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  • Alysson Silva de Melo

    eiam a Crítica de "Deus não está Morto" (Estreia da Semana)

    O Longa fala sobre acreditar ou não em Deus, e isso é o remote da narrativa do inicio ao final. Quando vemos um título como esse já nos remete a ser um filme cristão feito para cristão, mas aqui o roteiro nos leva a um caminho para que fica óbvio o que vai acontecer em seguida o que deixa o filme um pouco previsível e repetitivo, visto que já existem filmes com essa mesma temática.

    A história mostrou a vida do Jovem Josh Wheaton (Shane Harper) que entrou na universidade, onde ele conhece um arrogante professor de filosofia que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre eles, que estão dispostos a tudo para justificar o seu ponto de vista – até se afastar das pessoas mais importantes para eles,

    A narrativa nos mostra vários personagens que de uma forma ou outra se interligam uns aos outros, aqui além do jovem e do professor vemos o drama de uma mãe em um hospital onde não se lembra dos filhos, O Pastor Dave onde sente a necessidade de fazer algo produtivo e concreto para Deus, Mark(Dean Cain) um homem que é um executivo de sucesso que não tem tempo para Deus e nem para a sua namorada que SPOILER: descobre que tem câncer, De outro lado temos a esposa do professor que tem conflitos com o mesmo por ser cristã e acreditar em Deus e por ultimo o Jovem Josh e sua namorada que namoram há seis anos mas ficam em conflito sobre a necessidade do namorado em defender sua tese de que Deus existe.

    O diretor Harold Cronk( "E se...você tivesse uma segunda chance") traz um filme mediano onde nos mostra e nos faz crer que a fé em Deus é mais importante que tudo e acerta no ponto que Deus é a pessoa mais importante de nossas vidas, a construção dos personagens foi bem colocada, dando um ritmo bom ao filme. O ator Shane Harper atua bem e dá conta do recado, os conflitos desenvolvidos entre os personagens Josh e o Professor Radisson ficaram bem na tela, mas o problema é o clichê e o roteiro que mirou no previsível o que prejudicou um pouco na narrativa onde ja sabíamos boa parte do que ia acontecer na história, não trazendo nada novo, algo que não saibamos.

    Os dramas dos personagens aqui abordados ficaram um pouco de segundo plano não sendo muito explorados pelo roteiro, há sim um teor dramático nas cenas da personagem Amy Ryan(Trisha LaFache) onde descobre que tem um câncer terminal e de que vai morrer em breve, desde a descoberta até os momentos seguintes mostrou um boa carga dramática que a personagem deveria ter e isso mostrado na tela soou bem real . Outro personagem interessante aqui foi Ayisha(Hadeel Sittu) que possui uma família onde é praticada uma outra religião e entra em conflito com o pai, as cenas do pai descobrindo a crença dela foi ótima, as tomadas bem sinalizadas, e bem realistas foi um outro acerto aqui.

    Um questionamento deixado na película é sobre acreditar em Deus ou não seja uma escolha, por mais que o roteiro nos leve a crer que o único caminho certo é Deus mas temos o livre arbítrio para escolhermos o caminho melhor que achemos e é essa a mensagem deixada ao assistir.

    O roteiro nos deixa muitas coisas em aberto, assim como o destino da maioria dos personagens você fica com um gostinho de quero mais e de saber o que aconteceu com essas pessoas? O diretor deixou em aberto para tirarmos nossas próprias conclusões.Não é um filme ruim, sendo classificado como um bom filme. "Agradável, Interessante e Real" Deus não está morto definitivamente não é um filme anti Deus, mas ele nos mostra como realmente é o mundo para aqueles que não acreditam. É recomendado para toda a família e principalmente para todos aqueles que acreditam em Deus, nem que seja um pouco.

    Nota: 7/10

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  • Alysson Silva de Melo

    Crítica: Sex Tape Perdidos na Nuvem(Estreia da Semana)

    O longa aposta em mostrar as diversas situações para o casal protagonista fazer sexo e esse é o tema do filme. Com muitas cenas de sexo e nudez dos atores Cameron Diaz e Jason Segel, esse talvez esse o maior atrativo de "Sex Tape".

    Quando Jay (Jason Segel) e Annie (Cameron Diaz) se conheceram, o romance era intenso; mas 10 anos e dois filhos depois, a chama do amor deles começou a se apagar. Para tentar reacender a chama, eles decidem gravar um vídeo de uma maratona de 3 horas onde eles tentam fazer todas as posições do livro A Alegria do Sexo. Parece ser uma boa, até eles descobrirem que o seu vídeo foi compartilhado na nuvem, aplicativo instalado nos iPads que Jay deu de presente a família e amigos. Com a reputação em jogo; sabendo que estão a apenas um clique de terem sua intimidade revelada ao mundo; eles partem em uma corrida para evitar que o vídeo vaze, o que dá aos dois uma noite fora de serie e mostra que o vídeo pode ser ainda mais revelador do que eles imaginavam.

    O diretor Jake Kasdan repete a parceria no ótimo "Professora sem Classe" onde também era protagonizado por Diaz e Jason , aqui o diretor optou por trazer uma comédia com cenas de nudez e sexys entre os protagonistas, essa sendo a primeira vez que Cameron fica nua em um filme, e a escolha dos atores foi um grande acerto do diretor visto o sucesso do seu filme anterior.

    A atriz Cameron se sobressaiu muito bem em suas cenas, Dando um tom e ritmo certo ao papel.Ela é ótima em comédias assim como Jason que ambos ja estão habituados em fazer filmes de comédia, O problema do longa foi usar os famoso clichês que geralmente são usados nesses tipos de filmes que torna um pouco repetitivo e com aquela sensação de que já vimos isso anteriormente, podendo o roteiro ter usado uma outra abordagem.

    Com situações muito hilárias e engraçadas dos protagonista para recuperar os iPads e apagar os vídeos assim como a participação especial de Jack Black como um de uma indústria de sites pornôs, as cenas envolvendo a filmagem de sexo de Diaz e Jason além de serem ótimas e totalmente loucas me fizeram lembrar as diversas comédias brasileiras que usam muito desse artifício para atrair o público e acredito que aqui em "Sex Tape" não tenha sido diferente.

    Classificando como: "Divertido, Hilário e Sexy" fazem de "Sex Tape- Perdidos na nuvem " um bom filme de comédia que mostra a boa química de Diaz e Jason , além da ótima forma deles em cena deixaram o filme mais sensual, ousado e bonito de se ver, talvez se tivesse deixado as confusões totalmente sem sexo e sem sentido abordadas no roteiro, acredito que sua aceitação entre público e critica seria melhor, mas o roteiro mostra exatamente isso a descontração, a diversão e não levar nada a sério e a risca porque o que importa aqui não é o roteiro mas as cenas de sexo e nudez de Cameron e Jason, porque não é todo dia que vemos Diaz nua na telona. Se você estiver procurando uma comédia romântica fuja desse filme, que aqui a comédia é o ponto forte.

    Nota: 7/10

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