Pesado e leve ao mesmo tempo. Surpreendente do começo ao fim, mostra locais q geralmente não aparecem nos filmes q se passam na França, fotografia legal, gostei até da cantoria!
De Paris nos anos sessenta para Londres na década de 2000, Madeleine e sua filha Vera vem e vão nas vidas dos homens. Mas o amor se torna mais difícil à medida que os anos passam. Como você pode resistir à força do tempo que passa e que ataca os nossos sentimentos mais profundos?
Pesado e leve ao mesmo tempo. Surpreendente do começo ao fim, mostra locais q geralmente não aparecem nos filmes q se passam na França, fotografia legal, gostei até da cantoria!
o filme é ao mesmo tempo gostoso e pesado de assistir.
é interessante a situação de vera: ela alimenta um amor impossível. ela ama tão ridiculamente o Handerson a ponto de querer se arriscar tendo um filho com um soropositivo; ama tanto a ponto de fazer sexo com ele (enquanto o namorado de Handerson fica de vouyer) sabendo que ele não sente nada por ela; ela percebeu a ridicularidade e se matou.
a mãe entrou em depressão pois as únicas duas pessoas que ela realmente amava tinham morrido. François não foi mais do que um companheiro pra ela, e ela se viu completamente sozinha. enfim, denso!
Adorei, como muitos outros filmes do Honoré. Este reina o sentimento de nostalgia e, principalmente, aproveitar a vida, enquanto ainda a temos.
Suspeita pra falar dos filmes de Honoré, acho uma delícia... Fotografia, roteiro, trilha musical, sem contar no Louis Garrel, minha paixão.
Eu gostei. Decide ver por causa do Louis Garrel e pela Catherine Deneuve. No inicio não sabia que era filme do Honoré, mas logo fiz a ligação com "Canções de Amor". Bons filmes, ótimas trilhas sonoras.
Je peux vivre sans toi, tu sais. Le seul problème mon amour c'est que je ne peux vivre sans t'aimer ♥
Fica muito melhor ao assistir pela segunda vez.
Vera e Handerson são um dos casais que tem tudo para dar errado (e como poderia dar certo, né!?) mais fofos do cinema.
Será que sou só eu que crio umas paixonites com os filmes do Honoré ?
Maravilhoso. Confesso que só queria ver pelo Louis Garrel. Mas mesmo o papel dele tendo poucas cenas, o filme é simplesmente lindo. Com uma história muito boa e triste. Uma fotografia perfeita e trilha sonora encantadora. Dá vontade de ver e rever várias vezes.
quando assisti pela primeira vez dei 2,5 aqui no filmow. hoje assisti no cinema, e acho q estava mais no clima, pq adorei. mudei a nota pra 4,5
Sinceramente? Achei o musical chaaatooo! A história da mãe e da filha são interessantes. Mas o jeito que o pai da filha morre é muito estúpido para caber nesse roteiro. E o jeito que a Vera (filha) morre, é muito dramático também. Enfim... achei que as composições não cabiam. Sei lá. Meio desconexo. Enfim...
não concordo com tudo o que ela disse, mas também não precisa generalizar, colocar todos os filmes franceses num pacote só. eu por exemplo, geralmente curto, mas esse aí não foi o caso pra mim.
Não é generalizar. É que quem vê filmes franceses sabe que os filmes franceses tendem a ser dramáticos. Franceses são dramáticos. Ok isso é generalizar, mas tem um fundinho de verdade. Enfim, não significa que todos os filmes franceses sejam dramáticos. Só que se ela não gosta de drama vai ser um pouquinho difícil achar um filme francês que ela goste. Não impossível.
Bom para viajar. Não sabia que era musical, gostei, pelo menos é bem melhor que o Canções de Amor, e as músicas são lindas, Honoré tá de parabéns. Garrel, seu lindo <3
Não entendi muito o motivo da Vera se suicidar mas enfim...
Pra variar, Honoré acerta em cheio na fotografia e na trilha sonora. Ótimas atuações de Chiara Mastroianni e Catherine Deneuve, e Garrel é sempre Garrel.
