Aí, sim. O cinema é visto como arte. Contestar toda uma linguagem cinematográfica que vigorava na época. Truffaut e Godard, interessados em memorizar o cinema, assim como o cinema de Einsenstein.
Sazon de filme, pqp.
Os Incompreendidos (Les quatre cents coups) é um filme francês de 1959, do gênero drama, dirigido por François Truffaut. O filme narra a história do jovem parisiense Antoine Doinel, um garoto de 14 anos que se rebela contra o autoritarismo na escola e o desprezo dos pais Gilberte e Julien Doinel. Rejeitado, Doinel passa a faltar as aulas para freqüentar cinemas ou brincar com os amigos, principalmente René. Com o passar do tempo, as censuras o direcionarão, vivenciará descobertas e cometerá delitos em busca de atenção.
Aí, sim. O cinema é visto como arte. Contestar toda uma linguagem cinematográfica que vigorava na época. Truffaut e Godard, interessados em memorizar o cinema, assim como o cinema de Einsenstein.
Sazon de filme, pqp.
"Antonie Doinel é o contrário de uma criança mal tratada. Ele não é tratado de jeito nenhum. A mãe nunca o chama pelo nome: 'meu filho, pode tirar a mesa?'. E quando ele está tirando a mesa, seu pai fala dele como se ele não estivesse lá: 'o que vamos fazer com o menino durante as férias" (Truffaut, "Arts", 1959)
que coisa mais linda esse filme! to muito apaixonada
Muito bom, o desenrolar da história me lembrou 'Laranja Mecânica'! ._.
Impossível não se identificar com Antoine. Filme maravilhoso, fala de uma forma sútil sobre os conflitos da adolescência, sobre a amizade verdadeira, sobre o descuido dos pais e principalmente sobre a falta de credibilidade que os pais tem diante de seus filhos. A trilha sonora é impecável e nada foi agressivo e percebo que a maioria dos filmes ao tratar do assunto é.
Lembrei da época que fugia de casa e dormia em lugares estranhos, essa época mudou minha mente, o que aprendi na escola não é metade do que aprendi vivendo.
Não dá para negar que todo mundo tem a vontade de pegar a mochila e viver por conta próprias, sem dar satisfações.
Não consigo entender o porque, mas me identifiquei com esse filme e já está nos meus favs!
Daqueles poucos filmes que você sente uma identificação em quase todas as cenas.
Doinel <333333333333333
Ao término do filme tive a impressão de que os "incompreendidos" eram, e talvez esta tenha sido a intenção do filme ao apresentá-las desta forma, as crianças. Aquele sentimento puro e sem compromisso de querer se livrar simplesmente daquilo que não convém, de buscar tudo e aceitar o mundo como uma aventura, de ter uma "nova forma de ver as coisas", todos os dias, ao lado de uma família repleta de problemas e que ainda assim exala um brilho misterioso através dos buracos tapados como os da Lua, foi por Truffaut, representado de tal forma que houve um contraste entre a visão "adulta" e um certo lado "inocente" da melancolia, com o qual, tenho certeza de que todos nós nos identificamos, já experienciamos, por assim dizer.
A fotografia tem um quê de efeito bloom em certos aspectos do cenário, e o preto, não era simplesmente um preto, mas pareceu-me assumir um papel em determinadas cenas, falando tanto quanto qualquer personagem. O longa tem belos diálogos e uma trilha sonora interessante. Sem dúvida, há nele muito da assinatura pessoal deste grande diretor - vê-se, por exemplo, sua presença na forma como o roteiro vai se desdobrando à medida em que o tempo passa. Não tenho dúvidas de que esta película, emana sensações. O final, sem dúvida, deixa em aberto alguns conceitos, mas não seria este o verdadeiro papel da liberdade? Deixar em aberto? Longe das trancas e das amarras do mundo?
( Uma das cenas mais impactantes, sem dúvida, foi a do show de bonecos, onde com Antoine e seu amigo haviam dezenas de crianças mais jovens e a câmera focava em suas faces. Vi ali muito mais do que o objetivo daquele filme ganhar vida e conversar com o espectador. Eu vi uma ascensão angelical de valores que ultrapassam qualquer explicação. Uma das minhas favoritas )
Belíssimo filme. O personagem principal é sem dúvidas um dos mais carismáticos da história do cinema, faz jus ao panteão dos melhores filmes de todos os tempos.
