-
Cronenberg Jr, herdou as loucuras do pai.. começo bastante promissor, e com mais longas virá mais experiência, ele irá aperfeiçoar aspectos importantes...
Ponto baixo: Não gostei da monotonia em muitos momentos, parece que a historia não foi se desenvolvendo tão bem, alguns dialogos.. Ponto alto desse longa é a ideia , as bizarrices, a fotografia e o protagonista que não conhecia foi bem..
O Filme é bom vale a pena. -
Alguém sabe aonde que eu posso assistir ou baixar?
-
Adorei!! mexe com você e principalmente por seu estomago...
Caleb Landry Jones estava incrivel. -
A atuação do Caleb foi demais e a fotografia então, nem se fala !
-
KE VIAGEM !! O BAGULHO É SÉRIO!! IMAGINAR KE PESSOAS SE TORNAM FANÁTICAS AO PONTO DE ADQUIRIR SUAS DOENÇAS E IMPERFEIÇÕES!! É INSANO!!FORA O FINAL DOENTIO(usando as palavras do amigo)PROTAGONIZADO PELO PORRA LOKA ESQUIZITO DAKELE KARA(diga-se de passagem ,um ótimo ator),vale a pena assistir!!
-
Há claras semelhanças de Antiviral com algumas obras de David Cronenberg, o que não quer dizer que o longa de estreia de Brandon Cronenberg não seja original,pelo contrario.A critica ao culto as celebridades,a busca insana por coisas fúteis e a influência da mídia é mostrado aqui de forma extrema e doentia e nem está longe da realidade.
A atmosfera criada com o clima de insanidade,a bizarrice e a violência lembra o melhor de Cronenberg,em um filme inteligente e que propões boas reflexões.Espero que esse diretor vingue. -
filho de peixe, peixinho é.
a fotografia e Caleb Landry Jones fazem o negócio ficar ainda mais alucinante.
um porradão na cabeça. -
O filme é muito bom, gostei bastante. Tem um roteiro original, que nos leva a reflexão sobre a obsessão por artistas e celebridades. Apesar de ter momentos muito marcantes (e levemente nojentos) ele deixa uma sensação de faltar algo na sua produção, talvez mais suspense.
-
Estreia bastante promissora do Cronenberg Junior, o rapaz já estreou no cinema com o pé direito com esse trabalho bizarro que lembra muito a melhor fase do pai, o mestre David Cronenberg, nesse filme temos uma influência pesada nos trabalhos de inicio de carreira do pai, lembrando principalmente Videodrome e The Fly...
Antiviral é um filme estranho, inteligente, uma sessão repulsiva, cheia de sangue, fluidos corporais, é uma produção que foge do lugar-comum que se encontra o cinema norte- americano atual, por isso mesmo não é de se estranhar que poucos tenham gostado...
O roteiro desse filme é incrível, o mesmo faz uma bela critica a obsessão doentia que certas pessoas tem com as celebridades, e o que não falta é bizarrice nessa historia, já pensou em pagar para ter uma doença altamente infecciosa de sua celebridade favorita?...
Destaque para a atuação contida e soberba de Caleb Landry Jones , o ator faz de Syd March uma das figuras mais bizarras que o cinema já viu.
-
No mínimo peculiar.. não posso negar rs mas o filme não conseguiu me prender, achei super cansativo, foi difícil terminar.
-
Já dizia Mainha: Para de ser bitolada, menina. Você nem conhece ele!
-
No começo não estava dando muita atenção, precisei prestar bastante atenção para entender várias coisas que o filme passa. Achei meio confuso mas nada que não desenrole depois. Recomendo .
-
Ai sim, já vi tudo dele é meu diretor preferido :D e acho q o Brandon tá indo num caminho legal, filme genial, uma crítica super inteligente.
