Sem sal, e sem açúcar.
Após anos fora do Brasil, separado da família pela distância e principalmente pelo afeto, Marcos (Rodrigo Santoro) é obrigado a retornar ao país quando seu pai, Armando (Paulo José), sofre um derrame. Executivo, casado e bem-sucedido na Europa, Marcos reencontra Tiago (Cauã Reymond), seu irmão mais novo. Ao contrário do primogênito, Tiago não tem vocação para os negócios, vivendo uma vida de playboy, filho de pai rico. Para aumentar o conflito entre os irmãos, eles descobrem que possuem uma meia-irmã, Manuela (Débora Falabella), vítima de deficiência intelectual. Uma filha que Armando sempre manteve escondida de toda a família.
Filme delicado, melancólico, sensível, Rodrigo Santoro fantástico como sempre.
Eu gostei. Um drama familiar interessante. Onde temos o reencontro dos irmãos Tiago e Marcos depois da morte do pai. E a descoberta de uma irmã, fruto de um outro relacionamento do patriarca, e que depois de anos internada, necessita do convívio familiar para se reintegrar a sociedade.
Um ótimo filme. Débora Falabella está encantadora, Rodrigo Santora faz um ótimo personagem, e Cauã Reymond desempenha um bom papel.
Em relação ao final, eu curti. O filme começa com a morte do pai, e a apresentação dos filhos. Em poucos minutos, entende-se a personalidade de cada um. Enquanto Marcos, é o independente e responsável, Tiago é o playboyzinho que não liga pra nada, e acha que a volta do irmão irá resolver os problemas, ele poderá continuar com sua vida desregrada. Mas, esse não é a intenção de Marcos. Ja distante da familiar, ele quer apenas checar a situação, e ver se pode deixar tudo por conta do irmão, e logo percebe que não. Em meio a isso, ainda surge Manuela. Ele não quer se responsabilizar, mas nos primeiros contatos com a garota, ele começa a se conectar, e com o jeito do irmão, ele toma inicialmente a responsabilidade para ele. Marcos está perdido, são tantos problemas, que ele nem sabe exatamente o que fazer, e nem consegue dar atenção a sua mulher. No final das contas, ele percebe que precisa ficar. Ajudar o irmão a se recuperar do vício, cuidar de Manuela, e com isso, provavelmente (re)construir a relação entre eles. No fim, a cena na praia, mostra o primeiro momento divertido dos irmãos, eles precisam se unir, e isso não será da noite para o dia. A cena final me dá a esperança de que eles vão começar a se reestruturar. Marcos, tomou a responsabilidade para si, e isso o fortaleceu. A ligação pra esposa no final, ja mostra ele mais aberto, e disposto a lutar pela relação dos dois. Muito lindo! Eu adorei.
Poxa, a história é tão boa, mas achei as atuações do Cauã e da Débora tão ruins! E o filme não tem pegada.
O tipo de filme que adoro: triste, tocante e nada otimista. Parabéns ao diretor que conseguiu conduzir o maravilhoso roteiro com maestria. O engraçado é que quando eu disse "esse filme bem que poderia acabar aí", ele acabou mesmo. Um verdadeiro tesourinho cinematográfico do nosso país. E, claramente, uma prova cabal de que não é preciso traficantes, tiros ou nudez gratuita para todo lado para se ter um ótimo filme nacional.
Tem todo o tom melancólico e pessimista que tanto amo no cinema, portanto, ADOREI!
Muito fraco, quer dar uma de filme cabeça e só consegue ser incrivelmente monótono.
O filme é bom, mas peca no fato de que não tem legenda nas conversas de Marcos e sua esposa, você se perde algumas vezes no filme por causa disso. Mas é bom, eu só não assistiria de novo.
Uma dica: não perca seu tempo!! As atuações até que são boas, mas o roteiro é fraquíssimo e mal explorado.
Gostei muito! Grande elenco, ótimo enredo... Um filme muito sensível e emocionante.
Muito bom o drama e suspense psicológico desse filme, Santoro mostra pq sua carreira cresceu, Cauã mostra pq devia continuar na Malhação e a Débora tem futuro... hehehhee... mas muito bom o filme...
Um filme muito bom, com boas atuações de Rodrigo e Débora mas ficou um gostinho de está faltando algo no final. Mesmo assim curti a estreia do Ristum
Foi aquele tipo de filme que troquei de canal, esperando encontrar algo bom, e me deparo com este filme, que apesar de ser nacional, me surpreendeu e me prendeu na frente da tv, e ótima imagem final, vale a pena.
Oli, que foi? Ofendi teu patriotismo em achar que a maioria dos filmes brasileiros são uma merda envolvendo putaria e baixaria? Foi mal, amigão.
Não, não ofendeu meu "patriotismo", só mostrou o quanto é leigo no assunto. rs
Abraços!
