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Nem sei o que dizer...
Não é todo diretor que sabe fazer um filme com três pessoas (o homem não conta) atuando de forma convincente. -
Quando eu pensava que nada ia ser mais inspirador que a cena sobre Chopin, logo me vem uma enxurrada de palavras ditas que faz o coração doer.
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Vale pelas atuações. O filme retrata fantasmas do passado, casos de família, mas o Bergman é sempre muito parado.
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Vale a pena guardar rancor? Mágoa e afeição andam realmente numa linha paralela? Que show de atuações! Desde "Baby Jane" não via um confronto feminino de duas gigantes do cinema. Ingrid Bergman e Liv Ullmann estão perfeitas. Já é meu favorito do Ingmar, que como sempre, dá o seu jeito de injetar doses de existencialismo em suas obras :) Cinco estrelas sem pestanejar!
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Em Sonata de Outono ambas perceberam (mãe & filha), cada uma a seu modo, dentro de seu estilo, o que uma esperava encontrar na outra. Mas já parecia tarde de mais... O filme nos mostra como desabafar e discutir sobre nossos problemas com a pessoa que amamos pode ser o melhor remédio, em todas as ocasiões algum resultado vai surgir. Mas o que todos devem saber é que as pessoas amam umas as outras de formas diferentes. Sentimentos: Não peça algo que não pode dar, e não dê algo que não queira.
Para mim, o filme mais complexo sobre a relação entre mãe e filha(o)."Uma sonata é uma composição musical em três ou quatro movimentos, para dois instrumentos. O primeiro movimento é construído sobre dois temas, o primeiro num tom leve, o segundo num tom mais forte e dominante. O terceiro e o quarto movimentos alternam a tonalidade leve e forte em exercícios circulares".
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Ingmar Bergman e Ingrid Bergman, que encontro foda! Adoro essa habilidade do Bergman em pegar situações comuns até (nesse caso, o abandono de uma mãe) e transformar em monólogos e confrontos sobre frustrações e medos que tocam lá no fundo da alma. Vi com a minha mãe, o texto é tão profundo e as performances tão viscerais (as três monstruosas em cena) que ao fim ficamos os dois desconfortáveis. Obg por essa cadeirada nas costas, mestre Bergman.
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qualquer coisa que eu diga sobre esse filme não vai alcançar o que eu senti, então:
Bergman, obrigada. -
Teve um trechinho em especial que anotei pra não esquecer:
"É medo e presunção acreditar em limites. Não existem limites, nem para os pensamentos... nem para os sentimentos. É a ansiedade que impõe limites." -
Um desses filmes que te absorve e não te liberta nem quando acaba, porque os diálogos dessas duas personagens incrivelmente in-ten-sas ficam ecoando na nossa cabeça.
Terminou e eu pensei: não existem mais gênios como Bergman. -
Bergman consegue fazer todos os meus ossos sentirem a dor de um personagem, sinto repulsa, sinto admiração, sinto pena. Sinto a vida.
Repito que ele era um gênio a cada vez que assisto um de seus filmes, esse em particular escavou no mais profundo dos meus sentimentos e na mais sincera das minhas verdades.
Nas visitas que faço a casa de minha mãe, cujo abandonei a dois anos, eu sinto um lar quebrado, que aos poucos reconstruo.
Esse é um dos filmes mais emocionantes dele, Eva é o que todo mundo carrega dentro de si, rancor e bondade em excesso.
Esse é um dos filmes que desenterram os sentimentos mais obscuros e doces, aquele ensinamento que um filho dá para um pai, uma mãe, que as vezes é mais sincero e forte do que todo o ensinamento que o mesmo filho teve de ambos, criar é diferente de educar, e a Eva educou muito bem sua Mãe em uma conversa.
Nem sempre as nossas certezas são a mais pura verdade, eu senti a ingenuidade de sua mãe, que não sabia ser mãe, nunca foi, que esperava na filha uma força que não tinha em si mesma.
Eu sinto essa carência na maioria das mães, a carência de um apoio e não de uma criança.Bergman, você salvou minha alma.
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Ingmar Bergman, grande mestre do cinema intimista, dos diálogos densos e profundos, cheios de rancor e mágoa. E que atuação da Liv Ullmann! A personagem Eva nos convida a (re)viver e sofrer junto com ela; o filme é um verdadeiro soco no estômago, faz pensar...
