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"Você não está sozinho" é um interessantíssimo drama alemão da década de oitenta. Aborda muito bem a transição entre a infância e a adolescência de um garoto chamado Kim e as suas novas descobertas desta nova fase. Repleto de belíssimas locações alemãs, o filme se desenrola de uma forma muito simplista e inocente.
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Se alguém tiver a trilha sonora desse filme, posta aqui, fazendo um favor? *-*
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Diferente e tedioso, mas se for analizado na época que foi estreado se obtem pensamentos diferentes, como a quebra de tabus e bláblá. Como não sou da década de 70, cara, achei chato.
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O filme dá uma descambada mas nada que afete e comprometa sua qualidade e o fato de que é um filme terno, simples e bonitinho..rs Curti mais a parte 'revolucionária' do filme do que a da descoberta dos personagens em si.
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o título é interessante, pois o filme trata da descoberta da sexualidade de um garoto e por ser homossexual, mas não está sozinho, não é o único a perceber tais interesses. mesmo assim, se trata de um filme bem leve, afinal se trata de atores extremamente jovens para o tema. é um filme bem contado, redondo. vale a pena assistir.
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Esse recado foi MODERADO.
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Equipe Filmow.com -
Puta curiosidade em saber quais foram as reações dos pais, principalmente do rabugento do diretor.
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Diria ser um emaranhado de erros se, ao menos, tivesse erro. Pra ter erro pressupõe-se que algo foi pensado. Ali nada foi pensado. Não espere um filme temático ou de descobertas, só se for a descoberta do tédio.
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Cadê conflitos, cadê história, cadê personagens que tenham algo a acrescentar? É um apanhado de cenas sem fundamento, chatas e sem emoção que não levam a lugar nenhum. Perda de tempo absoluta.
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Um filme doce e encantador.Retrata as descobertas da adolescência de uma forma terna e inocente.
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Retrata bem as descobertas da adolescência. Achei um filme simples e bacana.
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Achei o filme, digamos, bem feliz. Toda a característica Hippie é bem natural, a trilha sonora combinou bastante, os atores tão em boa sintonia e a pegada revolucionária é genial e corajosa. Gostei.
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alguem sabe onde eu posso baixar esse filme??
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Conheci algumas pessoas que assistiram a esse filme e ficaram chocadas, alegando até mesmo se tratar de um filme sobre pedofilia. Sinceramente tenho pena de pessoas com essa mentalidade.
Como a própria sinopse diz, ele é um filme simples e terno. A maldade está nos olhos de quem vê. -
A cena final é impagável.
A discussão da liberdade e do direito de voz do jovem.
A ideia de que juntos somos mais fortes,
E a relação do Bo e do Kim.
Um belo filme. -
Filme ótimo, a temática é bem anos 70, e a música ficou na minha cabeça embalando de tão gostosa. Tudo é explorado de forma delicada. Dá gosto de assistir.
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Que filme liiiiiindo e deliciosoooo de assistir!!!! Não queria que acabasse nunca! A relação entre todos eles é super envolvente e confortante! E os dois principais tem uma ternura, uma inocência... esse é o filme simples mais belo que já vi.
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Seu comentário me fez ficar com mais vontade ainda de assistir ao filme! =)
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Você pode encarar o filme sob dois ângulos distintos: como longa com temática homossexual ou um filme adolescente com temática homoerótica.
Eu prefiro encarar como um filme com conteúdo homoerótico porque, do contrário, se encararmos como filme com temática gay, o filme seria péssimo.
Acho que o foco principal do filme não é nem a "provável" (nunca explícita) relação entre os dois garotos, mas sim os relacionamentos diversos entre aqueles adolescentes.
Isso justifica a quantidade de tramas e enredos paralelos que nada contribuem para o desenvolvimento do romance entre Bo e Kim.Acho que o caráter homoerótico está presente até (seja no aspecto andrógino dos garotos, nos jogos sexuais, nas brincadeiras), mas não que a relação entre os dois amigos seja o foco.
