Ao ficar de fora de uma montagem de “Entre Quatro Paredes”, de Jean Paul Sartre, o jovem e talentoso ator Teo decide fazer sua própria performance artística, a fim de provar que o inferno são os outros, máxima da obra de Sartre. Para tal, o rapaz enxerga nas redes sociais, uma ferramenta poderosa para manipular todo o grupo. Quando um dos integrantes da companhia comete suicídio, Teo percebe que seu plano fugira de seu controle.
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Um dos piores filmes que já vi na vida.
1h30 que eu preferiria ter passado me mutilando.
Alguma coisa no filme eu gostei, mas achei muito "conversa interna" dessa galerinha do teatro, adoro a segunda arte mas não tenho muita paciência pra gurizada nos bastidores rs
"“Eu sou um artista!” é uma das últimas frases pronunciadas por ele, espécie de gênio incompreendido da juventude ultraconectada, que se sacrifica em nome de uma verdade moral e estética. Outros toques conservadores aparecem aqui e acolá, como a delegacia de polícia decorada com recortes de jornal anti-Lula, e o fato que nenhuma outra possibilidade de criação artística é proposta além daquela abusiva, moralmente e sexualmente predatória. Os personagens que ferem e manipulam saem ilesos da trama, enquanto a policial federal se limita à inacreditável posição de ouvinte diante das declamações poéticas do protagonista. (Aliás, esta é a cena de interrogatório menos verossímil do audiovisual recente)."
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-272044/criticas-adorocinema/
Filme bem gaspar noé, o que implica que ficou ruinzinho e forçarão de barra
Uma surpresa maravilhosamente desconfortável que mostra a complexidade do ser humano em não se encaixar sempre como "bom" ou "mau".
O drama é gradativo, chegando ao ápice no último ato. O primeiro foca no lado cômico ao apresentar os personagens junto do drama mais leve, mas ao encaminhar para o segundo e o último, o clima fica mais pesado. Cada um dos personagens tem suas boas e más qualidades, ligando bem com a frase do protagonista que é algo assim: "O mais amável dos homens é capaz de fazer o mais despresível dos atos".
O ponto negativo para mim fica nas cenas do interrogatório (?) policial. É pouco verossímil, a personagem policial toma a forma passiva de ouvinte e isso parece ter sido feito para se fazer acreditar que o protagonista é misterioso, dono daquele jogo etc, mas acaba deixando ele parecer um artista presunçoso forçado. O bom é que ele fica melhor nas cenas que mostram o desenrolar dos terríveis acontecimentos dos bastidores da peça, o que é a maior parte. Enquanto as cenas do interrogatório não são muito boas intercalando com o filme, as cenas em que eles ensaiam, maquiados ao fundo branco, faz ótimas passagens entre cenas/atos.
Muito bom! Uma pena não ter muita gente indo assistir ao filme nos cinemas. A sessão que fui estava literalmente vazia. Mais uma prova de que boa bilheteria não é sinônimo de qualidade. Assisti no ótimo Projeta às 7 do Cinemark.
Sinceramente, não sei o que dizer desse filme, expectativa é uma droga. Faz bastante tempo que li sobre a obra de Sartre que esperava outra coisa. Acredito que precisarei estudar mais e rever o filme para dar um parecer melhor.