Bom já que vc me considera "um leigo no assunto" quem sabe o sr. possa me ajudar me ensinando o que sabe, aposto que valeria muito a pena (ou não). Aquele abraço!
Não seria de todo mal ensinar-lhe um pouco. Quando eu estiver com um tempinho livre entro em contato com o senhor e começamos nossas lições.
Ótima atuação de Débora Falabella e Rodrigo Santoro. O roteiro do filme é bom. E desenrola de uma maneira muito boa, mas que final foi esse?
uma estória razoável, tinha mais potencial, só que Débora Falabella não convenceu e Cauã Reymond faz vergonha, quem disse a esse rapaz que ele é ator?
Gosto muito de filmes brasileiros, mas esse é terrível. Rodrigo Santoro parecia perdido, sem emoção; Cauã Reymond fez um mimado que não convenceu; a Débora Falabella idem. E que roteiro chato, hein.
Sem pé nem cabeça. Chato. Parado. Mas a atuação do elenco foi ótima. Não recomendo pra ninguém.
Gsotei bastante do filme, excelente elenco com uma bela atuação da Débora Falabella, apenas esperava mais do roteiro,e de algo no final para não ter aquela sensação de que esta faltando algo ainda.
Gostei muito do filme,mas esperava mais. Ficou faltando algo no final para dar aquela sensação de incrível!
Sabe aquele filme que você gosta, mas sente que faltou um pouco de tudo? Foi exatamente assim que me senti. Estamos falando de uma produção com Paulo José, Rodrigo Santoro, Cauã Reymond e Débora Falabella. Deveria ser algo fora do comum, mas por outro lado, por ser a estreia de Andre Ristum na direção de um longa, merece respeito. Mas não pode vacilar no próximo.
Simples, com conteúdo e uma interpretação Maravilhosa de Débora Falabella. =)
bom filme, mas com certeza poderia ser muito melhor se fosse menos monotono e menos frio. a direção é muito boa, com enquadramentos inteligentes, a fotografia é ótima, abusando de tons acinzentados e brancos, e as atuações são extremamente verdadeiras, principalmente de rodrigo santoro. a história tambem tem suas qualidades, mas é um filme que perde muita força por ser extremamente parado e chegar a ser meio chato em algumas sequencias
Achei um filme bom, tecnicamente falando. Até o Cauã Reymond está razoavelmente bom no seu papel. Me apaixonei pela Anita Caprioli. Só acho que o filme poderia ter sido melhor desenvolvido na parte do roteiro e ter tido um final.
A prova de que o cinema brasileiro está, de fato, evoluindo. E pra melhor.
Já gostava do Rodrigo Santoro, depois desse filme então... Esse papel é diferente dos que ele costuma interpretar e a meu ver ele se saiu super bem. Falabella também se superou.
Só não dei as 5 estrelas inteiras porque o fim deixou um pouco a desejar. Mas o filme em si é ótimo, recomendo.
Um dos meus filmes nacionais favoritos deste ano.
Parece muito cinema europeu e não fica devendo nada mesmo.
Um filme bem família,e aonde quer que vc vá no mundo,sempre terá o seu país interior,suas raízes.
Esse filme me soa como um convite para o mundo nos assistir, agora que temos tecnologia e espaço no cinema. Pode ver que esse filme tem um jeito todo burguês... é uma faceta diferente desse Brasil. Os cineastas brasileiros estão se sentindo mais a vontade pra fazer filme agora.
muito ruim. É todo mal executado, a velha história de irmãos que se unem com a morte do pai é toda mal trabalhada, com alguns dialogos beirando o constrangedor. E o fim do filme parece jogado, quase que como se estava com pressa de terminar o filme. Bem decepcionante.
até aonde foi tava bom, o final fiquei com aquela sensação "cade o resto do filme"
Uma história mais ou menos com uma fotografia bacana. Eu só esperava mais do final.
Salvo a fotografia, faltou explorar mais o roteiro! Tive a sensação que o filme simplesmente acabou e pronto...Só mais um filme que poderia ter sido muito melhor.
Concordo que é previsível e, em alguns momentos, um pouco paradão.
Mas é de uma sensibilidade inegável!
Gostei bastante!!!
Particularmente, gostei da quebra de elo do Brasil com nosso Nordeste. Porque todo filme brasileiro tem que tratar do regional, se nele há também uma classe rica?! Adorei o roteiro, embora ache que poderia ter dado um pouco mais de vida a personagem da Manuela. A atuação do Rodrigo como irmão responsável, solitário e inteligente estava perfeita. O Caua num ficou atrás na atuação do playboy, pra mim, é isso que ele sabe fazer. rsrs
É isso ... o nosso cinema está bom , seja lá em que gênero que esteja escolhendo...
muito bom vê cinema nacional com estilo europeu; sabe sem aquela fotografia que parece de novela.
O roteiro teve algumas falhas,
não estou falando das questões abertas que dão a sensação que o filme não acabou