-
ainda não cheguei a ver muitos filmes dele,falta de tempo :/
mas quero demais. Tem algum que recomenda? (: -
Nossa, vamos ver .. do pai dele eu vi Cosmópolis,crash estranho prazerres, a mosca, MEU PREFERIDO videodrome(adorei esse),os filhos do medo,marcas de violência. acho q só ..
-
De nada sou até suspeito pra falar pq ele é meu diretor preferido, já vi tudo dele :D
-
O Ministério da Criticofilia adverte:
Um antiviral é uma classe de medicamentos usado especificamente para tratar infecções virais. Como os antibióticos para as bactérias, antivirais específicos são usados para vírus específicos. Podem também distinguir-se de viricidas, que desativam partículas do vírus fora do corpo.
Isso são Antivirais. Porem o filme de estreia de Brandon Cronenberg não é bem assim que se justifica.
Antiviral vem à tona com o peso do nome Cronenberg nas costas, uma premissa excelente e perturbadora, mas um desenrolar um pouco duvidoso.
Num futuro indefinido, o mundo faz parte de uma grande sociedade que cultua as celebridades, não tão diferente dos dias de hoje, com inúmeros reality shows e programas, revistas voltadas para o show business reinam e operam a cada dia mais solidamente e em ascensão.Porem nessa nova realidade, a 'cultuação' as estrelas imediatas se dá de maneira mais intrínseca Uma nova tecnologia do mundo farmacêutico permite que fãs e admiradores, consigam se conectar de forma orgânica com seus ídolos. Tão intimamente a ponto de poderem partilhar doenças com eles.
Empresas patenteadas coletam vírus de doenças de artistas renomados e oferecem esses vírus as pessoas mediante a um alto pagamento. Assim, nesse futuro, se você é fã do Brad Pitt e ele por ventura contrai uma intensa Hepatite C, mediante a um alto pagamento, você poderia contrair o mesmo vírus dele, retira-lo das células do corpo dele. Através de um sistema complexo de mutação, essas empresas controlam os vírus, para que ele não seja contagioso, tornando-o assim exclusivo e contra cópias, assim quando se paga por uma doença há a certeza de que só a pessoa que pagou para contraí-la a terá.Bula:
Syd March (Caleb Landry Jones) trabalha em uma clínica que vende injeções de vírus colhidos em celebridades doentes para seus admiradores fanáticos.
Porem, Syd ocasionalmente traz esses vírus para o submundo, injetando as doenças em seu próprio organismo, para depois conseguir manipular o vírus e repassá-lo para ser vendido no mercado negro.
Depois de se infectar com o vírus que matou uma superestrela - Hannah Geist (Sarah Gadon)- Syd se vê num enorme problema, além do vírus parecer incontrolável, ele deve desvendar o mistério que envolve essa estranha doença para salvar sua própria vida e todo um sistema.Confira a critica completa a quem interessar possa: http://criticofilia.blogspot.com.br/2013/04/critica-antiv...
-
analise interessante, ate pertinente com o enredo do filme, voce tem um blog de cinema, legal. mas amigo... voce fez um spoiler enorme do filme, zuado pra quem nao assistiu e ler isso, tem como por no esquema de comentario oculto com spoiler nao?
-
Valeu!! mas então Everton, não chega a ser spoiler pq é essa a sinopse oficial do filme.. eu só estendi ela.. mas segui a sinopse não revelei nada que ja não acha na descrição(não falo a do filmow mas de apresentação do filme mesmo)
-
-
Fotografia do filme simplesmente perfeita! Atmosfera pesadíssima, do jeito eu que gosto. Fiquei com ele por semanas na cabeça, recomendado para as pessoas que curtem filmes que nos fazem refletir o quão idiota os seres humanos podem ser
-
assista, mais tenha paciência, pq ele nao tem ação, e sim muito dialogo
-
Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.com -
A premissa é interessante e nos faz refletir: "O quão longe estamos de isso se tornar realidade".
