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Documentário sobre a periferia de São Paulo, com Mano Brown e Trilha Sonora de Zé Gonzales e Daniel Ganjaman. O rapper Mano Brown, a educadora Dagmar Garroux e o escritor Ferréz convivem diariamente com as mazelas da periferia de São Paulo. Cada um a seu modo, trazem uma bagagem de experiências que merece reflexão. É o que faz o documentário “A Ponte”, produzido pelo Instituto Rukha.
O filme, de 42 minutos, mostra a situação da desigualdade social na Zona Sul de São Paulo por meio da figura de Dagmar Garroux, conhecida como Tia Dag. Ela é a fundadora da Casa do Zezinho. A entidade trabalha desde 1994 com o desenvolvimento de crianças e jovens. No início eram 07 “Zezinhos”, hoje a Casa conta com mais de 1200 crianças e jovens.
O filme pretende mobilizar a sociedade, mostrando que existe um caminho para a transformação. “Não é uma denúncia vazia. Optamos por mostrar que a realidade é muito dura, mas paralelamente mostramos a história da Tia Dag como uma possibilidade de mudança para a região”, afirma Luiz Alfaya, diretor-presidente do Instituto Rukha.
Para Roberto Oliveira, diretor do filme, “a idéia é abrir os olhos das pessoas”. Segundo ele, “o Brasil vive uma situação de guerra civil e as pessoas não se dão conta. Elas precisam se mexer e mudar a realidade.
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Muito bacana ver um projeto pensado com um proposito grandioso, ver tbm que os empresários podem sim ajudar a mudar a realidade da periferia. A narrativa do documentário é muito bem estruturada.
Suíça e Soweto se encontram separadas por um rio morto e "ligados" por uma ponte à la Berlim. Triste realidade
Tia Dag, a senhora é uma rainha, RAINHA!!!!
Lindo trabalho. Precisamos de mais casas do zezinho. De mais pessoas que acreditem em um futuro melhor através da educação.
É esse tipo de documentário que nos faz ver como a educação é transformadora nas vidas das pessoas. Basta uma oportunidade para que elas alavanque sua vida em busca de algo melhor.