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Duração
Tânia 17 anos, estudante, filha de família conservadora, entrega-se a Pedrinho, seu namorado, na garçonnière dele. Perde-se a virgindade, para o desespero dos pais, que descobrem tudo através da prima de Tânia, Wanda. Namora depois o fotógrafo de modas Oswaldo, mas a família exige o casamento com Pedrinho. Tudo arranjado, na hora da cerimonia aparece Oswaldo provando ter se casado com Tânia no civil três dias antes.
"Fernando Amaral merece atenção pelo esforço em driblar o arcabouço conformista da produção. Mas, que não se perca no provável sucesso de bilheteria que o filme obterá junto à mais ingrata facção de público, e; aquela contra que deveria dirigir sua artilharia.
Porque, do jeito que ficou, ele só atinge realmente os extremos do puritanismo conservador, e de modo inùtilmente radical. Resta, assim, chanchada grossa, às vezes desopilante, mas de digestão rápida. (R.M)" Crítica da época do lançamento do filme.
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- um filme a frente do seu tempo e surpreendentemente feminista
- na maneira que era possível ser na época, pelo menos
- fazendo piada dos bons costumes, do conservadorismo e da familia tradicional
- bons tempos das chanchadas, antes de virarem algo ainda melhor
Ah, os valores morais...
Adoro esse filme, um dos meus preferidos nacionais ! As cenas do Rio da década de 60 e a psicodelia sutilmente inserida já são o suficiente para fazer desse filme o símbolo de um estilo de "cinema carioca" que supera e muito, em termos de qualidade, os "filmes sociais sérios" que vemos da mesma época. Música de abertura é a espetacular "Janela de Ouro", do Egberto Gismonti". Adriana Prieto, nesse filme, mostra porque foi uma super atriz brasileira.
Muito bom!!!
Bobinho, bobinho, mas com um clima anos 70 tão divertido.
PS.: vi esse filme numa das madrugadas da Sessão Brasil da Globo (na época em que ela ainda exibia essas preciosidades)