A produção dessa série é sensacional, tudo muito bem produzido. Começar com um prelúdio que já entrega o spoiler do final foi certeiro: gera uma ansiedade e depois medo imediato. É de roer as unhas e faz com que a gente anseie pelos próximos episódios só para descobrir como aquilo aconteceu.<br/>Sobre os personagens: o Cadé é totalmente inconsequente, principalmente por influenciar a Beta o tempo inteiro. A Liz é a única com senso, mas acaba indo no impulso por estar no grupo — mesmo sendo bem mais consciente que o casal. Ela chega a questionar: 'Beta, você parece uma criança. Não vê que as coisas que faz têm consequências?'. A Beta é complexa; ela é doce e sedutora, na maior parte do tempo egoísta e infantil. Seria aquela amiga que eu nunca desejaria para uma filha — uma má influência completa. Mas, em questão de amor, eu me renderia... faria as mesmas loucuras e seria influenciada igual à Liz. Beta não é só um personagem meiga, ela é vazia, carrega uma dor que justifica todas as merdas que aprontou. E, sinceramente, pior que a Beta, só os pais dela, mas ninguém segura um adolescente em conflitos.<br/>Dá para ver que a ideia de compor um trisal veio de um homem (o Cadé), o que não é novidade. Mas até que ficou bem montado, você acaba torcendo por eles, ou melhor, a conexão sozinha de Beth e Liz... Terminar essa série dói; é um mix de emoções palpáveis. Ficarei com a lembrança de Beta e Liz. É um vazio que carregarei no peito, junto com a confusão dos figurantes, essa indecisão e atitudes dos mesmos. Só assistem e sentem o peso dessa série, pois garanto que sentirá falta da beta.
A produção dessa série é sensacional, tudo muito bem produzido. Começar com um prelúdio que já entrega o spoiler do final foi certeiro: gera uma ansiedade e depois medo imediato. É de roer as unhas e faz com que a gente anseie pelos próximos episódios só para descobrir como aquilo aconteceu.<br/>Sobre os personagens: o Cadé é totalmente inconsequente, principalmente por influenciar a Beta o tempo inteiro. A Liz é a única com senso, mas acaba indo no impulso por estar no grupo — mesmo sendo bem mais consciente que o casal. Ela chega a questionar: 'Beta, você parece uma criança. Não vê que as coisas que faz têm consequências?'. A Beta é complexa; ela é doce e sedutora, na maior parte do tempo egoísta e infantil. Seria aquela amiga que eu nunca desejaria para uma filha — uma má influência completa. Mas, em questão de amor, eu me renderia... faria as mesmas loucuras e seria influenciada igual à Liz. Beta não é só um personagem meiga, ela é vazia, carrega uma dor que justifica todas as merdas que aprontou. E, sinceramente, pior que a Beta, só os pais dela, mas ninguém segura um adolescente em conflitos.<br/>Dá para ver que a ideia de compor um trisal veio de um homem (o Cadé), o que não é novidade. Mas até que ficou bem montado, você acaba torcendo por eles, ou melhor, a conexão sozinha de Beth e Liz...
Terminar essa série dói; é um mix de emoções palpáveis. Ficarei com a lembrança de Beta e Liz. É um vazio que carregarei no peito, junto com a confusão dos figurantes, essa indecisão e atitudes dos mesmos.
Só assistem e sentem o peso dessa série, pois garanto que sentirá falta da beta.