como já falaram "Não é um filme fácil"
É um filme arraaaaaaaastado que dá dó, tem que ter muita paciência ou muita vontade de assistir ele até o final.
Insolação conta a história de desertos amorosos. 'Amor e Perdas. Perdas, principalmente.', na fala de uma das personagens. Numa cidade vazia, castigada pelo sol, jovens e velhos confundem a sensação febril da insolação com o início delicado da paixão. Como espectros, eles vagam entre construções e descampados em busca do amor inalcancável. Livremente inspirado em contos russos do século XIX, as histórias se entrelaçam e se desembaraçam na improvável cidade de Brasília, espelho distorcido da utopia soviética, instalada no serrado brasileiro.
como já falaram "Não é um filme fácil"
É um filme arraaaaaaaastado que dá dó, tem que ter muita paciência ou muita vontade de assistir ele até o final.
''Eu sou um suicida, não realizado. Sempre fui. Um suicida não realizado.''
"Como tudo que é mundano e comum se torna terrível e selvagem quando o coração é destruído por felicidade e amor em excesso. Eu devo ter perdido a cabeça... Ou então nós dois tivemos algum tipo de insolação."
Cinema nacional para mim é pura poesia. Se você pretende se sentir motivado e empolgado, esperando que alguma coisa muito extraordinária aconteça, eu sugiro fortemente que não tente se arriscar nas produções independentes e de baixo orçamento brasileiras. E de maneira alguma digo isso como uma crítica, porém são pouquíssimas as pessoas que possuem tal paciência para tal gênero. Insolação, assim como muitos outros filmes do gênero, faz parte de uma camada alternativa de filmes nacionais e difere muito dos "Globo Filmes" tradicionais, esses que volta e meia saem em cartaz nos cinemas. Filmes como Insolação geralmente nos proporcionam vasta reflexão filosófica e poesia e é isso. Tanto nos diálogos silenciosos é possível observar o quão poético é o silêncio, um olhar de sofrimento, um sorriso forçado, o desejo contido, a inocência, a dor. E essas são apenas algumas das numerosas sensações que podemos captar apenas observando, pois nem sempre o uso de palavras se faz necessário. E quando são usadas, nos deixam refletindo por horas e horas além.
Pretensioso, aborrecido, pedante. Os únicos momentos em que consegui sentir um mínimo de empatia pelo filme foram nas sequências da Zoika e do menino filho do médico (cujo nome nem lembro).
Gostei bastante da trilha sonora e da fotografia, porém, não consegui entender ABSOLUTAMENTE nada.
Fotografia incrível, mas o ritmo não favorece o diálogo. Lindo, e só. Fraco.
Lavoura e Insolação moram no meu coração.
Maira, agora você me ganhou! hahahaha, Lavoura é o melhor filme nacional que já vi.
"Quanto mais as pessoas tentavam sair do deserto, mais elas entravam nele..."
Eu achei um filme cabeça, um filme coração e acima de tudo poético e filosófico. Minha mãe assistiu uma parte e quase me matou. Eu amei e mexeu tanto comigo que eu nem consigo expressar quantas coisas me fez pensar e como abriu a minha mente. Estou cada vez mais surpreendentemente feliz com o nosso cinema.
O filme é bonito, porém de ritmo bem lento, pode cansar quem não tem o costume de acompanhar a história emocional dos personagens.
Por acaso quando o filme acabou a unica coisa que eu conseguia pensar era "já???????????? quero mais!!!". rs
Tenho que rever, pois quando um filme é bom, desperta todo tipo de emoção nas pessoas, inclusive raiva, por que não foi compreendido em sua totalidade.
Que filme CHATO!
Eu gosto muito da parceria de Felipe Hirsch com a Daniela Thomas no teatro. Seja em "Não ao amor", ou em "O Castelo de Barba Azul", acredito que Hirsch é um dos melhores diretores teatrais da atualidade.
Porém, no cinema, seu filme pareceu um exercício pretensioso. Descolado de uma "narrativa", que nos conte uma história com começo, meio e fim, Hirsch busca explorar o "deserto da alma humana", através de planos parados e desconexos.
