O filme é calmo, restrito, sem sensacionalismo, como esse estilo solene, A Loner cativa, o esboço idoso dos idosos que vivem sozinhos é uma história ligeiramente plana com um pouco de finesse. Não tão profundo, nem tão supérfluo. O filme é tão silencioso de fato e no último ato sofre um pouco sob o peso de uma mensagem contundente sobre a importância da piedade filial, onde falta na sociedade chinesa moderna. A história da idosa envolvido contra o vento do inverno em meio a efêmeras vermelhas em seu pátio arrumado, descendo um beco de fuligem dos lagos no centro da capital moderna, Wei está preso no tempo, assinalado pelo quase onipresente toque de um relógio. Junto com o relógio, o afago de seu cachorrinho trás a tona o descaso que muitas vezes passa despercebido em nossa sociedade em relação ao descaso com idosos. Outro ponto legal é sua cinematografia, o filme capta bem a estranha e excepcional qualidade das ruas de hutong de Pequim, onde os idosos sentam-se ao sol contra paredes cinzentas que abrigaram as famílias mais antigas da capital por gerações. Os pombos voam suas gaiolas, circulando sobre a cabeça, as couves de inverno se acumulam nas janelas, o apontador de faca chama de seu carrinho lento. Um busto cerâmico de Mao Zedong fica na mesa da sala de estar. Em suma, vale a pena assistir.
O filme é calmo, restrito, sem sensacionalismo, como esse estilo solene, A Loner cativa, o esboço idoso dos idosos que vivem sozinhos é uma história ligeiramente plana com um pouco de finesse. Não tão profundo, nem tão supérfluo. O filme é tão silencioso de fato e no último ato sofre um pouco sob o peso de uma mensagem contundente sobre a importância da piedade filial, onde falta na sociedade chinesa moderna.
A história da idosa envolvido contra o vento do inverno em meio a efêmeras vermelhas em seu pátio arrumado, descendo um beco de fuligem dos lagos no centro da capital moderna, Wei está preso no tempo, assinalado pelo quase onipresente toque de um relógio. Junto com o relógio, o afago de seu cachorrinho trás a tona o descaso que muitas vezes passa despercebido em nossa sociedade em relação ao descaso com idosos. Outro ponto legal é sua cinematografia, o filme capta bem a estranha e excepcional qualidade das ruas de hutong de Pequim, onde os idosos sentam-se ao sol contra paredes cinzentas que abrigaram as famílias mais antigas da capital por gerações. Os pombos voam suas gaiolas, circulando sobre a cabeça, as couves de inverno se acumulam nas janelas, o apontador de faca chama de seu carrinho lento. Um busto cerâmico de Mao Zedong fica na mesa da sala de estar. Em suma, vale a pena assistir.