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Promissor, confuso e talvez idiota. Essas são as três coisas que eu achei enquanto assistia esse curta. A narrativa deixou a desejar E MUITO.
Amei a ideia, achei o protagonista EXCELENTE. O ator deu vida ao que podia ter faltado nesse curta. Se não fosse esse protagonista ser um torturador com um baita ator que deu personalidade a tudo envolvido nesse curta, eu nem estaria aqui. Só faltou uma máscara mais marcante para ele.
Uma pena que a única coisa que salvou foi ele, pois o restante dos personagens principais, não parecem ter entendido o que tinham que fazer ou não entregaram descrição o suficiente para eles. O cara de jaqueta preta (que eu não sei como referir a ele, já que faltou um título para ele), foi péssimo. Não sei se ele era psicopata, não sei se ele era apenas um cara que queria ganhar um dinheiro ou se ele era apenas um novato ou profissional no ramo. Eu juro que pulei da cadeira quando ele quis "matou" o torturador, pois foi uma atitude tão imbecil que eu não quis crer que ele realmente tinha feito aquilo.
Eu diria que até faltou pesquisa e aprofundamento do que é a Deep Web. Os termos usados para descrever todas as situações eram constrangedores, de tão diretos e leigos.
E só mais umas opiniões de um não entendedor: os ângulos das câmeras eram confusos, mal posicionados e não entregavam nenhuma descrição do que os personagens estavam sentindo; O áudio às vezes era inaudivel; Faltou nomes/títulos usados mais frequentemente para o telespectador ouvir e reconhecer automaticamente quem é quem; Slow Motion para uma cena de um suposto assassinato é ridículo e as trilhas sonoras pareciam que vinham direto de uma pesquisa no Youtube de "Trilhas sonoras sem direitos autorais".
Bem, acho que é isso. Adoro a ideia, é claro que houve limitações e é um assunto legal de ser abordado no cinema nacional.