O fotografia esbranquiçada contrastando com vermelho do sangue faz um efeito muito bom. Caleb Landry Jones convence no papel de Syd March, retratando todo agonia e demência do personagem. Porém, o ritmo pra lá de arrastado, os diálogos confusos e as (quase) infinitas reviravoltas levam muita coisa por água abaixo. -
Estranhooo pra caralho, mas é original e inteligente!! Muito louca a trama sobre a histeria e loucura das pessoas com as celebridades!! O filme só peca por ser arrastado e ter um ritmo muito lento. Mas percebe-se que o Cronenberg junior tem talento!!
-
Gente, isso é uma crítica à nossa sociedade doente pela mídia.
Doença contemporânea. Isso acontece habitualmente... as meninas raspando cabeça por causa do Justin Bieber é um exemplo disso.
O vício do protagonista é uma analogia às doenças modernas (ex.: o remédio mais vendido do mundo é o rivotril). Não achei o filme muito fora da realidade, não!
A atmosfera do filme é pesadíssima... Adorei! -
Quando eu achei que o filme ficaria monótono, ele fica melhor ainda.
É difícil de entender toda a trama, mas se tiver a devida atenção e perceber toda a mensagem, da pra perceber toda a inovação que esse filme traz, recomendo! -
Nunca assisti nenhum filme do pai dele, por isso nem vou comparar um com outro. Minha sobre esse filme, Antiviral, independente de quem o tenha feito: extremamente demente, original, chocante e inteligentíssimo. O roteiro é muito bem conectado o tempo inteiro, se você dedicar a devida atenção que o filme merece, você irá entender toda a história e não se sentirá perdido. A maquiagem doentia é maravilhosa, o aspecto doentio (ou viral) do filme parece contagiar o espectador (na minha opinião isso deve-se a maquiagem muito bem feita). E as atuações estão formidáveis. Enfim, adorei do começo ao fim (e, sem dúvidas, que maravilhoso fim! Apesar de bem sacana, também. Muito sacana). Recomendadíssimo, pra quem gosta de uma ficção científica interessante, sombria e inovadora.
-
Filme feito por Brandon Cronenberg, sim, o "filho do homem"(David). Imaginem uma sociedade que se alimenta de bifes feitos a partir de células extraídas da pele de celebridades. Visto que vivemos sob o império da indústria cultural e da sociedade de massas, não me parece que tal absurda teoria esteja tão distante de nossa realidade... (risos). "Antiviral" pode não ser uma obra-prima, mas é melhor do que muita coisa que "papai" Cronenberg tem feito nos últimos tempos...
-
Gosto da atmosfera do filme, mas teria gostado mais se tivesse entendido!!!
-
Uma viagem, Caleb é foda com aquela cara dele, se responde mesmo... o final é no minimo grotesco, eu gostei... foi perfeito de alguma forma kkkkk
-
todo mundo que elogia emenda um "filho do cronemberg" logo depois, o que mostra aquela pré disposição a curtir o filme só pelo pedigree. se fosse brandon das couves, filho do josé das couves, creio que a bondade da galera para com esse filme seria bem mais tímida. melhor dizendo: mais realista. pois trata-se de um filme muito, muito ruim.
-
Brandon Cronenberg estreia muito bem em seu primeiro filme, que consegue ser superior, tanto em ideia quanto em execução, ao primeiro filme de seu pai (e meu diretor favorito de todos os tempos), David Cronenberg.
Assim como aconteceu com os filhos de Stephen King, Brandon confirma aqui o ditado que diz que o fruto nunca cai muito longe da árvore. Se seguir nesse caminho já tem um futuro promissor garantido, levando adiante o legado de seu pai quando este se for.
O roteiro nos faz pensar na futilidade e insanidade que domina a nossa sociedade e algumas cenas são extremamente inquietantes ou bizarras, como não poderia deixar de ser.