Cá entre nós, o desenvolvimento de um suposto romance entre os dois é bem fraco. O filme dá muito mais foco nas relações do grupo - e não no casal.
PS.: e essa sinopse de que "BO SEDUZ O PEQUENO GAROTO E OS DOIS INICIAM UMA ESPÉCIE DE NAMORINHO" é bem blasé e não tem fundamento, visto que os dois se aproximam mutuamente (o que reforça o que disse de que os personagens não foram desenvolvidos. Como aconteceu tudo? Da onde surgiu a amizade? Só de um passeio de bicicleta?)
Lacunas que o filme deixou para abrir espaço para tramas não muito relevantes.
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Clássico coming of age de Lasse Nielsen. Jamais poderia ser refeito hoje em dia e por isso é tão valioso. Poder achar esses temas considerados hoje "politicamente incorretos" é muito bom. O vídeo do famoso beijo final é viral no youtube e não é pra menos. Claro que o ritmo é todo irregular e a trama toda é apresentada de forma lenta e sutil. Mas é um filme indie dinamarquês de décadas atrás e reflete bem seu contexto histórico e social. Não me entedia, pelo contrário, fascina.
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Alguém sabe onde baixar/achar?
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Youtube, eu consegui localizar um titulo legendado em português procurando por "Du Er Ikke Alene"...
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kkkkkkk.. Não sei fazer mas passo pro pessoal.
http://sonatapremiere.blogspot.com.br/2012/05/voce-nao-es...
Abraços.
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Poderia ter mais filmes como esse, é óbvio que existe, porém, não se encontra. E esse filme é incrível, não me canso de assistir.
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Temática lírica sobre a descoberta da homossexualidade em dois garotos... Um filme que se define pela poesia e pela ternura com que lida com o tema... Em minha opinião, uma obra de arte.
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TEM SPOILER! SE NÃO VIU O FILME, NÃO LEIA!
Produzido no ano de 1978, o filme retrata um internato de meninos menores de idade, suas dúvidas, angústias, medos, descobertas de uma maneira bem simples.
O filme é encantador, nos primeiros 15 minutos eu achei que não iria gostar muito da história, mas depois fui ficando preso ao enredo e entrando de cabeça naquilo tudo.
O internato onde os meninos estudam é um lugar cheio de regras e deveres, os professores em sua maioria são moralistas, chatos (salvo rara exceção), e o diretor é uma figura emblemática, autoritária e ególatra.
A única professora que destoa é a responsável por introduzir assuntos “espinhosos” como sexo e drogas, no entanto, sempre por um viés moralizante. Mesmo assim, é a única que parece se interessar verdadeiramente pelo o que os garotos pensam.
Vivenciando aquela que é considerada a mais difícil das fases de uma pessoa, os garotos querem mais é botar pra quebrar, experimentar tudo o que tem direito e mais um pouco.
Como são educados dentro de uma “moral cristã” e somente entre meninos, o desejo sexual naturalmente nasce entre eles mesmo ou com garotas mais velhas, onde o sexo é moeda de troca.
E nesse quesito o filme é genial. Retrata com uma dignidade absurda o comportamento daqueles meninos, sem fazer firulas ou esconder nada, mas também sem ser gratuito. Essa é a grande sacada do filme.
Na história principal, digamos assim, vemos o garoto Kim, filho do diretor da escola, se apaixonar por outro garoto, Bo, mais velho que ele.
As cenas que envolvem o desabrochar desse sentimento entre os dois são oníricas, revelando o componente do desejo através de pequenos olhares, fortuitas brincadeiras e muita curiosidade.
Em nenhum momento o filme se torna apelativo, e olha que haveria espaço pra isso.
Mas, não, tudo se encaixa perfeitamente nessa história que não é só de amor. É também, uma história de vários pequenos ritos de passagem.
