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O que falar disso? É bom pra quem assistiu em 2009, mas se você assistiu em 2025 igual a mim e ainda acha bom, você deveria procurar um psiquiatra ou psicólogo. Primeiro, o dorama já começa mostrando a mocinha pobre, burra e também muito feia pra eles até aí, normal de doramas antigos, mas o ápice é quando os pais dela obrigam ela a ir pra uma escola onde ela literalmente salvou um menino de suicídio.
A história toda é uma chatice, não tem desenvolvimento do casal, eles só brigam e ela só fica mais pobre a cada episódio. E vem cá: como uma nadadora consegue se afogar tantas vezes? E que diabos de pais são aqueles? A menina sofre bullying, quase é abusada, quase morre todo dia, some do nada, enquanto eles: “tô nem aí kkkkk”.
A cada episódio fica mais estressante, a atuação da protagonista, que só sabe ser besta e irritante. Poxa, custava colocar um episódio em que eles quase não morrem ou se afogam? Não teve UM episódio em que eles agiram como um casal normal por mais de 20 minutos.
E por que o Jun-pyo gostou dela? Ela não tinha nada de especial, só era pobre e chata. Não tem nem motivo pra ele gostar dela, eles só se tratavam mal.
Eu assisti isso querendo rir, mas só me trouxe indignação.
O final consegue ser ainda pior: ela continua uma burra repetente e, obviamente, eles teriam que se separar por mais de 4 anos pra dar um “tchan” na história, com ele voltando do nada depois de décadas, sendo que ele era rico e poderia ir visitar ela. Mas não, ele era muito ocupado e, ainda assim, nos últimos 2 segundos pediu ela em casamento. Que romântico.
Resumo:
Eles não se comunicam em nenhum momento. O roteiro inteiro é feito de “Deixa eu explicar…”, seguido de silêncio eterno, mais uma tragédia, mais um sequestro e mais um afogamento. Eles brigam por mal-entendidos que duram 15 episódios só porque ninguém fala nada. O Jun-pyo tratou ela como lixo diversas vezes, fingiu que não conhecia ela, humilhou publicamente, e mesmo assim foi recompensado com um final feliz forçado. E a Jan-di terminou como começou: pobre, boba, e com aquela trança ridícula de samaritana, parecendo uma figurante de comercial de escola comunitária.