Um belo filme sobre amores não correspondidos, tratados de forma sutil e melancólica.
Mas, como é impossível não comparar ... Canções de Amor é bem melhor, principalmente nas músicas. Bem Amadas acaba sendo um bom filme, mas parece que faltou alguma coisa.
não sei se já to meio cansada do honoré, mas o filme não me tocou... nem parece um musical, com números bonitinhos mas que facilmente passam em branco. apesar disso ainda tem algumas cenas e diálogos bonitos.
Interessante que o Honoré pareceu querer ir mais além nesse novo filme, enquanto no Chansons d'Amour ele ficou um pouco mais tímido.
Achei doce e triste!
O filme pode ser mais do mesmo, como muitos dizem, mas é bem verdade que Honoré trata do amor de uma forma que chega a realmente nos tocar, expondo todas as contradições do coração, como toda forma de amor é válida. A visão sempre melancólica do que amar representa. E como diz em uma das canções, eu poderia viver sem ti, mas não poderia viver sem te amar! Quem consegue viver sem ter um amor, sem amar?
No mais, me fez refletir sobre o que somos capazes de fazer quando amamos alguém.
O erro em “Bem Amadas” não é dar conta de duas gerações tão destoantes, mas de apresentá-los usando alguns números musicais. Fã confesso de Jacques Demy, Christophe Honoré conta outra vez com a colaboração de Alex Beaupain para escrever músicas para o seu elenco soltar a voz. Ao contrário do que se viu em “Canções de Amor”, as letras de “Bem Amadas” são redundantes e jamais se encaixam com harmonia à história narrada. Uma vez ignoradas, o público será presenteado com um bom filme sobre amores não correspondidos.
http://blogcineresenhas.wordpress.com/2012/12/01/bem-amadas/
Às vezes é isso: o amor não é como planejamos. Não podemos controlar totalmente o que sentimos e nem como sentimos. Adorei o elenco, não gostei de todas as músicas e achei que algumas cenas poderiam ser melhor aproveitadas. Mas no geral achei o filme bem bonito. Honoré sempre trata do amor de um jeito melancólico, mas nos dando uma pontinha de esperança no fim.
Muito bom esse filme!! Catherine Deneuve, Louis Garrel e Ciara Mastroianni impecáveis. Excelente roteiro (até onde um amor pode ser perene?) com partes engraçadas e outras lancinantes. Fotografia e trilha sonora deliciosas de se ver e ouvir.
“Bem Amadas” é um musical que vai de encontro à linguagem pavimentada de Christophe Honoré, com todo o seu clima hedonista, limpo, perfumado, exaustivamente doce e colorido.
Texto completo > http://poseseneuroses.com.br/bem-amadas/
É um filme de amor e amores vividos, relatados de uma forma que nenhuma pessoa gosta de assumir, mas que muitos de nós já pode ter sentido.
A idéia até que não é má mas o resultado final é morno , Parece que Honoré quis fazer uma espécie de continuação de Canções de Amor mas não ficou bom . A duração excessiva , as canções que não são exatamente um primor tornam o filme arrastado.A verdade é que depois que Ludevine Sagnier sai de cena o filme cai bastante . Chiara ,quase anoréxica ,não está bem e o personagem de Garrel fica completamente perdido na trama, a suspeitar-se que o ator foi incluído apenas para o seu conhecido nome figurar nos créditos.Acho Honoré um cineasta super avaliado e de sua obra gosto apenas de Minha Mãe e assim mesmo pelo desempenho da Huppert.
O momento estranho em que tem um ménage no filme e o Garrel não está nele
Um filme bem inho, sabe? Fofinho, gostosinho, mas que podia ser menorzinho rsrs. Mas Mastroianni brilha, Deneuve sempre será deusa e Garrel... ah, Garrel.
mas não sai da minha cabeça a cena final, muito linda..
