à margem da vida. Os loucos, órfãos, ex-presidiários, marginais, como eu. Como criminosa não posso ser candidata a muitas coisas. Mas talvez sim para isso. Talvez principalmente para isso.”
Com certeza o filme é mais drama que ficção científica, a Outra Terra funciona como um pano de fundo pras indagações da personagem.O fato de que os seus próprios problemas já podem te enlouquecer, então imagine a loucura de existir um reflexo seu...ou a oportunidade.Gostei bastante.
Pra mim o final quis dizer que a Rhoda da outra Terra se sentia tão perdida quanto a sua "gêmea"...ou seja, na Terra 2 também tinha acontecido o acidente! Será que minha linha de raciocínio está certa?
Eu acho de qualquer jeito sem sentido o John ter ido pro outro planeta, pois SE ele encontrasse de fato sua família, esta teria um segundo John...não iriam querer ele...
Um sci-fi, em sua mais bela forma.
sci-fi? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ISSO? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu que pergunto! É burro, ou retardado? tá achando que sci-fi é pintar uma terra no ceu e pronto? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
VAI PROCURAR O QUE É SCI-FI VAI!
tosco
drama de qualquer super cine da vida com uma outra terra pintada no céu
abraço pras 50 câmeras lentas pra fazer o filme render 1h30
Filosófico e melancólico.
Filmaço. Adorei a forma como foi abordada a história da Rhoda, porque todos os dias eu acordo com a sensação de que tem algo mais, além do fato de que o longa é muito filosófico e existencial.
Adorei o final do filme porque dá margem para nós imaginarmos o que realmente ocorreu na outra terra.
Eu tive a ligeira sensação de que a outra Rhoda, também cometeu o mesmo erro na terra 2. Porque quando elas se encontram, a fisionomia da Rhoda da terra 2, é bem similar a da que está na terra.
Eu fico me perguntando, se pudéssemos mesmo conviver conosco, o que aprenderíamos ? cometeríamos os mesmos erros ?
Eu gostaria de ter uma experiência assim, e eu nem olharia pra trás. Vou assistir esse filme milhares de vezes porque com certeza sempre haverá novas teorias. E, esse filme fala tudo o que sinto todos os dias da minha vida, principalmente a crise existencial, o modo como vejo a vida, enfim, foi um dos melhores filmes que já vi. Está na minha lista de favoritos.
Tem um clima tenso e melancólico, mas com um toque de esperança. A esperança de que podemos errar, e um dia quem sabe, consertar os erros com um novo acerto.
Merece as cinco estrelas. A mistura elegante de excentricidade e introspecção dá o "tom" do filme até o seu inesperado final que desperta o telespectador com um soco no estômago. Roteiro muito bem trabalhado; confesso que no meio do filme eu ficava me perguntando "como eles vão se sair dessa?", pois todos os fins que eu imaginava pareciam desastrosos. Mas claro que há relevantes pontos negativos, a direção, na minha opinião, foi um pouco amadora, há momentos em que a câmera fica um pouco trêmula causando um certo desconforto visual, mas tirando isto o resto é só proveito. Recomendadíssimo - e não somente para quem curte ficção científica, mas também para quem adora um bom drama não apelativo.
Spare us
Ficção científica indie, roteiro interessante, fotografia cativante. Achei que a direção de Mike Cahill além de ideal, foi projetada exatamente para os cortes de câmera introspectivos que "sugerem" mas não deixam transparecer mais do que a tela quer dizer; em "A Outra Terra", isto caiu como uma luva, até porque, o filme trata exatamente disto: introspecção, autoconhecimento, cruzar fronteiras autoimpostas. A linguagem modesta e pouco subordinada aos diálogos é menos subjetiva do que aparenta se colocada desta forma, mas dada a devida atenção ao uso das cores e da iluminação, o longa ganha aperitivos de ainda maior significância.
Gostei das questões colocadas, e me identifiquei com diversas delas. A atuação da talentosa Brit Marling foi essencial, dedicada, e as cenas teatrais me deram a impressão de terem sido feitas com o justo objetivo da reflexão sobre o cenário - uma ideia muito bem explorada por Cahill no decorrer da trama. O que mais me chamou a atenção realmente foi isso, o fato de poder ver a maneira como a ficção enriqueceu a atmosfera desta história. Ficava ali, cogitando, e viajando sobre as possibilidades, e em alguns momentos, sentia-me com uma certa angústia pela personagem, descobrindo aquele mundo dela. Como grande fã do gênero, ouso afirmar que poucos filmes conseguem mesclar ficção científica e drama de uma maneira tão equilibrada, que ainda por cima, passa uma bela mensagem. Destarte, eu poderia mencionar apenas "Contato", de Robert Zemeckis (baseado na obra de Carl Sagan), "Esfera", de Barry Levinson, com um roteiro retirado do livro homônimo de Michael Crichton (grande criador de Jurassic Park e outras clássicos) e "O Homem Bicentenário", do grande Asimov, adaptado por Chris Columbus em 1999.