Recomendação máxima para qualquer fã do trabalho do velho Crona. -
É normal não saber o que pensar desse filme?
-
Um excelente começo de carreira! Um bom filme, ele só não se torna ótimo pq faltou colocar mais detalhes no desenrolar da trama. As vezes vc pensa que é o pai fazendo o filme. Talvez seja uma homenagem do filho para o pai. Grande surpresa a atuação de Caleb Landry Jones estava ótimo.
-
Para um filme de estreia, Brandon Cronenberg mandou bem. Seguindo os passos do pai.
-
Não me surpreenderia se a idolatria a certas "celebridades" chegasse a esse ponto. U_U
-
Grotesco, sanguinário, perturbador e Fascinante. Roterizando e Dirigindo seu primeiro trabalho, Brando Cronenberg mostra-se que tem uma mistura de estilos, muito de seu Pai, David Cronenberg e um misto de outros grandes diretores como David Lynch e Stanley Kubrick.
-
Espera mais desse filme e confesso que não consegui terminar de ver,e olha que normalmente filmes sobre ficção me atraem bastante,mas esse achei complexo demais,muita viagem para um filme so,se pelo menos tivesse uma introdução melhor sobre o filme talvez ficaria mais facil para entende-lo.
-
Bizarro.
Seguindo os passos do pai, sim, Brandon nos traz um filme estranho e claustrofobico.
Aquela fotografia branca o tempo todo, a palidez de Landry Jones e todo aquele sangue no final pertuba um pouco. Da metada pra frente ele se perde um pouco mas nada que comprometa o filme.
E aproveita pra criticar a sociedade e o culto as celebridades a ponto de se infectar com as doenças dos idolos...e não estamos longe disso. -
Definitivamente não é um filme de terror. É ficção científica apenas (bem que dá até pra imaginar que tem pessoas que pagariam por infecções de celebridades mesmo). É muito lento, mas a história é boa. Bem, pelo menos eu gostei.
Legenda:
http://www.opensubtitles.org/pb/subtitles/4854222/antivir...-
A legenda desse aqui esta otima!
http://www.rpds-download.net/2013/03/antiviral-legendado-...
-
O filho de David Cronenberg dá boas vindas e nos lembra o brilho de sua linhagem. Em seu primeiro trabalho, Brandon Cronenberg, literalmente transforma o desejo da sociedade de (figurativamente) consumir suas estrelas em realidade, resulta em um conto extremamente subversivo.
A trama é situada em um futuro próximo, ou, melhor em uma realidade alternativa em que a obsessão por celebridades atingiu níveis terríveis.As pessoas pagam para ter as mesmas doenças e vírus de suas personalidades favoritas. Um mundo em que você pode pedir um bife clonado a partir de células musculares de uma celebridade, pode também contrair um resfriado comum, herpes e até mesmo beber o sangue de famosos doentes.
Premissa é estranha e extremista, mas, plausível . De acordo com um mundo que cada vez mais abre espaço para discutir futilidades, frivolidades e escândalos envolvendo celebridades. Combina denúncia social com um mistério fascinante profundamente enraizado nas reminiscências de David Cronenberg.
Apesar de abundantes Close-ups de agulhas e litros de sangue jorrados na tela, este filme se move em um ritmo moderado, mas isso não é uma falha. O ator Caleb Landry Jones oferece uma atuação calcada no histrionismo contido, ensandecido e descontrolado. A câmera fica perplexa e hipnotizada com suas expressões, pele pálida e altamente sardenta. Tenho um novo nível de respeito por ele.
Uma produção sombria e elegante que não esconde sua repulsa pelo culto exacerbado das celebridades. Não gostei da conclusão, mas, não deixa de ser um fascinante trabalho de estréia.
-
se perdeu um pouco no meio, é chupadaço do trabalho do pai, mas é corajoso. bom que ainda exista esse tipo de cinema
-
Alguem tem a legenda desse filme?