Últimas opiniões enviadas
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Embora seja independente, de baixo orçamento e com alguns esteriótipos visíveis em alguns personagens, o filme consegue cumprir bem sua missão: debater a crença e o preconceito. Faz isso de forma correta, com o uso do principal armamento cristão, a bíblia. Se observarmos, é notável que, ao longo dos anos, os cristãos selecionaram aqueles textos que são mais oportunos para seu tempo. Ou ao contrário, se a bíblia fosse seguida ao "pé da letra",hoje, as mulheres ainda viveriam em estado de extrema submissão masculina, pessoas de outras crenças seriam assassinadas e a escravidão ainda se faria presente. É lamentável que muitos religiosos não questionem algumas partes das escrituras e seus ensinamentos, que já não cabem mais no nosso tempo. Mais triste ainda, é ver que o amor, a tolerância e o respeito, além do "livre arbítrio", ensinamentos bíblicos atemporais, são esmagados pela falta de pensar.
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Gabriele, tem algumas referências aos filmes clássicos, mas a trama em si é "independente" dos filmes anteriores, pode ir assistir que vc não vai se perder não, mas valeria a pena assistir pelo menos os dois filmes anteriores (Cassino Royale e Quantum of Solace) pra vc entrar no clima hehe.
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Fábio Van Drsntô bem, fera. vivendo meu mundinho excêntrico de desenhista um pouco mais intenso, hauhuahuahau. saudade fera, espero q seu humor melhore. velho, já pensou em exercer como designer? te acho criativo pacas. vê se não come por muito tempo, brother.
Tudo que nos faz pensar e nos tira da zona de conforto merece consideração. No convívio social, aquele que se desvia, o mínimo que seja, dos padrões comportamentais já é apontado como um louco. Alan Moore enxerga o que a maioria não quer ver, por ser mais conveniente e mais estável -quem me dera ser habitado por tamanha loucura-.
"Ninguém está no comando, estamos no vazio"