Nagario é um grande empresário que culpa o espanhol David pelo suicídio de sua filha. Ryu é uma garota que leva uma vida dupla; trabalha no mercado de peixes e, ocasionalmente, comete assassinatos em troca de dinheiro. Na cidade de Tóquio, suas histórias se cruzam.
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A história é batiiida, batida, mas é um filme que inegavelmente tem um charme, e não é pouco não. A mão pesada da diretora cria cenas que são muito bonitas e, principalmente, acerta muito no uso da música e do sons, de fato, que invadem a trama dos protagonistas. Aliás, esses dois incendeiam a tela e fazem essa história folhetinesca absurda algo bem fácil de comprar. Tanto Rinko Kikuchi quanto Sergi López dominam a tela do início ao fim do filme, e demonstram uma sagacidade imensa em transpôr emoções reais dentro de enredos imaginados. Tudo na maior elegância. Há uma cena, a minha favorita, em que David canta no karaokê, que merece um destaque no ator e nas escolhas de câmera que Isabel Coixet faz questão de evidenciar.
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Um filme maravilhoso, um ótimo drama de romance, só vai melhorando com o tempo.
E o finalzinho fez o filme se tornar um dos meus favoritos.
Simplesmente fabuloso, um dos meus filmes favoritos.
Mapa dos Sons de Tokyo não é de se jogar fora, mas filmes japoneses dirigidos por não-japoneses por vezes me causam estranheza, com algumas exceções, é claro.
Para começar, sushi erótico é algo mais alimentado pelos ocidentais do que pelos próprios japoneses. E vindo de um diretor ocidental, reforça a ideia de que essa cena foi nutrida por uma visão estereotipada. Deixando isso de lado, partindo para a estória, ela é meio sem ritmo... e não parece ter uma unidade, é fragmentado, com personagens mal utilizados. Enfim, bonito em sua proposta, em alguns pontos, mas paradão e sem propósito...