Últimas opiniões enviadas
O figurino, a fotografia e a direção de arte são espetaculares. O roteiro segue quase fielmente o livro. Obviamente algumas partes foram cortadas ou aceleradas, mas nada que tenha estragado a experiência.
A atuação da Nastassja Kinski me causou alguma estranheza. No livro, Tess chega a parecer uma personagem digna de novela mexicana: está chorando e sofrendo quase o tempo todo. A escrita de Thomas Hardy faz você ficar profundamente deprimido com o sofrimento de Tess. Já no filme, Tess parece até um pouco fria. Deve ter sido uma escolha de Polanski, mas não deixa de ser uma pena. Eu achei que o sofrimento de Tess ficou um pouco abstrato.
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Achei detestável o fato de Alec, o grande vilão da história, ter sido amenizado. Foi uma grande passação de pano. No livro, ele era um canalha contumaz, um depravado da pior espécie. No filme, ele chega quase a parecer redimido perto do final. Polanski já é cancelado, mas merecia ser mais cancelado ainda por essa pataquada
>Assistido em 07/06/2026
Últimos recados
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Não entendi a nota baixa. É um baita filmão! Tudo bem, o filme demora a engrenar, mas a construção da atmosfera é extremamente importante para o desenrolar da história. O espectador é plenamente recompensado da metade para o final. Não há quase nenhuma ponta solta,
exceto o lance do bullying da Petra, filha da Lydia. Eu achava que a mãe da tal Johanna fosse tirar alguma satisfação ou contribuir para o cancelamento, mas isso não aconteceu.
A crítica social do filme é atualíssima. Na verdade, acho que é seguro dizer que este filme envelhecerá muito bem.
A mensagem é: o poder corrompe a todos, independente de ser homem ou mulher. O roteiro sutilmente dá a entender que as consequências para as mulheres são piores, vide a fala do tal Andris no restaurante: "eu estou fora de jogo!". Isso também deixa claro que posições de poder implicam em zero solidariedade se a pessoa poderosa cometer erros - e Lydia cometeu vários.