Jan (Charles Busch), um enfermeiro dinamarquês, assume um novo trabalho com a Sra. A (Polly Bergen), uma doente terminal que educa o neto orfão de 13 anos em Manhattan, Gil (P. J. Verhoest). Jan e suas reservadas emoções acabam se tornando mentor de Gil no seu preparo para ir viver na Flórida com seus primos depois da morte da avó. Uma profunda amizade cresce entre estas duas pessoas solitárias. Até o fim do verão, Gil desenvolve uma nova maturidade e independência, enquanto o enigmático Jan revela sua própria vulnerabilidade.
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Começa bastante chato, ganha fôlego pela metade, mas tem um final sem nenhum impacto.
Dirigido, escrito e protagonizado por Charles Busch, A VERY SERIOUS PERSON é um roteiro delicado, mas cheio de clichês. A composição de Gil e sua personalidade divertida aparentam ser um eco autobiográfico de Busch. Neto de uma idosa doente, o garoto se aproxima do enfermeiro (Charles Busch) responsável pelos cuidados de Mrs. A e, em outras palavras, o elemento que desenvolve o discurso homossexual no enredo. Gil é apaixonado por cinema clássico e sua natureza frágil assusta a avó.
O diálogo sobre aceitação é aí engendrado na forma (mais provinciana possível) de um confronto entre as idéias da "pessoa muito séria" e do cabeleireiro espetaculoso. Apesar dos clichês, o uso dramático e sonoro neste filme de Busch é promissor e se revela uma honesta expressão, mesmo que pouco identificável.