boiei ¬¬
Influenciados por um professor e pelo método do teórico francês Antonin Artaud, três estudantes de teatro começam a buscar situações e emoções reais e trazê-las para o palco. A obsessão por se tornarem atores melhores os leva a conhecer seus lados mais obscuros, ultrapassando limites que eles e seus professores não poderiam prever.
O que vc está pensando, não tem no filme. Pelo menos, não satisfatoriamente...
Até que ponto vale se degenerar alma em nome da arte?
Exemplar do ser hamano, sua complexidade e sua busca infinita pelo significado do verbo EXISTIR.
Queria assistir, alguém tem o link para baixar? Legendado, pfvr.
Encontrei no The Pirate Bay. O áudio tá em espanhol e a legenda em inglês. Quando colocar para baixar, desmarque o download da legenda no torrent e baixe a legenda que tá disponível no legendas.tv com o release: Drama.2010.DVDRip.XviD.MP3.CLAN-SUD
Link para download do filme: http://thepiratebay.sx/torrent/6078790/Drama.2010.DVDRip....
Atuações fracas, roteiro desconexo e direção pesada tornaram tudo monótono, ao ponto de deixar o filme "arrastado", mesmo tendo apenas 80 minutos. A temática poderia ter sido inegavelmente melhor explorada e aproveitada!
Artaud merece bem mais que isso!
alguem que ja viu pode me dizer se é parecido com " Os sonhadores ? "
Se eu não tivesse interessado no filme por causa da sinopse e tivesse ido assistir sem nenhuma expectativa, eu iria adorar o filmes, apesar de alguns pesares. Li a sinopse, fui esperando uma coisa e encontrei outra totalmente diferente, mas gostei do que vi. Um filme bacana de assistir e interessante. Só me irritei um pouco com alguns estereótipos baratos, mas enfim, as atuações foram boas, o filme foi bom, compensou.
A base teatral do filme é espetacular! As atuações são incríveis, uma vez que, atuar num filme onde você precisa atuar novamente não é coisa pra qualquer ator. Necessita de mente aberta para compreender as mensagens reais do filme, mas uma vez entendidas, ficam na cabeça por um bom tempo. Vale muito a pena assistir!
Me interessei pelo filme não pelo capa, ou pelo título. Me interessei pela história, e me decepcionei. Parece infinitamente melhor na teoria que na prática. Não consegui conexão com o filme, tanto é que
quando a Maria se mata, eu pouco me importei.
merecia mais atenção,mas proximidade interior dos personagens,só me pareceu leviandade e inconscequencia
O filme é confuso,
devia ter explorado melhor os "exercícios" dados pelo professor,
Simpatizei com a história, é a devoção artística vista em Cisne Negro sem qualquer escrúpulo, sem qualquer barreira moral. É a sede, a busca pela perfeição, o ócio do ofício. É muito bom.
Só o poster que é bom. Na verdade, até os atores ficaram mais bonitinhos do que realmente são. Filme sem sentido nenhum, sem mensagem, sem enredo nem clímax muito menos desfecho.
Gabriel, quem precisa de atores bonitinhos com atuações dessas? aliás, com meta-atuações como essas... Explorar a arte do teatro da forma com que esse filme faz é lindo, ele traz a dedicação máxima dos atores aos seus personagens, que vivenciam seus papéis tão intensamente que ultrapassam a linha tênue da atuação com a realidade. Um bom filme não traz uma mensagem mastigada, é apenas uma obra com múltiplas possibilidades de interpretação e atribuição de sentido. Mas pra isso é preciso ter sensibilidade e um pouquinho de esforço pra compreender o não dito, acho o filme nota mil. =]
Um filme como esse que explora a atuação teatral e a mistura no meio cotidiano, mostra atores afogados em meios aos seus personagens e que acabaram perdendo a noção de onde ficou a realidade não tem como ser sem sentido e sem nada. O filme precisa do começo ao fim de alguém que não tenha vindo assití-lo apenas pelo fato de terem pessoas semi nuas na capa, e sim aquelas que estão dispostas a serem sensíveis e compreenderem a mensagem. Concordo completamente com Mayara, filme nota mil!
resolvi rever o filme e tentar deixar de lado meu pré-conceito sobre, para concluir que estava errado. Não excluirei o comentário, apesar de ter mudado de ideia :)
da metade em diante se torna insuportável, uma pena, pois a premissa ate que é interessante,porem mal aproveitada.