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Talvez a mais pesada e introspectiva lavagem de roupa suja da história do cinema. Agora sinto que preciso ir a fundo na filmografia de Bergman.
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"Sonata de Outono" é mais um grandioso mérito de Bergman que infelizmente, muitas vezes é esquecido por conta de suas obras mais famosas como "O Sétimo Selo" e "Morangos Silvestres", mas não se deixem enganar, "Sonata de Outono" é Bergman em sua melhor forma, mostrando que ele é um dos poucos cineastas capazes de criar roteiros tão sensíveis, profundos e reflexivos e dirigi-los de tal maneira que o espectador sinta tudo isso no silêncio e nos diálogos fortes e contundentes das cenas. O diretor ainda tem o mérito de trabalhar com grandes atrizes em cena que no caso são Ingrid Bergman(que recebeu uma merecida indicação no Oscar por sua atuação neste filme), Lena Nyman que apesar de aparecer pouco chama a atenção e Liv Ullman que para mim é uma das maiores atrizes de todos os tempos e claro, a musa de Ingmar Bergman que pelo menos para mim se destaca no filme tendo grandes cenas e monólogos maravilhosos aqui.
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''as vezes, quando eu não dormia à noite, eu me perguntava se realmente estava viva. É assim com todo mundo? ou será que uns tem mais talento para viver do que outros? ou será que alguns jamais vivem, mas apenas existem?''
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Um filme com roteiro e direção por Ingmar Bergman, com Liv Ullmann e Ingrid Bergman... Isso já diz tudo. Indescritível!
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Maravilhoso!!!
"É preciso aprender a viver. Eu pratico todo o dia. Contudo meu maior obstáculo é não saber quem sou. Eu tateio cegamente...
Se alguém me ama como eu sou, posso finalmente ter a coragem de olhar para mim mesma. Porém essa possibilidade é pouco viável...” -
Na aparente calma do reencontro de uma mãe e uma filha que não se veem há muito tempo surge um turbilhão de memórias e histórias de amor e ódio. Ingrid e Liv não parecem estar atuando, mas vivendo no corpo e na alma os dramas de suas personagens. Qualquer atriz atual que quiser ser chamada como tal tem que ver o trabalho dessas duas nessa belíssima obra de Ingmar Bergman. Obra-prima!
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Um filme soberbo. Um dos melhores do diretor, o melhor filme com Ingrid Bergman e uma das melhores atuações de Liv Ullmann. Aliás, Liv Ullmann e Ingrid Bergman parece até que disputam para mostrar quem é a atriz mais brilhante; não há no cinema um paralelo para a atuação dessas duas neste filme. Depois de Sonata de Outono, não há problema nenhum em dizer que são as duas atrizes mais perfeitas e talentosas do cinema! Cada gesto, cada palavra, cada expressão do rosto é uma revelação, das mais profundas, da alma humana. A sensação, ao terminar o filme, como é de praxe na filmografia do diretor sueco, é que nos tornamos íntimos daquelas pessoas, compartilhamos os mesmos dramas vividos e temos nosso próprio espírito desvelado. Neste filme se encontram, talvez, os melhores monólogos de toda filmografia do Bergman. É muito comovente, em particular, a cena inicial do homem falando sobre sua esposa, além do incrível diálogo (quase que um discurso metafísico) em que a filha "explica" para a mãe como ainda sente a presença de seu falecido filho.
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Um drama diferente de tudo o que já vi.
Tinha tudo para ser mais um filme que retrata o difícil relacionamento entre mãe e filha, mas tornou-se único ao dar humanidade a esses conflitos.
Em determinados momentos, parece que nós estamos ali ao lado das personagens em suas discussões, não estamos apenas assistindo, estamos fazendo parte, estamos tentando entender ambos os lados.
Nunca havia assistido um filme com essas nuances e tonalidades humanas repletas de defeitos, culpas e mágoas, confesso que estou sentindo um peso dentro de mim é como se as personagens fossem alguém de minha família.
O que dizer de Ingrid Bergman?
