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Pierre, um engenheiro parisiense, sobe nos Alpes para trabalhar. Irresistivelmente atraído pelo que o cerca, ele acampa sozinho no alto das montanhas e deixa para trás seu cotidiano. Lá, ele conhece Léa, chef de um restaurante alpino, enquanto brilhos misteriosos iluminam as montanhas.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Fotografia local maravilhosa.
Solitude autoconhecimento, descoberta. Uma busca por algo, por si mesmo, pelo que há de mais profundo e recôndito em si mesmo e na paisagem branca que com vagas pegadas se escreve. “Como o silêncio nos alpes sem ter vento” diz o verso de Dante na comédia que é como aqui uma jornada espiritual por íngremes caminhos como uma montanha: uma montanha mágica que resplandece no fulgor do mistério feito brasa vulcânica a incendiar essa fusão lírica de si . Quem poderá caminhar pela beleza desvelando o coração do desconhecido? Contemplação e segredo são motes do silêncio do ser.
Carece de unidade e não lida muito bem com a transição narrativa que faz. O elo entre o palpável e o subjetivo é um tanto falho. Bonitas imagens, mas não vai muito além, pro meu gosto.