O método "Artaud" até as últimas consequências! Recomendo aos meus amigos atores!
Alguém tem o link? :)
Se a intenção do diretor era mostrar ao espectador como é uma viagem de anfetamina talvez ele tenha sido bem-sucdedido, porque o filme não faz sentido nenhum. A premissa interessante é desperdiçada em quinze minutos e o resto é encheção de linguiça com pretensão a cult com profundidade sexual e psicológica. Não acerta nenhum alvo. Tenebroso.
Fraco demais,gastei 30 minutos da minha vida...pq dormi no resto do filme...
Apesar das situações intensas e plasticamente belas, um filme construído sobre uma instável base teatral, que te martela todo o tempo com a pena da artificialidade, impedindo uma catarse mais concreta. Ao objetivar associar vida real e teatro, é preciso ter certos cuidados...
Esse é o tipo de vídeo em que tu te anima com o download, assiste entretido e acaba com uma sensação deliciosa de "WTF" que acaba com qualquer amor que tu sente pelo filme e personagens durante sua duração. Lamentável. Esperava tanto desenvolvimento e tinha tanta coisa a ser apresentada antes do termino do filme que não dá. Mas enfim, não é um filme ruim, porém, tampouco eu recomendaria a algum amigo.
Esse filme tinha um potencial bem maior, esperava uma trama bem mais pesada e dramática. Apesar de ter deixado a desejar eu gostei.
Fiquei tão chateado com o filme, achei-o tão ruim desagradável, artificial, que entreguei-me inconscientemente a um cochilo nos 5 minutos finais... Lendo-se a trama, parece uma ótima proposta, mas as situações são artificiais, a direção é pesada (no mau sentido do termo) e, como exceção da ótima Isidora Urrejola, o elenco decepciona. Não gostei mesmo! (WPC>)
É bom, achei um bom filme. É intenso, os três mergulham totalmente no "exercício" recomendado, só assim para viver e sentir na pele o que vão interpretar, obter a essência, os sentimentos do personagem. A obsessão é inevitável, a busca da perfeição. Conforme fui assistindo, imaginei até onde eles iriam, do que são capazes de fazer. É muito louco. Não tem NADA a ver com Os Sonhadores, não vale comparar.
O filme prendeu minha atenção... Consegui assistir até o final, até porque o começo é um pouco confuso, mas vai desenrolando e melhorando. Eu gostei, não é uma porcaria como disseram aí, não é aquela BOMBA de filme horrível que lançam de vez em quando. Vale a pena assistir.
Não é o melhor filme do mundo, mas é uma excelente forma de mostrar como os atores são/ou deveriam ser. Belíssima forma de colocar o "dedo na ferida".
Esse filme me fez lembrar o que me disse um amigo certa vez: "acho que atores têm de fazer de tudo mesmo: sexo de todo tipo, experimentar todo tipo de droga, tudo eles devem fazer." Não é algo descabido. Como interpretar, ou melhor, ser, algo que você não conhece? Nesse sentido, o filme é bem fiel àquilo que se propõe. Personagens? Não vejo uma necessidade em desenvolver dramas pessoais dos personagens (embora isso seja feito em alguma medida), são atores procurando encontrar um certo nível de intepretação em suas performances.
acho que foi o filme mais "wtf" que já assisti '-'
pelo menos pra mim não teve história. acabou e eu fiquei meio confusa HUAHUUHA mas dá pra assistir
Achei esse filme uma tentativa frustada de copiar "Os Sonhadores"
Eu achei que existe semelhança no fato de que em "Os Sonhadores", 3 estudantes de cinema, durante a trama, encenam partes de filmes fora do ambiente da faculdade, além da relação afetiva que os 3 possuem. Acredito que essa mesma relação tentou-se em "Drama", afinal, os estudantes de teatro encenam peças pelas ruas e também possuem uma relação afetiva. Foi isso que comparei entre os dois filmes, claro que a trama dos dois é completamente diferente e que, na minha opinião, "Os Sonhadores" é extremamente superior à "Drama".
