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Ou seja: não há nenhum filme que eu NÃO queira ver!

(WPC>)

Últimas opiniões enviadas

  • Wesley PC>

    Fascinante do começo ao fim!

    Infelizmente, tive acesso a este maravilhoso filme numa cópia mui defeituosa, que me obrigou a cruéis sobressaltos tramáticos, mas, afora isso, apaixonei-me perpetuamente pelos dilemas cotidianos de Bruno, de modo que, ao final, como não se identificar com seu langor, como não desejar ampará-lo, como não literalmente amá-lo? A condução narrativa do filme é maravilhosa (gente, é um documentário, uau!). Gustavo Spolidoro merece parabéns demoradíssimos por esta obra de arte mui sensível, por esta captação encantatória da realidade. Lindo, lindo, apaixonante! (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Julianne Moore está absolutamente estupenda no filme, numa entrega completa e absoluta a uma personagem decadente que tem muitíssimo a ver com o universo radicalmente crítico do Cronenberg, que não hesita em flagrá-la em inúmeras situações sépticas, em âmbito físico e anímico. O problema é que, no saldo geral, a sua personagem é esmagada pelas demais subtramas, o que só piora quando constatamos a presença desgastada de John Cusack. Mia Wasikowska, por sua vez, faz um ótimo trabalho com um papel difícil e, apesar de pouco tempo em cena, Robert Pattison e Olivia William estão maravilhosos. Mas é a atuação de Evan Bird que mais me intrigou: pitoresco, excêntrico, amorfo e amoral, seu personagem tem tudo a ver com as mutações de caráter que tanto fascinam o cineasta. A trilha sonora do companheiro habitual Howard Shore é esplêndida, bem como a fotografia onde sobeja o verde das plantas hollywoodianas. Perturbador e repleto de pontas soltas, exigindo novas sessões e revisões para fluir integralmente... (WPC>)

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  • Wesley PC>

    Depois do sublime É IMPOSSÍVEL APRENDER A ARAR LENDO LIVROS (que me deixou absolutamente extasiado), saí da sessão ansiosíssimo por este filme mais recente, que parecia levar ao extremo as obsessões do diretor com o(s) deslocamento(s) personalístico(s) através dos tempos e espaços de sutil opressão estadunidense. A grandiosidade do projeto também impressionava: doze anos de realização, que audácia! A primeira meia-hora do filme, aliás, é sublime, a montagem é estupenda, a direção é ótima!

    O problema é que, para além do virtuosismo técnico do filme, o roteiro é ingênuo, a concepção dos personagens masculinos é muito rasa, sendo Ethan Hawke o único de goza de uma construção positiva. A melhor atuação no filme, de longe, é a da própria filha do cineasta, Lorelei Linklater, absolutamente magnífica, encantadora! Patricia Arquette também está muito bem, mas a sua personagem é tipificada ao extremo, o que incomoda ainda mais quando contrastada com as estereotipias clicherosas do macho norte-americano, com quem ela se envolve em mais de uma ocasião.

    Se, nas fases iniciais, a completa entrega de Ellar Coltrane ao seu personagem seduz e impressiona, à medida que ele vai envelhecendo, torna-se progressivamente desenxabido, de modo que a meia-hora final do filme é praticamente insuportável, tamanha a vacuidade das situações, a ausência de conflitos legítimos incomoda (no mau sentido) e o que deveria ser um protagonista torna-se um coadjuvante da própria vida. Se isso for proposital, maravilha, Linklater acertou. Pelo sim, pelo não, há de se convir que o filme é muitíssimo coerente com tudo o que o diretor realizou até então, mas, ao invés de renovar ou reinventar as suas obsessões temáticas, apenas as reitera, de modo que, desta maneira, desperdiça-se o incrível experimento actancial a que o filme se propunha em sua concepção. No papel, funciona superlativamente. Na tela, enfada após certas constatações mui repetidas de circularidade ideológica! (WPC>)

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  • Douglas Fernandes
    Douglas Fernandes

    Desses, só vi o primeiro e o último.
    Vou atrás dos outros, valeuu

  • Douglas Fernandes
    Douglas Fernandes

    Olá Wesley, poderia me passar uma lista com seu TOP 10 dos seus filmes nacionais?
    Ou então, os que considera mais importantes pro nosso cinema.. Pode ter mais que 10, quanto mais melhor hahahah
    Valeu!

  • Declieux Crispim
    Declieux Crispim

    Oi, tudo bem? Fui assistir pelo youtube Natal da Portela, do Saraceni, e ele termina antes do fim. O que acontece quando Natal vai visitar o ministro bem no fim do filme? Se tiver algum link completo, por favor, mande-me. Caso contrário, conte-me o que aconteceu. Desde já, agradeço-lhe.