Clássico da Nouvelle Vague, apresenta fotografia linda e atmosfera encantadora! Daquela que filmes do Truffaut consegue passar e envolver. Adorei! Destaque para a fotografia!
Um filme autobiográfico e com conteúdo atemporal. A cena com a psicóloga é antológica.
Depois de assistir me deu vontade de reler "O apanhador no campo de centeio".
-La psychologue - Tes parents disent que tu mens tout le temps.
-Antoine Doinel - Ben, j'mens, j'mens de temps en temps quoi… des fois je leur dirais des choses qui seraient la vérité ils me croiraient pas, alors je préfère dire des mensonges.
Quero muito ver, só não encontro.
A atmosfera francesa é o que mais encanta no filme, realmente, eu esperava muito mais desse filme, até mesmo por ser dirigido pelo Truffaut. Faltou profundidade, faltou rebeldia desmedida; o filme é muito linear, sem grandes emoções e fatos, tudo muito programado e previsível. Bons diálogos, bons ângulos, boa estória mas nada excelente.
overrated
Um filme belíssimo, sensível, com uma fotografia linda.
Jean-Pierre Léaud está fabuloso no papel, retratando todos os conflitos do garoto que não encontra seu lugar em casa, na escola, na sociedade.
A cena da entrevista com a psicóloga nos dá todo o contexto da incompreensão citada no título: um menino rejeitado pela mãe, vivendo jogado, sem amor.
Só não gosto do fato de terem escolhido a capa com o título em inglês como imagem de exibição :/
poderia ser um filme comum sobre delinquencia juvenil se não tivesse um toque tão autoral e semi autobiográfico!
ótimo filme!
É um grande retrato autobiográfico da infância de Truffaut. Apesar de ser seu primeiro filme possuí quadros belíssimos e uma trilha impecável.
Mostra os que são nomeados como "responsáveis" do poder da direção de Doinel, seus pais e o professor, esses acreditam que o meio mais fácil é o do castigo e o da proibição, esquecendo o que deveria ser doado, a tolerância e o afeto.
Um drama simples e bem executado, bem real e tocante também. Gostei do desenvolvimento, é bem lento, porém nunca fica entediante, conta com boas referências e uma direção precisa. Os diálogos são bons, também, e o personagem principal é muito bem colocado dentro do filme. Gostei bastante.
Algum site para baixar ?
O filme explora muito o lado da infância perdida, por conta de descrenças dos pais em seus filhos. Antoine é o retrato de um filho que não tem suporte dos pais e muito menos uma vida digna de felicidade. As mentiras são válvulas para uma felicidade imaginável, os furtos são apenas uma exaltação naquilo que está morto em sua essência: vida. A direção do filme, assim como o ator, são ótimos. Podem dizer que ele não tem expressão, mas para mim, essa é a expressão. É conseguir passar a vontade do nada!
o melhor foi ver esse filme fumando o meu tradicional Marlboro e meu cinzeiro da cinZano e ver a parte que mostra o cinzeiro no filme, idênticos hehe ^^ Nouvelle Vague foi e é fantástico, necessário para o currículo de qualquer cinéfilo
Um filme essencial , que todos deveriam assistir. Foi inovador na época pela técnica utilizada pelo diretor François Truffaut que optou por uma direção mais livre , priorizando a cidade de Paris e investindo na agilidade narrativa e closes. É sem dúvida um filme atemporal, impossível alguém que se diz cinéfilo não assistir esse filme , que foi o manifesto inicial do movimento da Nouvelle Vague
chato, superestimado, o ator q faz o garoto sem expressão, não soube explorar a personalidade do personagem, o garoto não chorou, não cativou, não teve drama, foi raso, uma atuação vã, um desperdício da história por conta da atuação e do diretor que não soube extrair ou exigir esse empenho do ator, uma pena.
Pra mim, boa parte do "não sentir" do garoto foi por conta da criação que ele teve/tem na trama. Só conecta as coisas.