''liberdade é o maior insulto ao amor''
Pareceu que mandaram o primeiro esboço do filme para a produtora, provavelmente por engano
Louis Garrel precisa parar de fazer o mesmo papel em todos os filmes.
não tem a mesma intensidade apaixonante de Les Chansons D'amour, mas é apaixonante, digamos.
Vi pelo Louis Garrel.Mas mesmo assim, foi cansativo e essa cantoria deu nos nervos.
eu adorei esse filme. melancólico, um pouco cansativo no começo, mas depois dos 40 minutos ele te prende de uma maneira que vc nem vê passar o tempo.
quase virou meu favorito, mas apesar de ter gostado muito, acho que não foi pra tanto também.
recomendo com certeza.
Posso estar enganado, mas percebi uma pegada pós-moderna na narração do longa. Estórias fragmentadas, alguma sem começo/fim, parece que não há a preocupação de entrelaçar todas elas nem de dar cabo a todas elas, a medida que outras acabam se emaranhando. Estética maravilhosa, roteiro maravilhoso. Para mim Honoré é ótimo. E lindo. :)
Por mostrar diferentes fases da vida de mãe e filha, ao longo dos anos, o clima varia bastante.
A juventude de Madeleine é alegre, viva, cheia de cores e canções felizes. Porém, essa felicidade vai perdendo seu brilho com o passar dos tempos. As consequências de suas atitudes refletem diretamente na vida amorosa confusa da filha. As canções de Vera seguem uma outra linha, mais dramática, melancólica e confusa.
Particularmente, gosto da maneira como o Honoré se aprofunda nos sentimentos de seus personagens. Sentimentos às vezes exagerados ou superficiais, como acontece na vida real. As músicas são belíssimas, Alex Beaupain nunca me decepciona, pelo contrário.
Gostei da forma como passado e presente, literalmente, se encontram e se confundem em algumas cenas.
A primeira é na canção da Vera criança, que termina com a filha, já adulta, e mãe mais velha, abraçadas. A segunda é quando Madeleine relembra o início de sua paixão por Jaromil, na companhia do Clément, e os personagens se encontram, deixando aquele ar confuso e melancólico. Como acontece quando relembramos bons momentos e nos sentimos neles, muito embora já não nos reconheçamos naquela pessoa que um dia fomos.
Outra cena interessante é uma canção em que a Vera olha diretamente para a câmera. Posso dizer que ela falava, literalmente, para mim. Realçando o sentimento de identificação quanto as questões de amor.
"Eu posso viver sem você mas
o que me mata, meu amor, é
que não posso viver sem te amar."
Honoré, não foi dessa vez. Filme longo e arrastado... tanta coisa/canção poderia ter sido suprimida.
Demasiadamente longo! Honoré não é mais o mesmo...
O problema é que ele é o mesmo. Sempre a mesma coisa. Sempre o mesmo draminha. Sempre a mesma melodia. Nem as músicas são algo novo. Nada é novo. É um chorume repetido.
Discordo de você Fernanda. Quando disse que Honoré não é o mesmo, quis dizer que o charme óptico e a peculiaridade cinemática que ele apresentou em 'A Bela Junie', 'Canções de Amor' e até em 'Em Paris' deixou completamente de existir nessa segunda fase do diretor.
'Homem ao Banho' tem um proposta até que válida mas é desnecessário, 'Não Minha Filha, Você Não Irá Dançar' é longo e repetitivo em suas inúmeras cenas, com apenas uma de efeito. Até o 'Minha Mãe' apesar de ser de temática extremamente desconfortável e polêmica tem infinitamente mais a dizer do que esses últimos longas sem cheiro, sabor nem cor de Honoré.
Infelizmente alguns diretores vão perdendo a mão conforme as necessidades do público vão mudando também.
filme longo, esteticamente bonito, gostei mais da parte musical.
Amor, frustração, mudança brusca da vida da Madeleine para a da Vera, nada de especial. Apesar do musical ser bem explicativo, quebra o ritmo - que já é lento - e torna o filme maçante. Me peguei várias vezes torcendo pra que o filme acabasse logo. E quando acabou tive a certeza: não gostei.