Estupendo! É um suspense perfeito, sem tirar nem por. Roteiro sensacional, atuações sensacionais (Ezra e Tilda) direção, fotografia e takes idem. Perturbador e inteligente, recomendo a todos e todos e todos e todos e todos...
Eva (Tilda Swinton) mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida. O motivo disso vem de seu passado, quando vivia com seu marido Franklin (John C. Reilly) e seus dois filhos: Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller) e Celia (Ashley Gerasimovich). Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, mas Eva jamais imaginaria o que ele seria capaz de fazer.
Estupendo! É um suspense perfeito, sem tirar nem por. Roteiro sensacional, atuações sensacionais (Ezra e Tilda) direção, fotografia e takes idem. Perturbador e inteligente, recomendo a todos e todos e todos e todos e todos...
Perturbador, bem construído e com uma ótima interpretação da Tilda Swinton. Na TV:
24/05 05:45 Telecine Pipoca
24/05 05:45 Telecine Pipoca HD
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Olá! + Precisamos Falar Sobre o Kevin aqui: http://colecaofrasestrechoselecaodosleitores.blogspot.com.... Conheça! Tks!
Curti, direção ótima e história atrativa. Achei interessante também o jeito em que a história foi contada, com várias passagens no tempo (embora isso também me deixasse um pouco confuso). Muitas cenas principalmente no começo do filme se passavam só em flashes e pareciam não fazer sentido, mas lá no final dava pra começar a entender o porquê de cada uma dessas cenas rápidas. Outra coisa que percebi é que com o passar da história parece que começa a vir um ar de depressão nas cenas, você sente o que a Eva estava sentindo, em uma hora ou outra até me senti conectado com a história.
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Achei inteligente o uso da cor vermelha nos mínimos detalhes do filme.
Melhor trabalho da Tilda Swinton, sem sombra de dúvida. Ezra Miller arrebentou. Um roteiro mega bem amarrado, um filme pra ser apreciado muito, o roteiro e a direção arrebatadores. Um SHOW!
O que uma estrutura familiar mal configurada pode ocasionar no desenvolvimento psicológico de uma pessoa... Um salve a Ezra Miller, pela ótima atuação.
"DEVÍAMOS ter falado sobre o Kevin"...
Adorei a direção desse filme. Como trabalhou bem, em cada cena, a trájica vida dessa família, desta mulher, deste garoto. As simbologias, as imagens... A atuação de Tilda Swinton... A atuação difícil de Ezra Miller, pq, pra mim, acho que foi uma carga pesada para o jovem ator, e ele o fez muito bem!
Não acho que a culpa seja só dela. Culpa não por ele ser um psicopata (pq isso não é culpa de ninguém, lógico), mas culpa de não terem buscado tratamento pra o kevin. A mãe até tentou, mas o pai que o mimoum não concordava... Faltou , assim, atitude forte por parte de dela, pra insistir. Gente, como sofri com essa mulher. às vezes ser mãe é tão difícil; ela não era das melhores, mas o azar foi o menino nascer com uma índole como aquela.
Mas Denise, não existe tratamento para a psicopatologia. Apenas paliativos que nem sempre funcionam.
E, de qualquer forma,
os pais de Kevin (e isso inclui Eva, é claro), não sabiam que ele era um psicopata, com todas as letras. Aliás, o filme em si não deixa isso muito claro. Pode parecer pra muita gente (já vi algumas pessoas comentando isso, inclusive aqui nessa página) que ele só era mais um adolescente revoltado.
Sim, eu sei que não há cura, mas um pouquinho de tratamento talvez poderia ter impedido (talvez) a trajédia maior...
Eu também fiquei pensando que dizer que ele é um psicopata é afirmar sem ser especialista no caso. Pq eu acho que o que ele tinha com a mãe é meio sem explicação, e aí o interessante do filme, pq , pra mim, é um pouco misterioso.
O pior que nem um pouquinho de tratamento resolve psicopatia Denise. Psicopatia é uma DESORDEM de personalidade onde não há cura e não há remédios infelizmente. Ele é um predador ou parasita social que faz o que bem quer sem culpa ou remorso. Acho que nem os mimos do pai teve alguma associação com o comportamento de Kevin. Muitos nascem assim, mas nem todo psicopata mata. Estima-se que 1% da população mundial tenha essa desordem.
A verdade é que o Kevin sabia como manipular as pessoas a sua volta, a única pessoa para quem ele se mostrava era a própria mãe, diante dela ele mostra sua verdadeira personalidade!
(Se você ainda não assistiu ao filme melhor parar de ler por aqui)
Assisti o filme inteiro achando que Kevin realmente gostava do pai. Depois cheguei a conclusão de que ele só fingia que gostava do pai para atingir a mãe.
Ele não consegue se por no lugar dos outros, por isso que matar um hamster, ou matar diversas pessoas parece não afetá-lo nenhum pouco. Psicopatas não tem sentimentos, e não os entendem...
Entretanto, no filme ele mostra sentir afeto pela mãe em algumas cenas.
Na cena em que Eva lê um livro para ele... E na cena do desfecho, quando eles se abraçam e ela vai embora.
Não sei se existem "graus de psicopatologia"... não sei se ele pode ter consciência ou sentimentos em alguns momentos raros (no caso da cena final)... isso me deixa confusa, pois levanta a hipótese de que ele não era psicopata? Não sei... mas creio que ele era sim.
Existe algo mais ou menos parecidos com graus sim Luciana, desenvolvidos pelo Dr. Blackburn. Ele tentou subdividir em tipos a questão Anti Social dessas pessoas. Tem o tipo primário e secundário. Mais tarde, diante de pesquisas com pessoas de perfis psicoticos, esses dois tipos foram divididos em 4 sutipos.
