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RT Documentary faz uma análise exclusiva da Coréia do Norte, o mais fechado país do mundo.Vida aqui é isolada do mundo de fora e todos os aspectos da existência são regulados pela ordem do "Grande Líder", de arte que você pode apreciar, livros que pode ler e até mesmo seu corte de cabelo.
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Documentário 2018. 11 Dias na Coreia do Norte. Direção Bruno Bernardes e Álvaro Pereira Júnior. Paíse fechado onde tudo é vigiado, não existe uma imprensa livre. O jornalista até se esforçou para mostrar algo diferente, mas vigiado tempo todo, mostrou o que podia. A capital Pyongyang linda, limpa, organizada, o hotel de luxo que parece um Shopping center, os jovens na universidade elogiando o Kim Jong-un, parece que existe uma obrigatoriedade, nada contra, tudo perfeito. O documentário mostra a dualidade entre moderna e bela capital Pyongyang com as áreas rurais empobrecidas e a escassez de alimentos que grande parte da população enfrenta. Em resumo as mazelas do país ninguém pode saber, ninguém é livre para nada, pais muito militarizado.
O documentário tenta mostrar um pouco o lado bom da Coréia do Norte, mas tudo isso sob vigília de seus representantes, pois seus líderes não permitem o livre acesso ao país. Em um país com controle absoluto da liberdade da população, em que até as pessoas são selecionadas para falar bem de seu ditador e regime no documentário (notar que isso não é exclusividade de programa socialista, filmes capitalistas também fazem isso), fica fácil fazer propaganda que o comunismo praticado é bom e bonito, mas são proibidos de mostrar o outro lado, de que no caso a pessoa não concordar com que o(s) líder(es) político(s) impõem (pois é obrigada a venerar seu ditador), então daí sofrerá consequências horríveis. Até mesmo tentando transmitir uma boa imagem, nota-se a lavagem cerebral que as pessoas são submetidas para conviver nesse regime político.