Conheça as circunstâncias que envolveram as trágicas mortes de Jimi Hendrix, Jim Morrison, Brian Jones, Janis Joplin, Kurt Cobain e AMy Winehouse, todos aos 27 anos.
A grandeza dos artistas não coube perfeitamente nesse documentário.Tudo é mal realizado e o conto não apresenta quase nada que possa impressionar.Saímos da sessão com as mãos vazias.
Genérico é a palavra que descreve esta produção documental. O tema abordado é de interesse de milhares de apreciadores da música e curiosos sobre essa indústria, no entanto, a construção da obra é vazia do ponto de vista da trajetória pessoal e profissional de cada personalidade representada, além de uma escassez de análises e reflexões sobre a conjuntura. O documentário teve argumento, mas faltou enredo, narrativa, personagens, edição e roteiro para apresentar um objetivo. Portanto, ficou com cara de reportagem de programa dominical sem aprofundamento e de um entretenimento vazio, isto é, no dia seguinte o espectador já o esqueceu.
Daria uma ótima série se fosse feito um episódio para cada membro do Clube. Do jeito que é, baseado em depoimentos de quem nem ao menos teve relação com os sujeitos da história, fica algo bem genérico. Mas o tema é tão bom, que dá pra assistir e chegar a conclusão que ambiente de música é ambiente de droga.
Duas frases me chamaram a atenção e podem resumir o documentário:
A grandeza dos artistas não coube perfeitamente nesse documentário.Tudo é mal realizado e o conto não apresenta quase nada que possa impressionar.Saímos da sessão com as mãos vazias.
>Assistido em 18 de Maio de 2022
-Dou nota 4/10
Muito abaixo do esperado... Principalmente por se tratar de um tema grande demais para o mundo da música.
Genérico e superficial.
Genérico é a palavra que descreve esta produção documental. O tema abordado é de interesse de milhares de apreciadores da música e curiosos sobre essa indústria, no entanto, a construção da obra é vazia do ponto de vista da trajetória pessoal e profissional de cada personalidade representada, além de uma escassez de análises e reflexões sobre a conjuntura. O documentário teve argumento, mas faltou enredo, narrativa, personagens, edição e roteiro para apresentar um objetivo. Portanto, ficou com cara de reportagem de programa dominical sem aprofundamento e de um entretenimento vazio, isto é, no dia seguinte o espectador já o esqueceu.
Daria uma ótima série se fosse feito um episódio para cada membro do Clube. Do jeito que é, baseado em depoimentos de quem nem ao menos teve relação com os sujeitos da história, fica algo bem genérico.
Mas o tema é tão bom, que dá pra assistir e chegar a conclusão que ambiente de música é ambiente de droga.
Duas frases me chamaram a atenção e podem resumir o documentário:
"É tudo auto agressão. E o que é auto agressão se não auto aversão?"
"O futuro é incerto mas o fim está sempre certo."