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A falta de qualidade técnica do primeiro filme do Egoyan me desconcetrou um pouco, mas rapidamente a história engrena e o roteiro compensa os detalhes. As situações vividas na tela se revelam inacreditavelmente reais.
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Singelo e direto, com ótimos questionamentos sobre o que consideramos ser a "família". E Peter, através do seu papel de filho que retorna, encontra o significado desse importante pedaço da construção do ser humano em coisas simples, em poucos bens e acima de qualquer argumento contrário, através de uma nova perspectiva identitária. É um belíssimo e curto filme, impressionante por ser muito bem desenvolvido em seu pouco tempo, além de ser bastante agradável. "Se quer que eles entendam, faça-os temer".