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Aqui em Recife este filme esta no circuito comercial (não concordo). Quero assistir porque é um filme subjetivo e próximo de minha existência. No Brasil ainda é muita coragem de uma produção com este cunho ser lançado no circuito comercial e sobreviver a uma semana! Quando deveria ocupar uma sessão em um cinema alternativo no qual seria mais bem visto. Poes quem frequenta estes cinemas tem condições de consumir melhor as informações subjetivas deles.
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Ei pow, tá no circuito comercial não, está nas sessões de arte do tacaruna (terça às 19h40) e plaza (domingo 12h10)..., só não entrou no Apolo nem da FUNDAJ não sei pq, talvez por ter tido abertura nos cinemas dos shoppings, mas mesmo assim não entrou nas sessões comerciais.
Assisti nesta terça e na minha sessão tinham 5 pessoas contando comigo, o cara que tava na fileira de trás ficou o tempo todo reclamando (saco!), mas o filme era como eu esperava, angustiante (não uma angústia ruim) retratou bem o incômodo de Fátima e a agonia dela por não voltar logo pra capital e o modo como a mãe estava meio que alienada da realidade sozinha numa comunidade rural abandonada e com um gado mirrado que dava pra contar as costelas...
Só queria saber, essa parte não consegui captar bem aquela carreira que Fátima deu em direção aos boiadeiros, alguém me dá essa luz?
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Alex e Ana, o filme já ficou bastante em cartaz na Fundaj meses atrás, tanto que eu o vi lá. Estranho ele entrar nos cinemas do Shopping tanto tempo depois, né?
Sobre o que a Ana perguntou,
Foi o que eu entendi.a cena final é uma tentativa desesperada da Fátima de deixar o passado para trás. Os boiadeiros-fantasma e tudo que prendia a mãe dela naquela cidade como um feitiço, além da morte do bebê dela, eram o que ela queria esquecer, superar. Aquela corrida em direção a eles, que não queriam deixar ela ir embora - como algumas de nossas lembranças ruins, que teimam em não sumir - foi tipo um atleta que tenta saltar um obstáculo. Não sabemos se ela conseguiu, mas sabemos o impulso que a movia. Aliás, tem a parte do jantar, quando ela meio que passa a fazer parte do mesmo feitiço que prende a mãe, talvez como um acesso de nostalgia.
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A sinopse é ruim só pq tem um quê de subjetiva?
Ansiosa pra assistir, verei na terça visto que enquadraram ele na sessão de arte com apenas uma exibição na semana... Trágico!-
Olha que a sinopse tava até mais abstrata, eu que pus essa aí, se bem que não atendeu aos anseios de quem queria um texto mais explicadinho. Cê que viu o filme, imagina alguma melhor ou mais fácil? Se puder sugerir, eu troco até.
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Não não J. a sinopse tá "bem o filme mesmo", fiz a pergunta em tom de ironia pela quantidade de pessoas aqui que desdenharam o filme pelo trailer e pela sinopse, acho que estavam esperando algo como "e o príncipe encantado beijou a princesa e viveram felizes para sempre!"
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A ousadia duma narrativa silenciosa, a aparente desconexão entre o fatos, as rupturas... Enfim, vejo esses aspectos sob o mesmo "guarda-chuva" que institui o experimento cinematográfico. O experimento no áudio e no vídeo é algo que tem seu respaldo canônico, eu diria, nos modos de fazer cinema atualmente, pelo menos - principalmente quando falamos da apropriação da linguagem por tantas outras. Afora recursos marcadamente literários, na forma de contar uma história, não vejo muita novidade sob o céu de satã. Mas sinto uma ousadia na extensão da imagem, um quadro, uma fotografia, a supressão de informações que intercalam e esclarecem a obviedade do enredo... Me senti lendo, mais ou menos, Raduan.
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Não gostei! Achei o filme extremamente canssativo, gosto de narrativas lentas mas acho que nem a narrativa eu peguei, o filme não conta nada, não passa nada, começa e acaba sem sentido, muito massante quase tive que assistir de pé para não pegar no sono mas não posso deixar de elogiar a fotografia e algumas cenas que realmente me deixou estupefato, mas fora isso, o filme não tem nada.
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Sinopse confusa e trailer sinistro.
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Nossa, achei o filme sensacional.
Aqui na página citaram Bergman e Kim Ki-duk, mas na minha opinião nenhuma das referências procede. “Mãe e Filha” é muito mais Apichatpong Weerasethakul, quase um “Boonmee” cearense (rs). Para além disso, o filme tem muita força própria, um magnetismo que me encantou. As duas atrizes é que fazem a narrativa funcionar, atuações ruins poriam tudo a perder. Cariry acerta em cheio ao utilizar como tema “Music for the Funeral of Queen Mary”, de Henry Purcell.
É muito bom saber que há obras assim sendo feitas no Brasil, uma pena que o público desses filmes ainda é mínimo, na minha sessão a sala estava quase vazia. O trailer traduz o clima do filme muito bem, se gostaram do trailer provavelmente vão gostar do filme. Não tem nada de longo, são só 80 minutos: feitos para serem contemplados.-
Em 2012, só não é melhor que Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios. Digo, do cinema nacional.
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Perdi a única sessão desse do Brant na Janela Internacional de Cinema do ano passado. Acho que vai demorar até eu conseguir vê-lo, hmpf. Concordo contigo em relação à qualidade deste aqui.
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Vi o trailer, li a sinopse e ainda não sei o que pensar sobre esse filme.
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aah velha já vi que é macumbeira depenando a galinha , e a filha é retardada que bate com a porta na cabeça kkkkkkkkk
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Uma sinopse "não esclarecedora" e um "trailer sombrio". Não revelar nada é um interessante marketing. Esperamos que o filme não trilhe o caminho do "cinema subjetivo" onde o que parece misterioso significa não ter nada a dizer na verdade. David Lynch, cadê você?
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Um filme surreal brasileiro e só com duas atrizes(que parece não serem globais), é interessante, e foge do lugar comum, vou conferir!
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nossa que trailer sombrio. E já estava pensando, mas um filme no NE, mas despertou minha curiosidade, quero ver. Só de costas a Zezita dominou a cena!
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Uma sinopse não precisa ser esclarecedora..Tem que despertar a curiosidade no público..Achei demais, assim como o trailer!
Quero muito ver! -
Petrus Cariry
Dia 03 de Fevereiro de 2012, Mãe e Filha nos cinemas do Brasil! Distribuido pela querida Lume Filmes!!!-
Muito orgulho da Lume, que é daqui de São Luís do Maranhão, trazendo filmes fodas nacionais e internacionais pro Brasil.
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Espero que não seja tão ruim quanto o trailer.
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Brasileiros são famosos em fazer trailers ruins. Mas o filme em si é uma obra-prima!
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"Quando a maioria do público sai de uma sessão no meio dela e os poucos que restaram permanecem em silêncio após o término, pode-se chegar a uma conclusão: o filme é poderoso e nem um pouco comercial. É verdade, os longos e belos planos-sequência podem ser incômodos e cansativos – principalmente para a geração fast-food, acostumada com um cinema rápido e cheio de cortes; há cenas agoniantes e perturbadoras, como a da mãe cortando a cabeça de um frango; e é uma obra extremamente silenciosa (e tem que ser)."
Leia a crítica completa (e comente, se possível) no Lumi7:
http://www.lumi7.com.br/2011/11/7-festcine-goiania-3-dia....