Um belo retrato de uma infância perdida, com uma linda fotografia e ótima trilha sonora. Mas não me cativou tanto quanto a média dos usuários que comentaram aqui. Ainda é um ótimo filme, valeria só pela cena final e o diálogo com a psicóloga, além dos pontos já destacados e a atuação de Jean-Pierre Léaud. E apesar de não ter me encantado tanto, estou curioso para saber o que aconteceu na vida de Antoine Doinel nos filmes seguintes de Truffaut.
"Até falaria a verdade, mas eles ainda assim não acreditariam em mim... Então eu prefiro mentir..."
Gente vou dar um dica pra vocês cinéfilos de plantão:
o site download cult: downloadcult.com, aproveitem o/
O final talvez seja uma das cenas mais belas do cinema.
Desafio dos 100 filmes
73. Um filme que o protagonista seja uma criança
Linda fotografia, linda trilha sonora (eu já até conhecia o tema de abertura e de encerramento, porque toca no The Dreamers). Adorei esse personagem, excelente atuação de Jean Pierre Leaud. Marquei como filme favorito só por causa dele!! Preciso assistir os outros quatro filmes com Antoine Doinel.
Desafio dos 100 filmes
11. Algum filme que te traga boas lembranças
Queria muito saber o que mais aconteceu na vida do Doinel, o filme me conquistou completamente.
Eu acho que o bacana seja assistir os 5 filmes em sequência, em que o personagem aparece: “Os Incompreendidos” (1959), “Antoine et Colette” (1962), “Beijos Roubados” (1968), “Domicilio Conjugal” (1970) e “Amor em Fuga” (1979). Deve ser legal acompanhar o crescimento de Doinel. Um dia pretendo assistir todos.
Ah, "Beijos Roubados" também é conhecido no Brasil como "Beijos Proibidos".
Baixei por torrent, Vivi. Esse:
http://kat.ph/the-400-blows-1959-bdrip-h264-aac-gopo-t582...
tem a legenda no legendas.tv
Mas eu baixo, junto a legenda pelo FormatFactory e vejo na televisão pelo Xbox, ele deixa a imagem perfeita, mas acredito que o release tem qualidade ótima para ver pelo computador ou por pen-drive na televisão também.
agora fica a pergunta, leandra. o q traria maior prazer: beijos roubados ou beijos proibidos? assista a todos, sim. um beijo.
Sem dúvida, Truffaut não poderia ter começado de outra maneira possível. Uma direção excelente, uma fotografia linda e a atuação de Jean-Pierre Léaud como Antoine Doinel, agradou tanto a François, que o mesmo personagem vai aparecer em outros três filmes bo diretor. Fora o caráter autobiográfico que Truffaut diz não constyar nesse filme, Doinel represente o espírito da Nouvelle Vague e a vontade de fazer cinema de todos os diretores envolvidos nessa "Nova Onda." O que mais me chama à atenção é a simplicidade com que o diretor trata a vida cotidiana, sem por menores. As vezes, as pessoas se enganam, de que um bom filme precisa ser cheio de extravagância para existir. Um filme imperdível.
O filme é lindo e deixa uma grande mensagem para nós pais ou futuros papais, que quando a natureza te presenteia com um filho, ela lhe dá uma página em branco e cabe nós escrevermos ali a melhor história de nossas vidas
Sendo claro e objetivo: o personagem "Antoine Doinel" usa seu instinto de sobrevivência ao mesmo tempo que procura algo que o faça sentir a vida. Viver por conta própria, não estudar ou mesmo só conseguir dinheiro pra se satisfazer eram coisas que o deixavam motivado a sair de sua rotina. Sua vontade de conhecer as coisas (dentre elas o cenário no fim do filme) foi um tanto quanto mal abordado, pois foi rápido, direto, porém ainda com um modo sentimental.
Por alguns momentos jurei pensar que o personagem seria uma versão ainda mais juvenil dos personagens de James Dean, mas sabia que a diferença entre os dois era a intensidade de Dean contra o rosto calmo - mas astuto - de Jean-Pierre Léaud.
Clássico obrigatório que ajudou a mudar a história do cinema ao participar da criação da Nouvelle Vague.
05/11 00:15 Telecine Cult
07/11 10:45 Telecine Cult
http://www.facebook.com/criticalivredecinema