É bonito ver o olhar de inocência daqueles garotos descobrindo o mundo, um mundo não tão bonito, sim, é verdade, mas o mundo deles também, aquele pedacinho de mundo que é só nosso, e ninguém pode invadir.
É desse componente de identificação que brota nossa atenção à história.
Embarcamos no filme, porque também nos já passamos por quase tudo aquilo, porque também nós já fomos tolhidos, censurados, moralizados etc etc etc.
A certa altura do enredo, o diretor pega pela segunda vez as dependências dos garotos com fotos pornográficas e decide em comunhão com a maioria dos professores, expulsar o aluno responsável pelo ato “pecaminoso”.
No momento em que o diretor da escola está comunicando aos alunos sua decisão, um deles pede pra que o professor se retire para que os alunos decidam se aceitam ou não aquela expulsão.
O diretor fica desconcertado e diz que ali ele dá às ordens. O aluno não se faz de rogado e diz para todos da classe que aqueles que não concordarem com a decisão do diretor que o acompanhem para fora da sala de aula. A maioria sai com o garoto.
É uma cena forte. Eu torcia desesperadamente pro garoto, achei a atitude dele digna, de “gente grande”. Eu, quando criança e adolescente, era exatamente como esse garoto que contrariou o professor. Eu assim como ele, queria ser revolucionário, mesmo sem saber, mesmo sem querer. Eu era, porque era da minha natureza ser assim.
Numa “assembléia”, os garotos decidem fazer algo para ajudar o amigo expulso pela direção e contam com a ajuda da única professora que votou contra, sim, é a mesma que “ouve” os alunos.
E eles vão para a “luta”, pintam cartazes, gravam entrevista com os professores que votaram contra, invadem a sala de aula onde o diretor está dando aula, conversa com os alunos sobre a situação da escola, tudo com uma câmera na mão e uma idéia na cabeça.
O final do filme é um pequeno manifesto. Um soco no estômago dos moralistas de plantão.
Algumas cenas são lindas, tais como as do piquenique no bosque, remetendo ao movimento hippie, as cenas em que Bo e Kim se descobrem sexualmente, em especial a cena em que eles tomam banho juntos e também a peça de teatro que eles montam para os pais e os professores em cima dos “dez mandamentos” bíblicos.
A trilha sonora é simplesmente magnífica e pontua muito bem as idéias do filme.
Ao longo da história, fui percebendo que alguns diretores contemporâneos que tocaram nesse assunto, usaram o filme como referência. É possível notar uma semelhança com “Elephant” de Gus Van Sant, principalmente na cena em que a câmera passeia pelo quarto do garoto Kim, revelando seus gostos, suas preferências, seus ídolos, tal qual na famosa cena de “Elephant” em que um garoto, que mais tarde invadirá a escola onde estuda e matará alguns de seus colegas, toca Beethoven e a câmera percorre todo o quarto do garoto num giro de 360° graus lindíssimo. E também percebi que Almodóvar se inspirou no filme para criar seu estupendo “Má Educação”. A seqüência em que os garotos nadam num riacho, é bem parecida com a que Inácio canta “Moon River” para o padre, e sofre ali a primeira tentativa de abuso sexual.
Enfim, “Você não está sozinho” é um filme terno e delicado para se assistir com um sorriso de canto de boca e alguma lágrima nos olhos numa madrugada chuvosa de um mês de maio qualquer...
"Venha, nos encontre, nos faça desaparecer no bosque.
Ali onde se senta num tronco e tem o céu acima e se move se arrasta... livre.
Eu gosto das flores, das garotas e do vinho.
Que bonitos são as flores, os meninos, as garotas e as paisagens.
Desfaço-me de minhas roupas, me ajude, - livre.
Me liberte dos que roubam seu coração.
Me liberte daqueles que transformam a vida em algo miserável.
Me liberte dos que me afundam."
