Particularmente, fiquei deslumbrado com 78 Tours (1985), cuja narrativa de eterno-retorno caracteriza-o como um filme labiríntico, que valsa com multi-camadas temporais, elíptico e alucinógeno, acompanhando o que poderia ser o contraponto de um ensolarado dia de domingo em família com a solitude de um rapaz urbano, tão remoto em suas lembranças no interior de um apartamento, lembranças desencadeadas pelo acordeão de seu rádio antigo. “78 Tours” busca a nostalgia das 78 rotações de um vinil, de memórias inacabadas.
Particularmente, fiquei deslumbrado com 78 Tours (1985), cuja narrativa de eterno-retorno caracteriza-o como um filme labiríntico, que valsa com multi-camadas temporais, elíptico e alucinógeno, acompanhando o que poderia ser o contraponto de um ensolarado dia de domingo em família com a solitude de um rapaz urbano, tão remoto em suas lembranças no interior de um apartamento, lembranças desencadeadas pelo acordeão de seu rádio antigo. “78 Tours” busca a nostalgia das 78 rotações de um vinil, de memórias inacabadas.