Charlie, uma artista que busca uma conexão entre seu trabalho e a música de seu pai, junta-se a Louie, um obsessivo colecionador de discos de Memphis, e juntos começam uma busca exaustiva por uma gravação rara da cena de rock dos anos 60 em Arkansas que leba os dois em uma viagem através da paisagem raramente explorada do novo Velho Sul.
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Como ninguém ainda havia comentado sobre essa série, que eu também ainda não vi, resolvi copiar e colar a crítica que achei no site Cinestera para, talvez, ajudar a quem procura mais informações.
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Resumo:
Bonita, virtuosa e divertida. Ao sim da música, o trio de protagonista faz uma revolução e encontram seus caminhos nessa divertida série.
Pontuação geral: 4/5 estrelas
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Critica completa
Com muitas cores, dança, música e uma história atemporal, 45 RPM é uma produção divertida, mas um pouco novelesca.
A produção da Atresmedia e Bambú Producciones, responsáveis pela popular Gran Hotel, estreou na Antena 3 e se tornou uma produção bem falada pelo público. Situada em Madri nos anos 70, 45 RPM (45 Revolutions) é uma pérola para os espectadores, que buscam uma dramédia de época. Os relacionamentos sentimentais e a comédia são os pontos fortes da trama. A caracterização dos personagens, passa a sensação de uma Madri tranquila e feliz, que só se importava com os momentos e o glamour da época.
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Gema R. Neira e Ramón Campos criaram a trama, que segue Guillermo (Iván Marcos) um produtor que acredita que, mesmo durante o regime Franco, vale a pena explorar o rock e estilos musicais que incomodam as autoridades. Ele então convence o presidente da gravadora a deixá-lo procurar por esses talentos e uma mini-equipe é criada junto com Maribel (Guiomar Puerta), uma jovem que ama música e quer ser mais que uma esposa ou uma secretária, e Roberto (Carlos Cuevas), um jovem cantor que está descobrindo seu caminho. A história preza em apresentar o lado do trio em frente a ditadura, apresentada na época.
Marcos é um malandro musical, enquanto Puerta é uma garota adorável que não se conforma com as regras do patriarcado e Cuevas mostra que seu personagem é um espirito livre. David Pinillos dirigiu a série, com um jogo de luzes e uma forma de usar a câmera mais agitada e dinâmica. Tudo transformou a série em um bonito e colorido porta retrato de época. É interessante, como esse projeto não original Netflix, se adapta tão bem no formato sequencial e os episódio conectados são bem introdutórios e nada cansativos, mas ainda assim o tom novelesco, assim como As Telefonistas, ou Grand Hotel está presente.
A série assim como outras produções espanholas, vai conquistar o público da maneira, que a Netflix sabe… entregando uma temporada… e esperando os fãs implorarem para uma segunda temporada.