Ótima recriação do ambiente da selva e da angústia de se observar a violência contra os índios. Na TV:
21/05 22:00 Telecine Pipoca
21/05 22:00 Telecine Pipoca HD
24/05 09:20 Telecine Pipoca
24/05 09:20 Telecine Pipoca HD
Anos 1940. Três jovens irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio Blat), 23, os Irmãos Villas-Bôas, alistam-se na Expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo eles se tornam chefes da empreitada, envolvendo-se na defesa dos povos indígenas e de suas diversas culturas, registrando tudo num diário batizado de A Marcha para o Oeste.
Ótima recriação do ambiente da selva e da angústia de se observar a violência contra os índios. Na TV:
21/05 22:00 Telecine Pipoca
21/05 22:00 Telecine Pipoca HD
24/05 09:20 Telecine Pipoca
24/05 09:20 Telecine Pipoca HD
Ótimo filme! O cinema nacional tem mesmo melhorado consideravelmente! Recomendadíssimo!
Pelo diretor, elenco, produtores e as possibilidades de dramatização da história dos irmãos Vilas-Boas e da criação do Parque Nacional do Xingu, etc., esperava um filme mais interessante ou apaixonante. No entanto, o que vi foi uma história contada convencionalmente e até mesmo burocraticamente - como que para lembrar da burocracia de verdade que os irmãos enfrentaram em sua luta. No filme até que tudo se deu muito rapidamente... Uma pena que não chegou lá.
É incrível como os índios, mesmo sendo os "proprietários" originais das terras do nosso país, nunca foram devidamente respeitados e a mais de 500 anos sofrem com a exploração do "homem branco".
Conta um acontecimento importante da história do país, com alguma competência, e tem 3 bons personagens principais. Infelizmente peca por ser excessivamente convencional e estereotipado.
E ainda insistem em não valorizar a cultura indígena nacional.
Acabou de passar no Tele Cine Premium! Muito bom ver o cinema nacional com obras desse tipo. Fica o destaque para a atuação do Caio Blat e da Maria Flor. Recomendo!
Dá gosto ver um filme nacional tão bem produzido e dirigido *-*
a história apesar de muito triste, é muito bonita pela parte dos irmãos villas boas,iniciativa foda dos caras.
Um dos melhores, senão o melhor filme nacional de 2012. Direção, produção, fotografia, reconstituição de primeira, em nada devendo ao cinema estrageiro. Destaque especial para João Miguel, emocionante na pele do desbravador que respeita e se integra à cultura indígena, se esforçando ao máximo para preservar as terras e os direitos daquele povo.
Xingu é o representante do que se tem de melhor atualmente em termos de cinema nacional.
Ótimo filme, pena que a maioria dos brasileiros não valorizam a nossa cultura para ver um filme tão bom e interessante como esse.
Muito bom! Excelente trabalho da equipe de Cao Hamburger! Não conhecia a historia dos irmaos Villas-Bôas...e gostei muito...a marcha para o Oeste, a coragem dos irmaos, o contado com os índios, a busca pelo "progresso", as "manobras" politicas, grande aula de historia!
Um belo filme, deveria ser visto por todo brasileiro. É realmente uma pena que tenha sido um filme tão pouco visto nos cinemas, tão pouco valorizado por muita gente. Fiquei mais triste ainda quando vi a notícia de que Fernando Meirelles, quando viu a baixa popularidade do filme, ficou desmotivado com os planos de adaptar Grande Sertão Veredas. Realmente não entendo como tanta gente dá tanta audiência pra qualquer porcaria cinematográfica e ignora completamente um filme tão belo, que conta histórias de pessoas admiráveis e conta a nossa própria história.
Enfim, desabafos a parte, me pareceu um filme muito bem feito, cuidadoso na medida certa, em vista de assuntos tão delicados. É realmente muito bom conhecer brasileiros como esses, são pessoas inspiradoras! A atuação, não só dos atores globais, mas também dos indígenas foram exemplares. É muito aparente os cuidados que foram tomados para que houvesse o resultado esperado, e que foi atingido. Super recomendo!
Sou nascido em São Paulo, mas cresci nas matas de Rondônia vegetação similar com a do Pará, assim, sei muito bem o que é viver em harmonia com a natureza. O que os irmãos Vilas Boas fizeram foi uma grande conquista pois sem aquela reserva hoje estaríamos com a vergonha de ter extinguido os verdadeiros donos dessas terras, mesmo assim, nada será como antes pois até mesmo o desenvolvimento tecnológico estão dentro das aldeias.
Mesmo o filme tendo deixado alguns detalhes despercebido, foi excelente para conhecermos melhor nossa própria História.
Vale a pena ver galera.
O filme tem um propósito, e só de ter um motivo pra ser feito me deixa intrigada. Adorei, mas infelizmente é como disseram aqui embaixo, é arrastado.
Em um contexto geral, acaba sendo um filme bem interessante, pelas questões que aborda. Mas peca bastante no ritmo, isso é um fato.
As atuações foram bem fracas e pouco aproveitadas na minha opinião (como a Maria Flor que aparece mas não diz uma frase), com exceção do sempre excelente João Miguel.
Mas enfim, não é um filme de se deixar de lado. Principalmente por mostrar uma história que talvez poucos conheçam. Sabe-se lá o que seriam dos Índios brasileiros se não tivesse ocorrido o fato descrito. Foi isso que fiquei pensando logo após o filme terminar (aliás, belo final, com cenas reais).
ótima história.. mas como já disseram, o que prejudica um pouco o filme é o ritmo. Arrastado demais!