De qualquer forma, a questão não está em "querer" entender, como Luanna expõe em seu comentário. Para mim existiu apenas a sensação de não haver nada para entender.
Com um elenco admirável, grande parte dos diálogos soam pueris ao buscar uma "profundidade" inexistente. Raso como um pires, o filme ainda tenta dar ao seu discurso uma pompa que não convence.
Inspirado em contos russos do século XIX, falta ao filme aquilo que Dostoyevsky bem soube fazer na literatura - um folhetim cheio de dramas, intrigas e paixão. Nada disso pode ser encontrado no filme.
Nossa, diálogos pueris? Me desculpe a semi-grosseria, mas se precisar de um coração emprestado o meu ainda dá pro gasto...rs Agora a sério, acho que a gente tem uma fixação pela palavra e acaba não percebendo o discurso dos silêncios. Esse filme não é somente feito de planos simbólicos e vazios dialógicos, ele é quase oriental no sentido da contemplação, das naturezas mortas mesmo.
Mas sobre o texto, não posso deixar de discordar com unhas e dentes, ele é potente e dosado, sem verborragia que pode sufocar (apesar de eu ser fanática por texto em cima de texto), é um tapa na cara e um silêncio pra gente sentir o rosto quentinho. Mas se quer texto e gosta de cinema nacional, já viu "Lavoura Arcaica"? É primoroso.
Um filme para se assistir bem acordado e talvez despertar as sensações!
É parado sim, mas belo, basta analisar com profundidade os dialogos e a forma como se comportam os personagens que parecem extravassar e expor verdadeiramente seus sentimentos mais efêmeros e bonitos que existem. E o que eles sentem são tão verdadeiros quanto passageiros! Eis nao uma ficção sobre o amor e o desejo humano, mas a vivência!
Fiquei realmente com calor nessa "Insolação".
Uma coisa é não entender, outra coisa é não "querer" entender.
Assisti duas vezes o mesmo filme é pouco para entendê-lo, é preciso mergulhar mais de uma vez no mesmo mar, para ver o quanto é profundo e de que cor são suas águas, algas, componentes, etc.
Quem não tiver gostado eu entendo, tudo bem. Só que tenho a liberdade e os motivos meus para dizer que gosto.
A cidade está vazia ou sou eu? Difícil explicar, mas totalmente compreensível pra quem sente cada minúcia deste belíssimo filme.
àqueles que apreciam abordagens existenciais aí está uma bela reflexão sobre a vida.
poucos filmes brasileiros têm a profundidade do Insolação.
"Dizem que há alguém para cada pessoa.
Mas eu não concordo... Quantas pessoas não existem sozinhas por aí?"
Mas que beleza! E que beleza de filme. Foi uma das coisas mais bonitas que o cinema nacional já produziu.
Paulo José dando show de interpretação, e Simone Spoladore sendo sempre ela <3
Um filme absolutamente constrangedor. Atuações pífias, personagens vazios, roteiro inexistente. Mas ao menos rendeu elogios que são verdadeiras pérolas do humor involuntário, o contorcionismo verbal que o povo fez para encontrar qualidades nessa tranqueira é algo de emocionar. Parabéns aos envolvidos.
então. tudo bem você não gostar do filme, válá. nada agrada a todos.
mas, meu caro, personagens vazios e roteiro inexistente?
ócéus.
veja o filme mais uma vez. ficadica.
as histórias são densas e recheadas de sentir. cada personagem guarda em si um mundo e é levado ao limite tudo aquilo que muito de nós sentimos.
a dor que cada um carrega no bolso é retirada e exposta.
é o amor, meu bem. o amor.
regado a um sol desconcertante, o amor na sua medida mais drástica. e infelizmente, real.
personagens repletos. de si.
como não quis visualizar nada disso, o piadista, nada engraçado, é você.
Grande Rei portador do conhecimento, me diga então, pra onde deve seguir o roteiro da minha vida. Você, senhor, do alto de seu pedestal dite pra mim tudo aquilo que enxerga, tudo aquilo que percebe quanto ao sentido da humanidade. Você, único ser humano (sera você humano?) que consegue decifrar o que é voluntario e o que não é numa pessoa que não conhece, você que é a voz definitiva sobre o que é "vazio" e oque é "cheio", conte-nos como desenvolveu esse sarcasmo tão aguçado e provocador, capaz de mudar vidas.