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É complicado formar uma opinião, pois são tantos sentimentos em conflito... Minha reação pode ser definida com a frase "A maldade está nos olhos de quem vê." Por que tudo que acontecia eu via com maus olhos. Pelo menos eu senti que o filme exalava sexualidade, e nem era do "casal principal", mas de todos os lados. E confesso fiquei confuso perante essa sensação. Entretanto, o filme é muito mais do que isso. Há outros pontos, como a política, e a religiosidade. Simplesmente fantástico terem utilizado um dos mandamentos cristãos para exemplificar toda a película, foi gracioso. Agora, onde faço pra baixar aquela trilha sonora? É muito boa.
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Que filme lindo. Sutil, gracioso, belo. Eu particularmente gostei da trilha sonora - bela como o resto do filme - e de tudo! Que garotos andróginos lindos, e que delicadeza e naturalidade pra se falar do tema!
E a cena final? Linda, completamente linda *-* mas só consigo imaginar as reações dos pais depois de ver aquilo, especialmente do diretor XD
Recomendo muito, gracioso demais!
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q belo filme !
me surpreendi com a abordagem leve e pura de temas como a sexualidade, as duvidas e descobertas infanto-juventis...
tudo é tratado com sutileza e graça. a fotografia é maravilhosa, de forma a retratar como o amor é livre e puro em qualquer forma...
e olha só: uma rebelião, uma revolução numa escola! isso retrata o espírito de luta dos povos germânicos q estão anos e anos a nossa frente no respeito a diversidade, aos direitos civis... nós nos calamos pra uma ordem, enquanto eles vão a luta!
e q final mais doce, sublime! ah, ja favoritei rsrs. -
Tudo é realmente mostrado da forma mais natural e encantadora possível. E acredito que o Daniel Ribeiro se inspirou nesse filme quando fez o curta "Eu não quero voltar sozinho", igualmente encantador por sinal.
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Falaram que ia sair um longa do "Eu não quevo voltar sozinho" espero que seja verdade.
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Lindo,delicado,leve e conquistador.Nada forçado,o filme é tão natural que as vezes tenho a impressão de estarem filmando algo real mesmo.O roteiro é tão bom,tudo acontece tão suavemente que o filme parece ter 10 minutos de duração.A atuação do Anders (Bo) é fantástica!Pena que não consegui encontrar outros filmes com ele.Enfim,é uma história linda,encantadora,tudo é mostrado de maneira sutil,sem o drama exacerbado que costumam mostrar os filmes do gênero, e sem muita exposição.E o final?LINDO!Sem mais.
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Adorei primeiro a trilha sonora, tudo é muito bocolíco e bonito. A vida não deveria ser assim? Mas as pessoas perdem tanto empo com guerras e violência. Gosto muito da crítica do filme à religião cristã que glorifica a guerra e o condena o amor.
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O problema todo da religião é a intolerância que por vezes ela provoca nas pessoas, que acabam pensando que o que elas pensam é válido para o mundo inteiro e que é, portanto, correto que todos sejam robôs agindo da mesma maneira quando todos são e tem o direito de serem diferentes.
Acredito que não só a religião, mas qualquer crença excessiva pode nos levar a agredir as convicções das outras pessoas e a desrespeitar, sem que percebamos, pois muitas vezes está implícito no nosso discurso uma vontade de "converter" o outro para o nosso pensamento.
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Alguém tem a trilha sonora deste filme?
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Não é forçado, na verdade me encanta a simplicidade das cenas, são verdadeiras e tocantes. E além da sexualidade o filme também trata da capacidade inteligivel dos adolescentes que muitas vezes é obscurecida pelos adultos, que esquecem que não são mais simples crianças e entendem o mundo ao seu redor mais que imaginam, seja no descobrimento da sexualidade, nos problemas cotidianos, sentimentos e etc.
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muito bom!! A inocencia perdida retratada de uma forma bem suave e sutil, nos alvoreceres adolescentes e hippies dos anos 70.
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O roteiro é doce e belo.
As crianças atuam naturalmente e o filme é extremamente leve! *--*