Gostei bastante do filme, só acho que tiveram um pequeno problema com o ritmo, mas nada que prejudique muito.
Tive a oportunidade de conhecer Orlando, um dos irmão Villas Boas através de amigos em comum dele e de meu pai, Era sem duvida uma pessoa interessante e chei de "causos" e histórias .... Este filme do Cao Hamburguer ( que fez o excelente o "Dia em meus pais sairam de férias" e tembém foi a cabeça por trás da excelente série Castelo Ratimbum ... da TV cultura) é uma das visões acerca dos tres irmão.... há quem os odeie e diga que eram na verdade vilões ja que levaram a gripe e os brancos para perto dos indisos do alto Xingu, região que até pelo menos metade dos 80 era em grande parte inexplorada, há quem diga que os atuais conflitos de terra estão diretamente ligados às expedições lideradas por eles, por outro lado a politica de grandes reservas é realmente indissociavel à luta deles e diferentemente da politica indigenista dos EUA , que fez que os indios tivesse que ser realocados para areas que em termos culturais e por consequencia de viabilidade de sobrevivencia lhes eram ostis ( um interessante relato pode ser lido no singular Enterrem meu coração na Curva do rio do Dee Brown ). è óbvio que a ambiguidade e o conflito é uma constante em situações limite como estas dos primeiros contatos com tribos até então isoladas e que fugiram do processo de colonização que se desenrolava até então e ao mesmo tempo que tratam-se de expedições exploratorias cercadas de interesses politicos e fianceiros de toda ordem principalmente por generais e ruralistas altamente interessados em grilar terras para obter mais poder ...( somos ainda uma sociedade feudal nesta terras de ninguém) o filme é bem honesto e me parece que a roteirização por parte da Anna Muylaert (que dirigiu o Durval Discos entre outras coisas) é que deu esta cara menos carregada da história independente de qualquer critica não é qualquer home branco que é "homenageado" comum kuarup ... então isso pode significar algo .... o filme é bom ... mas ainda me incomoda nos filmes brasileiros aquela coisa do compadrio e do dinheiro publico ... a patota de sempre .... e nem adianta chamarem isso de network . ... ainda me incomoda que filmes que estão impregnados até o osso de dinheiro de estatais diversas e do BNDES não tenha um espaço e um acesso mais livre e bem feito para a população ...
Boa produção, contando uma história relevante, mas o ritmo não é muito bom.
Só faltou uma visão atual da cena indígena (que é de se lamentar) para alertar e fazer acordar os telespectadores da importância de tal cultura e sua preservação.
O Brasil detém uma ascendente indústria cinematográfica –– prova disso foi o filme Xingu. Baseado em fatos reais e com elenco primoroso. Esse filme ainda é motivo de questões em inúmeras provas, na verdade , as questões vinculadas aos fatos ocorridos na Amazônia.
Impressionante como o ator João Miguel ficou muito parecido com o Cláudio. Trabalho corajoso e importante o que fizeram esse irmãos.
Super interessante a história dos irmãos Villas-Bôas; Uma aula de história que pode ser acompanhada de pipoca e guaraná rsrsrss, recomendo!
Eu ouso dizer que o filme brasileiro mais interessante que vi esse ano foi “Xingu”, ganhou e muito do “Palhaço”. Se você gosta de história ou mesmo quer conhecer um pouco mais sobre o Brasil tem que dar uma chance para esse filme.
Leia a crítica completa:
http://pastelariafilmes.blogspot.com.br/2013/01/fritos-na...
A história dos irmãos Villas-Bôas, é incrivel, finalmente fizeram o filme!!!
Para mim, fã do cinema nacional, não poderia nunca defini-lo de outra forma senão, Obra de Arte.
Ótima fotografia. Apesar de ter ficado com a impressão de que o tempo passa, mas os personagens não envelhecem e de que tudo acontece de repente.
Globo colocando ótimas mini séries pra segurar a audiência do BigBrother
Enredo fraquinho, porém "salvado" por essa biografia extraordinária dos irmãos Villas-Bôas. Poderia ter sido melhor, infelizmente não souberam produzir um roteiro rico e um enfoque mais construtivo que chamasse e consequentemente despertaria mais interesse ao público. Pena que foi assim!
O enredo é baseado na exploração, definição e proteção de um dos maiores territórios indígenas do mundo. O aspecto mais relevante, no entanto, é que o filme conta uma história sobre as possibilidades de compreensão entre duas civilizações radicalmente diferentes. Esse encontro pode provocar a aniquilação através de doenças e violência, mas também pode significar o surgimento de intercâmbios culturais.
O filme tem uma perspectiva não-convencional de um episódio histórico relevante do Brasil, mas infelizmente com tudo no politicamente correto, sem ousadia.
Filmaço! Ao meu ver, completo em todos os aspectos, desde a produção até a edição final. Créditos á trilha sonora que não se mostrou uma das melhores trilhas nacionais, mas também internacionalmente; o roteiro impecável. Diferentemente de ''Capitães da areia'' e ''Olga'' (entre outros) dos quais fiz más críticas em relação aos autores, para este filme tenho que tirar o chapéu, pois este, apresenta uma linha de atores que realmente incorporaram seus personagens. Enfim, é um filme com cultura, conteúdo, emoção, e me desculpem o palavreado, mas Xingu é um puta de um filme e apesar do que muitos pensam, o cinema nacional vem apresentando uma linha de filmes incrivelmente superiores de muitos filmes estrangeiros que são ''idolatrados'' por muitos.