Após uma série de assassinatos misteriosos, um homem descobre que sua mãe foi mordida por um vampiro enquanto estava grávida, e ele acredita que pode ser o vampiro que está cometendo os assassinatos.
Condemned to Live (condenado a assistir filmes que eu não queria pela minha falta de atenção, em tradução livre). A ideia era assistir A Marca do Vampiro, do Tod Browning, também de 1935. Aqui falamos de Frank R. Strayer, mesmo diretor de The Vampire Bat. Confesso que esse me manteve mais entretido durante os 67 minutos e apesar de também não ser nada extraordinário, me apresentou o primeiro vampiro simpático dos anos 30. Assim como o monstro de Frankenstein, condenado a barbáries que fogem do seu controle, você acaba sentindo certa pena do vampiro É curiosa a sustentabilidade dos filmes de baixo orçamento da época, já que tudo era reciclado: Enredo (Jekyll and Mr. Hyde); Figurinos e cenários (The Bride of Frankenstein); Trilha sonora (The Vampire Bat). Ah, os assistentes dos doutores malucos, eles tem o meu coração. Fiquei apaixonado pela devoção cega e bravura do Zan.
Uma obra bastante interessante e pouca conhecida que aborda o vampirismo de uma perspectiva diferente e incomum dado a época em que foi produzida. É um drama de um doutor atormentado, que me lembrou um pouco a história de "O Médico e o Monstro", que tenta ajudar a população supersticiosa de um vilarejo que supostamente está sendo atacado por uma criatura demoníaca, retratada na figura de um morcego. Aqui tem todos os elementos clássicos de um bom filme de terror da época, o doutor atormentado por uma estranha doença, seu ajudante corcunda que sofre perseguição, moças inocentes sendo assassinadas durante a noite, tendo só a luz das velas e orações como proteção e a tuba enfurecida no final querendo sangue. O final é bem pessimista, foi uma grata surpresa e recomendo para quem gosta de filmes antigos de terror.
Condemned to Live (condenado a assistir filmes que eu não queria pela minha falta de atenção, em tradução livre). A ideia era assistir A Marca do Vampiro, do Tod Browning, também de 1935. Aqui falamos de Frank R. Strayer, mesmo diretor de The Vampire Bat. Confesso que esse me manteve mais entretido durante os 67 minutos e apesar de também não ser nada extraordinário, me apresentou o primeiro vampiro simpático dos anos 30. Assim como o monstro de Frankenstein, condenado a barbáries que fogem do seu controle, você acaba sentindo certa pena do vampiro
É curiosa a sustentabilidade dos filmes de baixo orçamento da época, já que tudo era reciclado:
Enredo (Jekyll and Mr. Hyde);
Figurinos e cenários (The Bride of Frankenstein);
Trilha sonora (The Vampire Bat).
Ah, os assistentes dos doutores malucos, eles tem o meu coração. Fiquei apaixonado pela devoção cega e bravura do Zan.
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Malditos aldeões, sempre empunhando tochas e correndo atrás de quem não oferece risco algum. Fica difícil não torcer pros vilões.
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Uma obra bastante interessante e pouca conhecida que aborda o vampirismo de uma perspectiva diferente e incomum dado a época em que foi produzida. É um drama de um doutor atormentado, que me lembrou um pouco a história de "O Médico e o Monstro", que tenta ajudar a população supersticiosa de um vilarejo que supostamente está sendo atacado por uma criatura demoníaca, retratada na figura de um morcego. Aqui tem todos os elementos clássicos de um bom filme de terror da época, o doutor atormentado por uma estranha doença, seu ajudante corcunda que sofre perseguição, moças inocentes sendo assassinadas durante a noite, tendo só a luz das velas e orações como proteção e a tuba enfurecida no final querendo sangue. O final é bem pessimista, foi uma grata surpresa e recomendo para quem gosta de filmes antigos de terror.