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Um general inglês, pouco antes do fim da Primeira Guerra, ainda é um incansável conquistador, prejudicado pelo casamento com uma mulher inválida e chata e duas filhas. Há 17 anos ele mantém um relação platônica com uma francesa, mas ela vem ao castelo disposta a resolver a questão.
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A premissa tem tudo para ser bia, mas acredito que as piadas envelheceram mal, o humor e baseado em um moralismo da sua época, não fazendo tanto sentido e perdendo força cômica nos dias de hoje
Produção inglesa indicada ao BAFTA de melhor roteiro britânico, que foi baseada na peça homônima de Jean Anouilh (1910-1987), com a locação alterada da França para a Inglaterra. É uma estória melancólica, que tem comédia, drama e tragédia. Logicamente, não está dentre os melhores filmes de Peter Sellers (1925-1980) mas, mesmo assim, tem bons momentos e merece ser descoberto, pois não é um filme tão conhecido do ator. A atriz francesa que faz par com ele, Dany Robin (1927-1995), morreu tragicamente num incêndio em seu apartamento.
Os nomes de muitos dos personagens foram alterados para esta versão cinematográfica da peça. A produção original da Broadway de "The Waltz of the Toreadors", de Jean Anouilh, estreou no Coronet Theatre, em Nova York, em 17 de janeiro de 1957, teve 132 apresentações e foi indicada ao Tony Award de 1957 como melhor peça.
Um general meritório, Leo Fitzjohn, acabou de se aposentar com todas as honras do corpo, rígido e barrigudo. Agora, após se tornar um general reformado do Exército britânico, continua mulherengo, hábil e diabólico com moças mais jovens. Sua carreira militar tem sido tão invejável que ele está se preparando para escrever um livro de memórias. O problema é que sua vida pessoal não é tão exemplar quanto sua carreira militar, pois sua esposa, Emily Fitzjohn, que sofreu todos os tipos de calamidades, pode ser sua culpa. Ele tenta trocar sua mulher inválida por uma amante francesa, Ghislaine. Peter Sellers dá um show, bêbado, numa Corte Marcial, perseguindo empregadas, discutindo com a esposa ou aceitando que é um fracassado.
Tem cenário, figurino, atores e uma premissa boa. Mas o roteiro, as piadas... Muito fraco.
É um filme um tanto forçado em seu enredo satírico-operístico, mas a qualidade dos atores envolvidos (Peter Sellers = risadas garantidas SEMPRE) e a direção segura do John Guillermin compensam os erros e atropelos eventuais... (WPC>)