Apaixonado por ela estou há muito tempo e aqui ela está divina e inclusive esse filme é um pouco de sua história, pois ela sempre esteve distante dos filhos por causa do seu trabalho e esse fato é mencionado em um documentário sobre sua vida, claro que ela não tinha um relacionamento turbulento com eles, mas ela era distante, mesmo sem querer.
Liv Ullmann atriz cujo trabalho não conhecia me fascinou do início ao fim, simplesmente ela incorporou a personagem, deixou a personagem usá-la e manifestar suas emoções, perfeita.
Ingmar Bergman é um diretor que conhecia superficialmente, nunca havia assistido a nenhum de seus filmes, mas havia assistido Interiores de Woody Allen ao qual dizem que Woody se inspirou em Bergman ao escrevê-lo e dirigi-lo e havia gostado muito desse estilo sombrio e dramático.
Enfim é um filme denso que te faz refletir sobre o Ser Humano e a consequência de seus erros e atitudes.
Uma obra prima. -
Mais alguém notou que o livro que Ingrid Bergman está lendo é um livro que tem o próprio fanfarrão do Bergman atrás?
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Em tempo, eu li em algum lugar que o Bergman odiou trabalhar com a Ingrid, que ela era muito exigente e cheia de detalhes em cena. Gostaria de saber se essa informação confere.
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Uma visão aterradora de um relacionamento tenso entre mãe e filha, visto sobre a ótica cruel e realista de Ingmar Bergman. Diálogos perfeitamente conduzidos pela habilidade das protagonistas, Liv Ullmann e Ingrid Bergman.
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As lágrimas brotaram nos meus olhos, mas não escorreram. Intenso e frio. Extremamente humano. Bergman e suas questões profundas... Liv Ullman e Ingrid Bergman em atuações primorosas.
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Bergman: um dos maiores conhecedores da alma humana.
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Sempre fico perplexa ao observar o quanto os sentimentos podem vir a ser tão arrebatadores e intensos. Meus olhos marejaram.
Bergman, obrigado por ter um olhar tão atento e genial acerca de tudo isso. -
Preciso aprender a viver. Eu treino todos os dias. Meu maior obstáculo é não saber quem eu sou. Vou tropeçando, às cegas. Se alguém me amar do jeito que eu sou, talvez eu finalmente me arrisque a olhar pra mim mesma. Para mim, essa possibilidade é bastante remota.
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Terminei de assistir a esse filme em êxtase. Tem todos aqueles elementos bergmenianos, com um adicional que não sei explicar... E talvez seja aquilo que as pessoas chamam de "coisas do coração", que são individuais e, mesmo sendo individuais, alguém consegue despertar na gente. E Bergman é mestre nisso!
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Ah, e esqueci de deixar claro: um dos melhores roteiros que eu já vi.
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Absurdamente tocante, profundo e triste.
Quem assisti Persona e vê duas palavras saírem da boca de Liv, e, logo após, assistir Sonata de Outono e aquele desabafo angustiante, não só se impressiona, quando leva um choque sentimental.Na primeira vez que olhamos a personagem de Ullman, vemos ou julgamos como uma mulher indefesa, ingênua, aparentemente solitária e de feições tristes. Sim, tudo isso acaba se mostrando correto, menos o ingênua e talvez, o indefesa.
No filme toda ela se mostrou calma e até angelical, como se uma áurea pura estive em volta de seu corpo. Achei estranho ela ter falado "mal" da mãe para o marido, algo a mais viria depois daquilo, e veio. Enfim, depois do diálogo na madrugada entre mãe e filha, vemos realmente quem ela escondia naquela ternura sombria: o ódio criado pelo abandono, pela indiferença, pela falta de amor. Retrato de uma verdade excelentíssimo bem formado e desenvolvido.
E um comentário breve sobre a beleza de Liv que, mesmo com essa roupa e cabelo de criança, ainda pode ser muito bem vista. Mulher linda, mulher talentosa! -
Notas tocadas com amargura e um dos mais atordoantes ajustes de conta com o passado já filmados.
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o bergman me perturba, um ser pensante com o seu cinema, consegue, desgraçar-se e encontrar-se, nos diálogos de seus filmes. Sonata de Outono é incrível, a atuação da Liv Ullmann já tinha ganhado o meu bom olhar em "Persona" e agora, nem se fala. Que grande atriz! um filme exacerbadamente grandioso, de ficar pausando e voltando as cenas, só pra refletir nos diálogos e imagens.
