Achei insuportável. Sei lá... A forma como foi feito não me agradou, e não sei se era impressão minha, mas o som quando cortava pro Caio estava muito melhor.
Uma longa viagem é a história de três irmãos. A linha dramática é dada pela história do caçula, que vai para Londres em 1969, mandado pela família para que ele não entrasse na luta armada contra a ditadura no Brasil, seguindo os passos da irmã. Durante os 9 anos em que viaja pelo mundo, ele escreve cartas. Em contraponto à entrevista e as cartas, os comentários em off da irmã, presa política que virou uma artista reconhecida e viaja pelo mundo, quase num processo inverso ao vivido pelo irmão, que de viajante livre foi obrigado a enfrentar algumas internações em hospitais psiquiátricos. No fundo, é um documentário que trabalha sobre a memória. Não somente pela forma como é feita a investigação, mas também sobre o que motivou o filme: a morte do terceiro irmão.
Achei insuportável. Sei lá... A forma como foi feito não me agradou, e não sei se era impressão minha, mas o som quando cortava pro Caio estava muito melhor.
Incrível história, incrível atuação... incrível documentário. Que roteiro maravilhoso de Lúcia Murat!!!
A atuação de Caio Blat tá incrível, como também os relatos divertidíssimos do irmão da Lúcia Murat. Mesmo sendo um filme/documentário familiar, é muito bacana acompanhar as histórias, que também criam uma narrativa de um Brasil na época da ditadura.
"A prisão foi uma maravinha! No quarto só radinho...mas tocava rock o dia inteiro" Bom de mais!
Gosto muito da Lúcia Murat, mas a melhor definição para o que é a audiência a este filme foi dito por uma linda moça que estava a meu lado na sessão de que participei: "uma verdadeira 'bad trip'!". De fato, o personagem Heitor é muito interessante e coerente tanto no que diz respeito à sua esquizofrenia "conseqüencial" quanto na aceitação dos efeitos colaterais a longo prazo de todos os "expansores do músculo cerebral" que experimentou, mas, para além da beleza nostálgica de algumas passagens e para a exposição benfazeja a que a (família da) diretora se propõe, o filme cansa por desviar-se de seu prório ritmo muitas vezes, pela desnecessidade das intervenções "reconstitutivas" do Caio Blat e pela vacuidade dalguns recursos temáticos que, infelizmente, passam ao largo de um retrato incisivo dos terrores da ditadura ou das imposições psiquiátrico-institucionais que se insinua várias vezes e que, se tivesse sidfo levado ao cabo, tornaria o filme muitíssimo mais interessante. Mas, passados os 'flashbacks' negativos acerca de sua sessão, admito que ele merece ser bastante discutido: a diretora ainda tem muito o que nos dizer!
quero MUITO ver esse filme, mas não acho em lugar nenhum pra baixar. comofas?
Sou nordestino e tenho orgulho da região onde nasci e tantos outros que engrandeceram a cultura brasileira, como: José de Alencar (Ceará), Graciliano Ramos (Alagoas), Castro Alves e Jorge Amado (Bahia) Ariano Suassuna (Pernambuco) ... Esta preconceituosa, Vivian Darkbloom ( FRANGA DE MACUMBA) ou mais conhecida aqui em Salvador como (DESPACHO DE ENCRUZILHADA), não deve ser mamífera, talvez OVÍPARA advinda de uma chocadeira made in CHINA ou PARAGUAIA!
A cineasta ex-presa política da ditadura, Lúcia Murat, presenteia o público com um documentário assumidamente pessoal, guiado pelas "viagens" do seu irmão mais novo e outras memórias. O formato do filme mescla depoimentos bem humorados com imagens de filmes, músicas setentistas, atualidades e um Caio Blat impecável dramatizando cartas de Heitor à sua mãe enquanto viajava. Feliz do espectador que embarca na jornada de Heitor através deste trabalho, compreendendo melhor a geração dos anos 70 e sua busca incansável por liberdade.
Quero ver antes de qualquer coisa, mas parace bem interessante.
interessante, aspirante e indagador. Uma leve comedia com a temática de uma vida de viagens
Chato. O assunto poderia ter sido muito melhor explorado, mas não foi bem contado.
pena q o caio blat morre no final, mas mt bom o filme
Criou um perfil só pra fazer falsos spoilers?
Se é falta do que fazer, a pilha de louça daqui de casa tá prontinha pra você lavar.
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Equipe Filmow.com
Gente, a menina assistiu Rebelde e tem Bruna Surfistinha, Vampire Diaries e Skins nos favoritos e fala toda pedante "minha empregada"... Preciso dizer mais alguma coisa? Vamos deixá-la com seus comentários vazios e infantis que falta de cultura não se nivela, ignora.
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Equipe Filmow.com
Talvez a amiguinha devesse perceber o quanto meu nível intelectual transcende o seu, criaturinha estúpida, inexpressiva e insignificante.
