Vale pela Fotografia, ta foda mesmo a cara dos anos 80, direção de arte impecável e gostei muito do olhar publicitário! Mas achei muito enfadonho!!
História do plebiscito que, em 1988, pôs fim a uma ditadura de 15 anos imposta por Augusto Pinochet.
Baseado na peça do escritor chileno Antonio Skármeta, El plebiscito, No conta a história de René Saavedra (Gael Garcia Bernal), um exilado que volta ao chile e vai trabalhar como publicitário a serviço da campanha "Não", que tem como objetivo influenciar o eleitorado a votar contra a permanência de Augusto Pinochet no poder durante um referendo, feito sob pressão internacional, pelo próprio ditador. Com poucos recursos e sob constante vigilância por homens de Pinochet, ele concebeu um ousado plano para ganhar o referendo.
Vale pela Fotografia, ta foda mesmo a cara dos anos 80, direção de arte impecável e gostei muito do olhar publicitário! Mas achei muito enfadonho!!
Muito bom. E a ambientação que fizeram, me senti nos anos 80. Filmaço!
Vestido a caráter (o estilo documental é um achado), denuncia os males do regime Pinochet, se baseando em fatos provados, ao invés de lengalengas políticos. NO MÁS, um ótimo exemplo de como se criar grandes campanhas publicitárias vitoriosas.
A fotografia é perfeita, dá a impressão que estamos em pleno anos 80. Campanha publicitária que acaba com Pinochet. Gael Garcia atuando muito bem como sempre!
Chile, la alegría ya viene ♫
O foco principal do filme é a campanha publicitária envolvendo o plebiscito, durante 27 dias cada concorrente teria 15 minutos para argumentar e persuadir a população sobre suas propostas de governo. A campanha do SIM era baseada nos ideais de um Chile com novos horizontes de esperanças, futuro inesquecível para os chilenos e um país ganhador com promessas de melhorias econômicas para todos. Por outro, a campanha do NÃO focava em um Chile livre com alegria, felicidade, plenitude e democracia, tendo como principal objetivo abrir os olhos da população que não sabia em quem votar ou por medo da opressão da ditadura de Pinochet, ainda estava neutra as campanhas.
Confira o review completo no blo O Que Vi Por Aí feita por mim nesse link http://www.oqueviporai.com/2013/04/review-diga-no-pinoche...
Pura coincidência na repressão violenta do congresso quando René se protege, o jato de água do caminhão pipa refletir um arco-íris, símbolo da campanha NO?
Dirigido com segurança, com uma fotografia marcante e que te coloca na época, um elenco que atua com naturalidade (destaque para Gael Garcia, sempre ótimo) e um roteiro bem costurado, apesar da parte familiar não ser muito desenvolvida, "No" é um retrato de um período histórico importante para o Chile feito com inteligência e ótimas sacadas de humor.
Indicado ao Oscar 2013 de Melhor Filme Estrangeiro, “No” se apoia numa linguagem documental, que mistura os acontecimentos retratados no filme com imagens reais advindas das campanhas publicitárias de 1988. Com um roteiro excelente defendido por ótimas atuações (com destaque para o protagonista Gael García Bernal e os coadjuvantes Luis Gnecco, Alfredo Castro e Néstor Cantillana), “No” nos mostra - numa época em que se é bem conhecido o poder do marketing político - um case publicitário interessantíssimo, porém a sua maior importância é retratar como, a partir de uma simples ideia (a de que a alegria está por vir após momentos difíceis), sem qualquer tipo de coerção por uso da força ou de sangue, se pode agregar pessoas em torno de um único objetivo: pensar qual o tipo de futuro que se quer para o país em que elas vivem.
Um ótimo retrato de uma época, e de uma situação, deixando bem claro o peso da situação e da escolha para o futuro de um país.
Gênero: Ficção.
?
É um filme lindo, bem feito e bem contado. Gael García Bernal foi muito feliz nessa escolha de papel.
O que fizeram pra parecer que foi filmado em algo como Super 8 foi sensacional e realmente é um filme interessantíssimo pra quem não conhecia muito sobre essa história e tanto pra quem já conhecia se aprofundar ainda mais.
Bom filme! O tom ultrarrealista e bem documental garantem um filme interessantíssimo para quem gosta de filmes históricos e políticos, como é o meu caso. Grande fotografia e atuações!
Concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro e acabou perdendo para "Amor". Vale muito a pena assistir pra ter uma visão do que foi este período da ditadura Pinochet. Recomendo
Onde consigo baixar?
Você é a pessoa mais gloriosa desse mundo. Muito obrigado mesmo! Quero muito assistir esse filme e ademais tenho um trabalho de faculdade para fazer sobre esse tema.
quando deixa de ser pecado acreditar na alegria.
razão x emoção. emoção! <o/
Assisti esse filme com minha namorada, ficamos de boca aberta com várias cenas que se aproximam muito do realismo...deu pra sentir o que era a ditadura na época...o filme foi discussão durante toda a noite...genial
Uma das melhores produções que eu já vi. Fotografia, atuações, roteiro, direção... Tudo foi muito bem feito. O começo do filme já quebra de vez a idéia que o telespectador tem em mente. Os fatos são mostrado de maneira bastante criativa e intensa. O poder da mídia, a maneira como as idéias surgem, o modo como se (des-) constrói todo um ideal. A fotografia foi um luxo! Meu pai, que passou aqui na sala enquanto eu assistia ao filme, achou que era uma produção antiga. As caracterizações estavam perfeitas, fiéis à década de 80. Gael García Bernal é um ator que já se consagrou nesse meio. O seu olhar, seus gestos e sua maneira de falar foram perfeitas. Filme mais do que recomendado. Uma grande obra. Como alguém disse nos comentários abaixo: me senti no Chile por 115 minutos.
