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Um drama americano ambientado por volta de 1917, que acompanha a vida de um lenhador no Oeste dos Estados Unidos. É um filme de ritmo bastante lento, o que pode cansar em alguns momentos, especialmente pela escassez de diálogos — já que a narrativa é conduzida por um narrador —, algo que acaba limitando um pouco as atuações. Em contrapartida, a fotografia é muito bem trabalhada e equilibrada, ajudando a sustentar a atmosfera da obra. Para quem aprecia dramas mais pensativos, é uma boa escolha. Vale destacar que recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, embora não tenha levado nenhuma estatueta.
O primeiro já me pareceu confuso, apesar de trazer uma crítica clara . Neste, a situação piora: muda-se o foco da crítica para a teocracia, o fanatismo religioso e uma sociedade desumanizada, que passa a seguir falsos profetas e a usar a violência como forma de controle. A proposta é interessante, mas, assim como no primeiro, o excesso de cenas violentas acaba ofuscando o verdadeiro cerne da mensagem.
Um filme direto ao ponto, com ritmo acelerado, o que ajuda bastante a prender a atenção do começo ao fim. Fica claro que houve uma exigência física intensa do elenco, especialmente da Charlize Theron, que segura bem essa proposta. Apesar de seguir um caminho bastante clichê e contar com um roteiro um pouco vazio, ainda assim funciona como uma ótima diversão descompromissada.