Assisti em 02/11/2021 na 45ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SP. “18 kHz” é um drama social, é a “frequência do som que os adultos não conseguem ouvir”, as realidades que aconteceram com adolescentes no Cazaquistão no final dos anos 90, durante o boom da heroína em Almati.
De acordo com ONU, o uso de drogas está mais disseminado e crescendo mais rápido no Cazaquistão do que em qualquer outro país da Ásia Central: a maconha é cultivada abertamente, a papoula do ópio e efedra (para a droga efedrina) de forma ilícita, mas intensa. A heroína teve um surto de produção na década de 1990, no momento em que nossos protagonistas a experimentavam. O Cazaquistão tornou-se rota de trânsito de drogas para a Rússia, onde a importação disparou depois da queda do comunismo, e a Europa, notório mercado de alto poder aquisitivo. O Afeganistão, maior produtor mundial de ópio, matéria-prima usada na produção de heroína, está logo ali, embora não tenha fronteira direta com o Cazaquistão.
Assisti em 02/11/2021 na 45ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SP. “18 kHz” é um drama social, é a “frequência do som que os adultos não conseguem ouvir”, as realidades que aconteceram com adolescentes no Cazaquistão no final dos anos 90, durante o boom da heroína em Almati.
De acordo com ONU, o uso de drogas está mais disseminado e crescendo mais rápido no Cazaquistão do que em qualquer outro país da Ásia Central: a maconha é cultivada abertamente, a papoula do ópio e efedra (para a droga efedrina) de forma ilícita, mas intensa. A heroína teve um surto de produção na década de 1990, no momento em que nossos protagonistas a experimentavam. O Cazaquistão tornou-se rota de trânsito de drogas para a Rússia, onde a importação disparou depois da queda do comunismo, e a Europa, notório mercado de alto poder aquisitivo. O Afeganistão, maior produtor mundial de ópio, matéria-prima usada na produção de heroína, está logo ali, embora não tenha fronteira direta com o Cazaquistão.