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Vincent tem vinte anos e é um ator de sucesso, reconhecido e apreciado pelos críticos e pelo público. Tanto assim que lhe oferecem o papel do filme do ano: a biografia sobre a juventude de Charles de Gaulle. O problema é que, ao mesmo tempo, os pais de Vincent vão viver em Orléans e o forçam a ir morar sozinho. Este é o início de uma nova vida tão assustadora quanto solitária para ele. O filme segue seus primeiros passos de independência.
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Gostei muito. Tem um ar existencialista, típico dos filmes franceses. Consegue ser absolutamente intimista, sensível, engraçado e encantador.
Retrata com humor, as agruras da juventude atual, que tem o amadurecimento protelado, e de repente, é jogado no mundo tendo que crescer na marra, e as questões sobre o futuro, amadurecimento e mortalidade.
O filme parece que tem muito do Woody Allen tanto pelas dramas existencialistas, o personagem dramático e verborrágico, a forma que os diálogos são ditos, a preocupação com a morte.
Adorei. 10/10
#MyFrenchFilmFestival2018
Tem algo de real nisso?
Bom retrato do quão difícil pode ser a independência de um homem que até então vivia numa boa debaixo do teto dos pais, e vive sendo pressionado em um trabalho que exige não só seriedade, como também uma entrega da alma. Cercado ainda por amigos, casos e causos amorosos naquele belo cenário, a gente até se sente na pele do protagonista, pois quase tudo o que ele passa faz parte da vida. Aliás, que boa metáfora essa atribuída ao título...heheh
#MyFrenchFilmFestival2018