Quando digo que não tem nada a ver me refiro ao fato de que os filmes possuem argumentos completamente distintos. Aqui, os estudantes de teatro, inspirados em Artaud, experimentam as situações mais variadas buscando chegar a interpretações mais verdadeiras. Na realidade, o que eles fazem é um exercício. Não se trata de três fãs de cinema brincando de interpretar as cenas preferidas de seus filmes preferidos, como é o caso de Os Sonhadores. Sem falar que Os Sonhadores é um filme que tem um contexto político. Em Os Sonhadores sinto que houve uma certa ironia no roteiro que procura meio que ridicularizar certo tipo de estudante pseudointelectual, que tem um papo muito metido a revolucionário, mas que prefere ficar em casa se embebedando, fazendo orgias e discutindo o sexo dos anjos. Então, assim, a não ser o fato de ter três personagens, dois homens e uma mulher, não vejo outras semelhanças entre Drama e Os Sonhadores para inferir que o primeiro "copiou" o segundo.
Então, foi o que eu disse, o que quis comparar foi apenas a relação afetiva existente entre os personagens e a encenacao entre os três. Nada alem disso. Não acredito que em 'Os Sonhadores' exista uma crítica aos estudantes, que você denomina de pseudointelectuais. Acredito que eles vivem em um mundo paralelo dentro daquele apartamento e que pouco sabem/ pouco se importam para a Revolucao de 68 que acontece la fora. Agora, não acredito que a proposta do filme seja titula-los de pseudointelectuais ou algo do tipo, e sim, deixar para o publico decidir se aqueles estudantes estão certos ou errados de viverem, sem se importarem/nao saberem que existe uma revolucao, ou melhor, que existe um mundo fora daquele apartamento.
Alguém teria um link para download que esteja funcionando?
Achei superbem intencionado, mas de fraca realização. Não chega a muitos lugares, não se desenvolvem/explicam-se os personagens. Uma pena.
Só se compreende o universo humano se de fato experimenta a vida com tamanha intensidade. Só se existe plenamente, como indivíduo, caso absorva ao máximo tudo que a vida possibilite. E no teatro também é assim — a fruição artística, a entrega total, a maneira como o ator precisa experimentar a verdadeira essência de seu personagem. O verdadeiro ator crê que seu personagem seja ele mesmo, e não uma representação momentânea. E como personificar o personagem se o ator não enxerga o tom ou mesmo o real prazer de sua existência? Sob esses sentidos que o filme Drama do diretor chileno Matías Lira se fundamenta. Três jovens, estudantes de teatro, movidos pelas técnicas do "Teatro da Crueldade" do dramaturgo francês Antonin Artaud, invadem as ruas para "encontrar" seus personagens, rumam à percepção, auto-conhecimento e busca por experimentação de mundo particular. O centro narrativo foca-se em Mateo (Eusébio Arenas), rapaz traumatizado pelas lembranças da mãe, não esconde sua personalidade forte e comportamentos ríspidos. Ele namora com Maria (Isidora Urrejola), garota que fecunda um sentimento forte por ele. E Ángel (Diego Ruiz) assume o teor homoafetivo da trama, pois é o jovem que sofre pelo tesão/paixão que nutre por Mateo; ele é o típico gay que deseja sexualmente o melhor amigo. Na busca pela composição, o trio mergulha no submundo de drogas, do sexo casual, da boemia e da prostituição irrefreável. O que parecia ser uma jornada laboratorial de conhecimento torna-se uma obsessão, os jovens imergem num universo perigoso onde o sexo parece ser o aliado.
