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Moderador
35 years, Sergipe (BRA)
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Ou seja: não há nenhum filme que eu NÃO queira ver!

(WPC>)

Últimas opiniões enviadas

  • Wesley PC>

    Os meus companheiros de sessão foram imediatos ao final da sessão: "Wesley, é um filme para ti". Na veia, dito e feito: passei a noite inteira impressionado pela pujança do roteiro, em sua impiedosa demonstração de que a solidão do protagonista é causada por sua própria prepotência... Fiquei emocionado, culpado, apaixonado. Charlie Kaufman segue sendo muitíssimo autoral em sua exposição das causas e conseqüências da masturbação, em todos os sentidos do termo. A trilha musical de meu compositor xodó Carter Burwell é magnífica, culminando numa canção romântica dolorosamente confessional durante os créditos finais... Ea voz de Jennifer Jason Leigh é apaixonante. É um filme para mim e/ou para os outros como eu... A culpa é nossa! Sim, eu sei, entedia, enfada, chateia, perturba... Mas é tudo de propósito, há um sentido, há culpa! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Um problema pessoal com o tema da "ausência de nacionalidade" (no sentido mais burocrático do termo) fez com que o desfecho não funcionasse de maneira tão grandiloqüentemente emotiva como poderia, mas, ainda assim,é um filme muito bem dirigido e interpretado. Talvez a trama mais linear e acessível do Angelopoulos, que, como sempre, utiliza a trilha sonora de maneira litúrgica, mágica... Os nomes Eleni e Spyros regressarão com vigor nos seus derradeiros filmes, de maneira que os personagens aqui retratados são muito mais alegóricos do que se demonstram em suas aparições iniciais. Um filme inegavelmente belo! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Existem filmes que nos cativam sem que saibamos exatamente o porquê - ou talvez saibamos mas tenhamos dificuldades em enfrentar. A minha relação com este filme passa por este prisma: por mais cinematograficamente "mediano" que ele seja em sua abordagem da adolescência problemática, o filme atualiza os tipos criminais e simpáticos do "cinema kinki", um subgênero à parte no ótimo cinema espanhol. Funcionando como uma variação 'pop' e temporã de OS INCOMPREENDIDOS sem a redenção pela arte, este retrato de uma delinqüência pretensamente interrompido pela descoberta (ou percepção) da amizade fez com que eu pensasse muito em mim mesmo, nos meus erros comuns à idade do protagonista. E, neste sentido, degluti o filme como um trabalho muitíssimo pessoal, que é, de fato, o que o Daniel Guzmán demonstra ao escalar a sua própria avó como contraponto moral da ausência de valores do personagem principal, magistralmente interpretado por Miguel Herrán: o olhar de constante busca do rapazola, os coadjuvantes inspirados com quem ele se depara, o realismo bem-filmado das situações, tudo neste filme "mediano" fisgou a minha atenção de maneira tão íntima que sinto-me na obrigação de defendê-lo com fervor, ainda que situando-o defensivamente numa categoria bem específica de trama sobre construção de caráter. Eu gostei muito. Mexeu comigo, deixou-,me sobremaneira emocionado. Basta, não? (WPC>)

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