Vi ontem pela terceira vez esse ano. A Tilda e o Ezra estão perfeitos, a trilha sonora é viciante, mal posso esperar pra ler o livro http://www.youtube.com/watch?v=OZXS4tnmI_0
Perdi meu tempo assistindo. Eu preferia ler o livro.
Pra mim o grande destaque desse filme é a atuação da Tilda Swinton. No mais a vontade que eu tive
foi de pegar o Kevin e jogar longe, que nem a mãe dele fez.
Fiel ao livro. Gosto quando isso acontece. Ambos - livro e filme - emocionam e faz a gente questionar muitas coisas.
Os atores foram muito bem escolhidos para deixar a trama com um pouco mais de "realismo".
eu achei o filme muito bom, a direção, fotografia, roteiro, etc. Mas achei que faltou muita coisa no climax e algumas coisas deixaram de ser explicadas e deixaram o expectador com cara de paisagem. Gostei, mas faltou muita coisa ):
A natureza dele já era ruim, mas convenhamos que ela abaixava a cabeça pra tudo que ele fazia, ele parecia o adulto e ela a criança da relação. Não tinha como dar outra coisa.
"Psicopatas não sentem nenhuma angústia pessoal e não tem nenhum problema; o problema quem tem são os outros. Sua capacidade para castigar suas vítimas se baseia em um comportamento anormal do cérebro, que reage de forma completamente diferente do que o de uma pessoa sã”.
Precisamos falar sobre Kevin, sobre Eva, sobre mim...
-sei lá, essa relação mãe/filho é que mais me amedronta em arriscar a maternidade um dia-
Eu tinha uma lista de elogios para fazer sobre esse filme. Mas todos que comentaram aqui souberam falar por mim.
Não li o livro, então confesso que não sei bem se foi era igualmente chocante. De qualquer forma, palmas para a Tilda, atriz de quem nunca fui muito fã, mas que soube dar o peso que o papel merecia. Palmas para todas as fases do Kevin, que me fizeram sentir raiva eme por no lugar da mãe. Palmas até para o pai que, apesar de tudo, só estava cumprindo seu papel de chefe da família.
Filme IM-PE-CÁ-VEL, não decepcionou em nada.
Otimo filme, com muita reflexão principalmente para quem é pai. Fiquei com muitas duvidas, não sei se coloco culpa na mãe no pai ou nos dois. Uma chocante realidade. Esse filme me impressionou e que exige muita atenção durante todo filme e mais uma boa atuação de Tilda Swinton que angustia ela nos transmite.
achei enigmático a metáfora da tinta vermelha, mas quando se liga com a atuação da Swinton, fica mais clara.
Muito bom, e tenso.
Gostei da metáfora da tinta vermelha, que foi bem usada assim como no livro (:
"Não é porque nos acostumamos com algo que gostamos daquilo, você se acostumou comigo, certo?"
Se eu tivesse assistido o filme sem um amigo me contar a história antes, eu com certeza não veria até o fim por falta de interesse e por ficar sem entender muita coisa. É um filme bom, porém deixa muitas dúvidas.
Minha mãe não me ama, odeio todo mundo, a vida é uma merda, hum ja sei! Vou mostrar pra minha mãe que levado eu sou e que também não amo ela, *flechas puft*, pronto! Agora eu me consagro...
E então, por que fez isso meu filho ?
Eu pensei que você não me ama... não, pera.
O filme deixa uma interrogação na cabeça sobre o PORQUE do massacre. Seria a falta de atenção e carinho da mãe? A gente não tem uma CERTEZA mesmo, até porque no final ele parece se arrepender.
Gosto de filmes que incomodam e esse aí faz muito isso. A gente sai meio atordoado com a realidade enigmática, nua, crua e cruel de "We need to talk about Kevin".
Gostei da metáfora da tinta vermelha: a mãe (Eva) passa o filme todo tentando limpar o "vermelho" da casa, do carro, das mãos, DA CONSCIÊNCIA...
O filme é forte e mostra a destruição de uma família de modo progressivo e angustiante. Ganha muito com a interpretação feroz de Tilda Swinton e o contraponto calmo de John C. Reilly. Gostei muito do Kevin quando criança, mas sua versão adoelscente, interpretada pelo queridinho do momento Ezra Miller, não me desceu. Achei de um exagero quase sensacionalista, que por vezes atrapalha o filme. Descontado isso, temos um bom filme sobre esse assunto tão delicado que é a desestrutração de uma família e as possíveis causas que levam a isso. Recomendado!
É nas interpretações poderosas de Tilda Swinto e Erza Miller e no aprofundamento na mente da mãe (seu sentimento de culpa, sua vontade de querer se livrar da culpa, sua vontade de entender o filho, sua vontade de amar seu filho, sua vontade de tentar entende-lo, sua persistência em não abandona-lo) que o filme cresce. Dessa forma, o filme se salva de ser novelão e vira um assustador e envolvente estudo da mente de psicológico e da responsabilidade da mãe em seus atos. Direção muito boa, encaixa tudo com inteligência e apresenta rica parte artística que acrescenta e aumenta o impacto das cenas.
Filme legalzão. Só fiquei com medo de ter um filho que nem o Kevin, porque pelo que parece a mãe nada fez para que ele se tornasse quem se tornou.
História cruel e realista sobre o desenvolvimento de um psicopata desde a mais tenra idade até o ápice de seus impulsos. Quase todas as estrelas em minha nota para o filme vão para Tilda Swinton e sua atuação maravilhosa, e para a direção extremamente inteligente e precisa de Lynne Ramsey. Excelente.
Me deixou tenso até o fim e sem aqueles suspenses clichês de filmes de terror.