Lucas Dionisio Falcão
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O filme O Jogo do Disfarce (Role Play), disponível na Amazon Prime, apresenta Emma (interpretada por Kaley Cuoco), uma mulher que leva uma vida aparentemente comum ao lado do marido David (David Oyelowo) e seus dois filhos em Nova Jersey. No entanto, por trás dessa fachada, Emma esconde um segredo chocante: ela é, na verdade, uma assassina de aluguel. Quando o casal decide apimentar a relação, eles se encontram em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, o que desencadeia uma série de eventos inesperados.
Minhas impressões sobre o filme:
O roteiro não desenvolve de forma satisfatória a relação entre os personagens, flertando com uma ação desenfreada que torna tudo menos interessante.
As pausas dramáticas são frequentes, mas a falta de emoção prejudica a experiência.
A tentativa de misturar comédia com ação resulta em poucas cenas de ação e um humor pouco eficaz.
Kaley Cuoco demonstra habilidades cômicas, enquanto David Oyelowo atua de maneira mais leve.
A identidade do filme fica confusa: é um thriller de assassino com elementos cômicos ou uma comédia de ação que perde o foco?
Assista e tire suas próprias conclusões, mas saiba que o filme é despretensioso e frio, sem grandes momentos de emoção.

Lucas Dionisio Falcão
½
1 ano atrás

É um documentário mediano, mas é bom, ele dá uma passada rápida no seu passado, para chegar no foco do documentário que é os 40 anos do álbum Triller, mas ele faz alguns rodeios entre hype, e a vida de Michael, ele da atenção a certos pontos e deixa outros com pouco tempo de tela, na minha humilde opinião é um documentário curto, foi bom ver imagens e gravações dele, que pra mim foram inéditas, mas me deixou com um gostinho de quero mais, poderia ter se aprofundado em certas questões, como racismo, sobre o mercado musical, senti a falta de familiares dele, seus irmãos que são músicos, e participaram das turnês com ele, gostaria de ver mais coisas sobre ele e sua carreira, mas entendo que o foco era o álbum, desde de sua criação até seu lançamento e o que ele alcançou, mas em vários momentos eles davam aquele gostinho de que iria continuar contando a sua história e passando por todos os seus trabalhos, sua vida, e sua carreira, é um bom documentário como eu disse, mas de nível mediano, foi bom revisitar minhas músicas favoritas ver imagens e áudios dele que eu nunca tinha visto antes, mas ele deixou aquela vontade de quero mais, deu uma impressão de que está faltando algo, de que está bom mas incompleto.

“A Dama do Silêncio: La Mataviejitas”: um documentário que nos conduz pelos sombrios corredores de uma série de assassinatos brutais que abalaram a Cidade do México entre 1998 e 2005. A parte visual do documentário acerta em cheio, com imagens bem compostas e uma paleta de cores que evoca o clima tenso e misterioso. A narrativa mergulha fundo nos detalhes dos assassinatos, revelando os horrores enfrentados pelas vítimas e suas famílias, criando uma conexão emocional com o público.

A exposição das falhas e incompetências dos policiais é corajosa. Mostrar como eles se glorificaram após prender a assassina, apesar de terem feito pouco, é uma crítica importante ao sistema. Concordo que a trilha sonora não se encaixou bem. Um tema tão sério merecia uma abordagem mais sóbria e impactante. O documentário poderia ter dedicado mais tempo para contar as histórias das vítimas e suas famílias, o que teria dado mais profundidade à narrativa.

Apesar de suas falhas, “A Dama do Silêncio: La Mataviejitas” é uma adição valiosa ao gênero True Crime. Sua coragem em expor as deficiências do sistema e trazer à tona uma história pouco conhecida é louvável. A Netflix está no caminho certo ao investir em documentários internacionais, ampliando nossa compreensão sobre crimes reais em todo o mundo. É interessante ver histórias de crimes fora dos EUA, e a Netflix está fazendo um bom trabalho ao trazer essas narrativas para um público global.

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