Como os demais participantes do Filmow aqui podem ver, meu linguajar, quando comparado ao dessa VADIA (isso foi uma exceção, perdoem-me ^^), demonstra como minha educação e meu nível cultural superam o da moça. Diferentemente do internetês vulgar e imbecil usada por Vivian, o que só externa sua incapacidade e demência totais.
Minha capacidade de fundamentação argumentativa só é superada por minha habilidade de argumentar meus pensamentos e ideias de maneira a nivelar a conversação em um patamar de mentalidade ainda não atingidos por ela. Ambas as qualidades aqui descritas se mostram ausentes na pessoa citada, uma garota sem o menor direcionamento cultural - que pena eu sinto dela.
O fato de ela associar a região na qual habito a seca constante e destruidora só mostra como seus conhecimentos de Geografia básica são limitados e deprimentemente vazios. É o mesmo que associar habitantes do Norte a índios única e exclusivamente e habitantes do Sul a homossexuais de galochas. Esse tipo de estereotipagem denota mais uma vez uma incapacidade do pensar nesse ser inferior.
Tenho pena de sua demência, moça estúpida, débil e alienada.
Prefiro nem comparar meu gosto para cinema e literatura com o seu, que nem conhece os grandes mestre dessas artes e não tem o menor embasamento para discutir com pessoas do meu intelecto.
Acredito sim que existem mentes mais avançadas que outras, e para qualquer argumento (ou protótipo de argumento) que a garota tente apresentar, terei dez contra-argumentos para bombardear nesse fórum.
Assistiu Pretty Little Liars e agora quer dar uma de bad girl do Filmow e ainda usando um pseudônimo nem um pouco original.
Nossa, fomos todos atingidos por seus argumentos e português fortíssimos.
Mas o argumento dela foi bom: "e vc q eh nordestino pelo menos aqui em casa tem agua".
O mesmo que dizer que: Sou burra, mas tenho água na minha casa!
Valores não se discute.
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Equipe Filmow.com
Na boa, galera... Isso que a garota falou aparece em qualquer sinopse do filme. É como ver um documentário falando sobre Vladimir Herzog e não saber que ele morreu.
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CAIO BLAT, SINONIMO DE INOVAÇAO, QM NAO LEMBRA DO SEU NU FRONTAL NAQUELE FILME?
Liberdade, história, amor. Viagem sem fim, delícia ... Janis Joplin ....então...amei d+.
Q poster feio da porra! rs
Concordo Douglas, só pelo poster eu já fiquei super sem vontade de assistir, mas gostei da sinopse. tô mais interessada agora! =)
Mesmo assim eu tbm nao vou deixa de assistir :p
E como diz o ditado, não julgue o livro pela capa ;)
É uma forma diferente de apresentar uma história em forma de "documentário", misto de doc com partes contemplativas, narrações em off e encenações. Particularmente não curti muito esse misto, principalmente as partes encenadas, porém não deixa de ser uma leitura diferente e podendo ser melhor explorada. Também entendo que foi feito três segmentos diferentes para cada parte: o documentário é a parte das viagens do Heitor, as encenações são as partes literárias das cartas, e a voz em off é contando os fatos dentro do Brasil (contexto político-social brasileira, familiar e pessoal de Lúcia).
A idéia de não seguir as fimagens-padrões de um documentário foi bastante interessante, porém neste filme, acho que não ficaram muito bons. Mas apoio a iniciativa.
Vale a pena ver, com certeza!
Viajar com Heitor com suas histórias é uma experiência deliciosa!
Me interessei, principalmente pelo Caio Blat. Vamos ver se é realmente bom.
Não me interessei muito lendo pela sinopse, o filme é bom mesmo, gente?
"O filme intercala entrevistas com o próprio Hector, atuações de Caio Blat representando o irmão em sua juventude e narração em off da própria Lúcia. Cada uma das linhas narrativas apresenta características imagéticas diferentes – As entrevistas com Hector apresenta o padrão normal de documentário, seguindo a regra de terços, ele apresenta uma visão mais madura dos eventos que aconteceram durante sua jornada; Caio Blat narra as cartas que o irmão enviou para a família durante a viagem, ele geralmente se posiciona no centro ou em um dos terços do enquadramento em um ambiente com as características do lugar aonde ele se encontra, há também o uso de projeção de imagens e filmes com o mesmo intuito de recriar e climatizar o momento da vida do protagonista; A narração de Lúcia geralmente faz uso de lentes e filtros distorcidos (similares aos usados por Aleksandr Sokurov em filmes como – “Mãe e Filho” e “Fausto”), ao mesmo tempo que acompanha as paredes da prisão na qual a mesma ficou encarcerada."
Para ler o resto da resenha - http://www.lumi7.com.br/2012/05/uma-longa-viagem.html#com...