Brincadeirinha, mas sua opinião foi bem bobinha, hein?
Atuações pífias, Rafael? Prefiro acreditar que você não tenha assistido a esse filme. Errou o fórum de discussão.
Paulo José? Leonardo Medeiros? Simone Spoladore?
Leonardo ou Simone podem lhe desagradar por algo feito anteriormente. Eu não sei. Mas Paulo José nunca foi de uma 'atuação pífia' nem nunca será. Insolação é um filme para poucos - estou me referindo a atores mesmo. A câmera fica parada longos minutos no rosto de Paulo José. E é possível ver a alma da personagem através dos olhos marejados.
as atuações são ruins sim, teatrais, engessadas, falsas pra caramba. se existe alguma intenção estética nisso, se foi vício do co-diretor oriundo do teatro, eu não sei, o que eu sei é que ficou uma merda.
e o paulo josé é acima e críticas porque tem parkinson e sempre acabam relevando porque é aquela "veja que emocionante a luta do artista contra as limitações impostas pelo seu corpo" ou algo do tipo. mas eu achei ruim, assim como achei ruim em "o palhaço". você assiste ao making of do palhaço e vê os caras comentando a atuação do paulo josé e chega a ser ridículo o quanto babam ovo em cima do sujeito numa atuação que é, sei lá, razoável e só.
Tão pretensioso, arrastado e parado que da orgulho. Já imaginou que horror seria a vida se ela sempre corresse na velocidade de um filme do Vin Diesel?
Tudo muito didático, tudo com algum sentido, tudo contagiante, tudo feito pra agradar todo mundo. Robotização das emoções. A vida como vocês querem que ela seja. Que horror, que horror.
Enquanto a arte ainda poder ser feita pra não atingir todo mundo, ela merece continuar existindo, sendo apoiada, divulgada, debatida. Quando todos gostarem da mesma coisa, eu desistirei. Demitam todos os diretores e coloquem o Windows pra levar a produção adiante.
Parece inconcebível pra algumas pessoas, mas o Cinema, a Arte, não necessariamente tem pretensões universalizantes. Nem todo mundo quer fundar uma nova religião.
Por favor Cinema, livrai-me da coerência.
Tão incolor , tão espaçoso, tão poético... tão lindo. Nessa cidade que nada fica.
Essa cidade vazia é tão bonita... http://duasoutrescoisasqueeuseidele.wordpress.com/2011/06...
"O amor não foi feito para sermos felizes, mas para nos sentirmos vivos." O filme - na minha opinião - segue a linha do "sentir" e não do "entender". É poético, febril e profundo. O Paulo José é inominável.
pura poesia! em cada detalhe.
se isso é bom ou ruim, vai depender do momento e de quem está assistindo
Adorei! tirando as interpretaçõe ranzinzas, ele faz muito bem pro cinema nacional!
gosto da fotografia,das atuações,o roteiro é bom me faz lembrar o que eu sempre digo"paixão parece até uma doença". Mas o longa é cansativo,como alguém comentou aqui ,funcionaria melhor se fosse um curta.
O filme é bom, poético e a fotografia tbm é boa!
Mas não vou negar que é cansativo, por isso que tem que ser um dia de paciência, mas tudo bem vai para um dos meus favoritos pela a temática e pela proposta.
Cara, muita brisa velho!
RECOMENDO.
Uma boa fotografia combinada com uma estória repleta de pessoas deprimidas, não é qualquer pessoa que vai gostar e mesmo para quem goste, não é qualquer momento que serve para assistir o filme, pois o mesmo é muito arrastado.
Super tedioso, uma boa dica para insônias persistentes... Tive que ver no 2x... Pode ser delicado, mas não faz meu estilo...
PS: se fosse um curta-metragem, talvez ele fosse muito mais efetivo. Do jeito que ele está, ele cansa mais do que alivia quem se sente cansaço enquanto identificador-alvo. Comigo não funcionou!(WPC>)