Com um roteiro ambicioso e uma direção firme, Habilitado para Morrer diverte, conquanto não deixe de fazer refletir. A fotografia evoca um clima de filme noir, mas nem por isso o filme deixa de ser autenticamente brasileiro: seja nos diálogos que vão do zombeteiro e descompromissado (uma troca em particular, entre os atores Matheus Maia e Ady Estellita, definitivamente arrancará risos da plateia) até os mais dramáticos, que emulam a tradição das boas novelas que temos em terras tupiniquins (e nesse aspecto, Jota Pe Corvuja, Milca Orrico e Lola Portella brilham). O fato de que um filme feito por estudantes atinge um nível tão alto de produção, cuidado e qualidade me faz ter fé em um futuro promissor para o cinema brasileiro. Estarei atento aos próximos lançamentos de Rafaep Stadniki e sua turma!
Com um roteiro ambicioso e uma direção firme, Habilitado para Morrer diverte, conquanto não deixe de fazer refletir. A fotografia evoca um clima de filme noir, mas nem por isso o filme deixa de ser autenticamente brasileiro: seja nos diálogos que vão do zombeteiro e descompromissado (uma troca em particular, entre os atores Matheus Maia e Ady Estellita, definitivamente arrancará risos da plateia) até os mais dramáticos, que emulam a tradição das boas novelas que temos em terras tupiniquins (e nesse aspecto, Jota Pe Corvuja, Milca Orrico e Lola Portella brilham). O fato de que um filme feito por estudantes atinge um nível tão alto de produção, cuidado e qualidade me faz ter fé em um futuro promissor para o cinema brasileiro. Estarei atento aos próximos lançamentos de Rafaep Stadniki e sua turma!