O filme mostra esses jovens em busca pela sua identidade, nas aulas de teatro, onde os ensaios tornam-se exaustivos à medida que novas técnicas e aprendizados são cobrados pelo professor incansável. Na busca pelo sucesso, diante das pressões, o trio passa a procurar a identidade, testam os limites, lidam com as dores ao mergulharem no submundo de uma cidade obscura que parece limitada à luxúria, perversão e sexo corrupto. E é exatamente essa jornada que a narrativa apresenta, de maneira ágil e explícita, acompanhamos o universo dos três jovens que, na idealização de ser o melhor ator/atriz, topam qualquer coisa para isso. Mateo deseja interpretar um malandro drogado? Portanto, ele mesmo vivencia essa experiência, consome drogas e muda suas posturas comportamentais. Maria transforma-se em prostituta, modificando seus valores, denegrindo-se moralmente, para assim, de alguma forma, conseguir interpretar de maneira mais lúcida, e real, sua personagem. Angel procura experiências dentro de redutos GLS, no contato com garotos de programa, permitindo-se ao sexo oral com desconhecidos ou transas furtivas com outros, para sentir na pele o que seu personagem necessita. Loucura? Exagero?
A ficção mistura-se com a própria realidade. A experiência torna-se sufocante à medida que o roteiro mergulha nas percepções de cada um, nos seus conflitos pessoais que se misturam aos sentidos psicológicos e à sexualidade que direciona todo o sentido cinematográfico desta obra que se utiliza da metalinguagem do teatro como pano de fundo. A sensualidade é presente em diálogos, na maneira como o trio usa do sexo para tudo, atos e vontades — a direção de Matías Lira, auxiliado pelas lentes vermelhas e tons azulados da fotografia, prioriza as interpretações convincentes de Arenas, Urrejola e Ruiz. São jovens de beleza que facilmente mexem com a libido do público, por terem presenças sensuais em cena. A tensão sexual do trio é exercida, ainda que nada seja vulgar, tornando o filme malicioso. Ciúmes, desejos e intenções são expostas — nudez, homoafetividade também. Ainda que não excepcional, vale pela originalidade do roteiro e da boa representação de juventude contemporânea com seus vícios, anseios e desejos, além de ambições que acabam por levar à loucura humana.
Uma boa crítica, bem construída com elementos que revelam um conhecimento razoável do autor sobre o que suas palavras defendem com tanta competência.
Através desse comentário correto e quase parcial é possível penetrar na essência dessa obra de uma maneira irreversível como muitos não conseguiriam mesmo se assistissem ao filme varias vezes.
Pessoalmente, eu me sinto seguro por saber que a arte continua preenchendo o coração e a mente das pessoas com a nobreza dos sentimentos e a lucidez do conhecimento mesmo vivendo em uma época desafortunada onde a sociedade ostenta um olhar cínico sobre si mesma, seus valores e sua intrigante diversidade cultural.
Congratulações, meu caro!
Bastante intenso, mas parece que faltou algo. A história me fez lembrar um pouco Requiem for a Dream e
quando o professor conta o que aconteceu com a mãe do Mateo
Eu gostei da história. Mais o desenrolar do filme é meio chatinho e monótono... Você vê o poster e imagina que o filme é uma coisa, só que é outra totalmente diferente.
Me lembrou o filme "Os Sonhadores"
Porcaria pretensiosa pra metidos a cult. Lixo!
Artaud se revira no túmulo com esse filme.
A proposta me agarrou como poucos filmes fizeram. Agora tenho de conferir se é mesmo bom.
Eu achei este filme muito bom, não é um triângulo amoroso, é sobre a difícil arte de interpretar pelos métodos de Antonin Artaud,jovens artistas tendo que trazer para o palco alguma personagem real, mas para isso elas precisam se entregar ao papel, e neste difícil jogo de entrega, acabam confundindo-se com as personagens e não sabendo, as vezes, diferenciar uma coisa da outra, a rua vira o palco e o palco vira um tipo de funil que recebe tudo isso. O filme não chega nem ao menos a ser vulgar já que este tipo de gênero trilha por esta linha tênue, eles tratam de sexo sem tabu, mas ao mesmo tempo conseguem trazer para ele o clima meio "sujo" que criaram para compor o cenário, nudez aparece, mas como complemento para o cenário, é tudo bem dosado, não assisti esperando um triângulo amoroso ou paixonites adolescentes, adorei esta abordagem que deram para a construção do ator e personagem.