Como todo bom publicitário, René é incompreendido pelos clientes que acreditam saber mais que ele. O filme é uma aula sobre como criar uma campanha publicitária, com detalhes de suas fases: identificação dos objetivos, brainstorm, concepção da marca, análise da concorrência,... Embora não seja militante da esquerda, sua vontade de mudar o Governo soma-se a de fazer um bom trabalho. Gostei muito.
A fotografia, de fato, é muito boa. Debates politizados num filme retratando esse momento marcante da história chilena que de certa forma lembra muito da nossa própria história.
Filme com a fotografia linda e difícil de fixar a atenção. Incrível conseguir juntar ditadura militar e publicidade, temas tão antagônicos, como protagonistas deste longa-metragem. Recomendo!
E Essa fotografia anos 80 no filme maravilhosa.
Era como se eu tivesse no Chile vivendo tudo aquilo, como se nós estivéssemos dentro do filme. o melhor filme de política que eu já vi.
E a musiquinha não sai da minha cabeça..
"No, no no.. No no, vamos a decir que no!"
Achei muito boa a história do filme, roteiro bem feito. Muito cativante do ínicio ao fim
Pra quem se interessa por um mínimo de política e história, fica aí a dica. Faz a gente refletir sobre como é incrível o poder de manipulação em uma campanha publicitária bem feitinha, tentando colocar mentirinhas e distorção de fatos para promover um partido ditador e que só queria puxar uma sardinha pros Estados unidos, e de outro lado, o uso de mais tecnicas publicitárias para levar uma maior quantidade de pessoas a votar contra Pinochet no plebiscito que decidiria sua permanência no poder. Opa, isso me lembra muita coisa recente até: manipulação, campanha publicitária estrondosa para que os políticos estabeleçam pose de bons moços e competentes, mentiras que são jogadas por debaixo do tapete, censura (sim, ela ainda acontece - e está acontecendo), dentre outras coisinhas.. Parece que eu já conheço essa história!!
A fotografia é excepcional e pra quem assim como eu, é publicitário, impossível não gostar.
Ótimo filme! Vários dilemas para os militantes de esquerda estão postos ali, para além da questão de conhecer um pouco da história chilena, etc. Muito interessante, gera várias reflexões.
Um ótimo filme para quem é da área da comunicação, em específico a Publicidade, pois mostra o poder que as ferramentas da comunicação aliadas ao anseio popular por renovação são capazes de reescrever o presente e, por conseguinte, avançar ao futuro.
Associei muito o trem justamente ao Chile, ele tem as mesmas cores da bandeira e ele andar em ciclos sem fim, sem mudar, pode ser relacionado a ditadura.
É verdade, não tinha reparado nisso.
É interessante reparar também que
no fim do filme, o trem sai dos trilhos. É a mudança que chegara.
Tem vezes que eu termino de ver um ótimo filme e não me vem nada melhor do que um simples elogio, como foi o caso desse há uma semana. Só que hoje, me veio a cabeça o quanto esse filme deve ser amado no Chile, pelas lembranças que traz na reconstituição de uma época, desde as novidades tecnologicas, passando pelas propagandas e, é claro, o contexto histórico em que passa. Pensei também o quanto os publicitários devem adorar ver uma história dessa, pois foi claro o peso de um bom marketing na campanha vitoriosa. Nós mesmos temos um exemplo disso na primeira eleição de Lula. A construção do "Lulinha Paz e Amor" e da "esperança venceu o medo" são muito semelhantes ao que os publicitários do "não" fizeram no Chile. Gostei muito de No, e isso mesmo sem ser publicitário (na verdade não gosto de publicidade, apesar de já ter editado muitos comerciais) e, é claro, sem ser chileno, rs. Gael Garcia Bernal está muito bem. A cena final, com ele experimentando a alegria real das ruas, é muito bonita e alí, sem palavras, apenas com seus olhos, vemos o que um grande ator pode fazer por uma cena. Enfim, eis aqui uma grande história e um grande filme.
A direção também foi muito bem conduzida. A estética da fotografia caiu bem, com sua imagem “velha”, sua luz estourada, com o balançar da câmera e com diversas outras “imperfeições” que, na verdade, reforçavam a intenção de transmitir a história como um registro fiel, quase documental, como se tudo que vimos tivesse sido registrado na época, longe do ficcional. Não é à toa que documentário e ficção se (con)fundem, quando muitas das imagens utilizadas no filme foram, de fato, das campanhas publicitárias de 1988.
E o pior é que o jingle gruda na cabeça ,me pego cantando as vezes:
Chile, la alegria ya vieeeeene.
Gael Garcia Berna, eu te amo sabia?
O filme é fantástico, se você gosta de filme históricos-políticos, de ver generais déspotas sendo derrotados, e sem ser enfadonho, uma liturgia de esquerda ou professoral, No tai, praqueles que também não gostam de política, e nem de história, No esta aí, pelos mesmos motivos listados acima.
Chile, La alegria ya viene, sério, é muito mais emocionante que o Lula lá...
Quem curte propaganda para massas e bastidores de como é feito o jogo...
"Chile, la alegría ya viene" :D
O filme é incrível, senti como se estivesse vivendo aquele momento político. A tecnologia usada torna tudo ainda mais interessante, e Gael García dá "liga" ao filme. Muito muito bom!
Esse recado foi MODERADO.
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Equipe Filmow.comAlém de cadastrarem o filme novamente ainda colocam o título "Adeus Sr Pinochet"