Fui ver sem trailer, sem sinopse, de olhos apenas na capa e no título, bem sugestivo, por sinal. Não me decepcionei. Se é fã de ficção, tenha fé. Este filme tem história para contar.
Uma idéia um tanto interessante e original. Mas o filme é mais drama que ficção científica. Por isso, talvez eu não o tenha aproveitado muito bem e não achei tão magnífico como muitos aqui. De fato o filme é bom, mas fiquei o tempo todo querendo conhecer e ver mais sobre o Terra 2.
Onde acabou que não mostrou nada, além da mulher tentando o primeiro contato. E do final que aparece outra Rhoda, dando a entender que a Rhoda do Terra 2 foi para a Terra.
Não entendi muito bem, a história por trás daquele faxineiro, poderiam me explicar?
Pois ele ficou cego, e depois surdo. Onde falam que ele mesmo usou um produto de limpeza no os olhos. Não lembro de falar o motivo disso. Tanto que achei o tempo todo que o Terra 2 que estava afetando as mentes pessoas da Terra.
Pois o próprio acidente da Rhoda no começo, aconteceu depois que ela olhou para o Terra 2. E depois em outra cena que ela vai para fora e tira a roupa olhando para lá. Quase morrendo de hiportermia
A idéia central do filme eu entendi bem. Mas essas coisas que citei que me deixaram meio encabulado. Pois não consegui achar nada para encaixar. Me deixando uma impressão de buraco no roteiro.
Não tinha como um filme destes dar errado: o roteiro é originalíssimo e interessante em mais de uma camada, seja enquanto ficção científica seja enquanto drama melancólico. Fiquei impressionado não apenas com os sutis efeitos especiais mas também pela entrega completa da desconhecida (e promissora) Brit Marling ao seu personagem. A direção é excelente (e ainda mais promissora) e o desfecho em aberto foi uma interessante solução, absolutamente corajosa diante dos rumos perigosos que a revelação final poderia indicar... (WPC>)
Nada pior que o arrependimento...
Só não gostei do final, fora isso a fotografia é perfeita, a trama é magnífica e me vi totalmente inteirado nela, a metáfora é extremamente bem encaixada...
Ah, adorável demais!
o filme é meio parado algo que me irrita, mas achei muito interessante e foda a história :)
Achei o filme interessante. A estética me incomodou um pouco, mas a proposta é curiosa e o filme tens uns momentos bem bacanas. A trama peca um pouco na redenção da personagem e o final é um pouco decepcionante, mas num contexto geral é um bom filme.
Quero continuaçãooo
Não entendo as comparações com "Melancolia", os dois filmes são completamente diferentes, com histórias e propostas totalmente diferentes. Os dois são brilhantes.
Esse final é incrível. Aliás, esse filme é incrível.
Depois de mais de um ano, revi o filme e gostei ainda mais.
Mais do que um filme de ficção, "A Outra Terra" é muito mais um drama sobre culpa e tentativa de consertar erros, que utiliza a ficção como forma de reflexão dos sentimentos apresentados na história - como a outra Terra simbolizando a esperança de uma segunda chance.
Interessante ver como a casa do John representa seu estado de espírito. Quando Rhoda chega a casa está um caos, parecendo em ruínas, como a vida dele. Enquanto Rhoda vai limpando e arrumando o lugar, ele vai voltando a viver. Quem matou sua família, o traz de volta a vida.
Algumas pessoas acham que poderiam ter explorado mais a viagem à Terra 2, como seria lá e tal... Acho que foi acertada a decisão de não explorar tanto o lado sci fi da história, porque se não toda a filosofia do filme ficaria em segundo plano. E é isso que faz de A Outra Terra um filme especial. Eu preferi assim.
Creio que você deveria ter sinalizado o segundo parágrafo do seu comentário como spoiler.
Esperava que fosse gostar, mas não TANTO. Estou loucamente apaixonado por esse roteiro que passeia por tantos gêneros e diz tanta coisa... Além de ter uma premissa inspiradíssima (e felizmente vai além do que promete) é um filme maravilhoso sobre autoconhecimento, dor e culpa. E que final!
Fala séeeeeeeeeeeeeeeeerio!!!!! Esse filme é demais :O
Prefiro nem comentar nada, tô ficando doido com tanta opinião diferente aqui O.o
Na cena da mulher entrando em contato com a outra versão dela pelo rádio me deixou realmente assustado. Fico pensando em como seria se isso acontecesse de verdade, um outro planeta reflexo de nós. Muito estranho imaginar que teria outro eu nesse planeta. Esse Cahill usa muita droga pra poder escrever um roteio desse. medo!