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"Preciso aprender a viver. Eu treino todos os dias. Meu maior obstáculo é não saber quem eu sou. Vou tropeçando, às cegas. Se alguém me amar do jeito que eu sou, talvez eu finalmente me arrisque a olhar pra mim mesma. Para mim, essa possibilidade é bastante remota."
Chorei feito uma criança. É difícil assistir um filme que toca diretamente na sua ferida. Mas é bom não se sentir sozinha com essa dor, com essa raiva toda dentro de si. Os filmes do Bergman se tornaram verdadeiras companhias pra mim. Meus melhores amigos.
"Eu não me atrevia a ser eu mesma nem quando eu estava sozinha."
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Que trecho lindo, assisti ao filme já tem um tempo, não me lembrava. ^^ Mas me lembro como foi difícil e intenso lidar com as emoções após assisti-lo, já que a história me remete a uma parte da minha vida...
Quais outros do Bergman você gosta muito? -
Da minha vida tbm. *--*
Eu gosto muito da trilogia do silêncio. Mas até agora Persona é o meu favorito. Acho esse filme genial. Mexeu muito com o meu psicológico. Haha'
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Ah conheço de nome Persona, mas ainda não o vi! Fiquei animada para assisti-lo, obrigada pela dica! ; )
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Que puta filmaço. O que é essa atriz chamada Liv Ullmann?
"Mãe e filha, que mistura terrível de sentimentos, confusão e destruição. Tudo é possível e tudo se faz por amor e preocupação. As cicatrizes da mãe são passadas para a filha. As falhas da mãe são pagas pela filha. A infelicidade da mãe é a infelicidade da filha. Parece que o cordão umbilical nunca foi cortado. É isso? Será que a infelicidade da filha é o triunfo da mãe? Mamãe, será que a minha tristeza é a sua satisfação secreta?" -
Forte. Lindo, triste, emocionante, intenso. Nenhum filme nunca me tocou tão fundo.
Difícil aceitar o quanto pode ser real. -
Ingmar e Liv conquistaram um lugar na minha lista de preferidos entre diretores e atrizes. Ótimo filme, perturbador. Os diálogos e monólogos parecem exagerados, mas nada mais são do que a realidade de uma relação conflituosa e uma lavagem de roupa suja.
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Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.com-
Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.com -
O QUE?
Ingmar é o diretor, nasceu dois/três anos depois da atriz Ingrid Bergman. Não tem como ser FILHA dela. E a Ingrid foi INDICADA ao Oscar por este filme, ela não levou a estatueta por ele.
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Nunca antes o cinema se mostrou tão frio, e ao mesmo tempo intenso..
Um drama densamente inteligente, dirigido com primor. -
a cada filme me apaixono mais pelo ingmar bergman, é um tipo de cinema que não existe igual..
"A mother and a daughter, what a terrible combination of feelings and confusion and destruction"; essa fraese resume bem o espírito do filme..uma relação que tem tudo pra não dar certo, mas que tbm supera tudo, como nos mostram as personagens. as atuações da Liv Ullmann e da Ingrid Bergman não existem, simplesmente!! -
"Para mim o ser humano é uma tremenda criação...Um pensamento inconcebível. No ser humano existe tudo, do mais elevado até o mais baixo. O homem é a imagem de Deus e Deus existe em tudo. E assim o ser humano foi criado, mas também os demônios, os santos, os profetas, os artistas, os iconoclastas. Tudo existe lado a lado. É como se fossem desenhos gigantes mudando o tempo inteiro. Da mesma maneira devem existir inúmeras realidades. Não apenas a realidade que percebemos com nossas obtusas sensibilidades, mas um tumulto de realidades arqueando-se uma em cima da outra, por dentro e por fora. É só o medo e o puritanismo que nos leva a acreditar em limites. Não existem limites. Nem para pensamentos nem para sentimentos. A ansiedade é que estabelece limites".
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A negligência de afeto materno é a pior experiência que alguém pode ter, é uma ferida permanente que consome a alma.
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"[...] Às vezes, quando não dormia à noite, eu me perguntava se realmente estava viva.
É assim com todo mundo?
Ou será que uns têm mais talento para viver do que outros?
Ou será que alguns jamais vivem... mas apenas existem? [...]"