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Como protegido de Eric Rohmer, Jean-Claude Brisseau procurou, desde o início de sua carreira, explorar as questões sócio-culturais de uma forma frontal, inabalável, que nunca se esquivou de informações sensíveis ou desconfortáveis. Brisseau estreia no profissionalismo em 1978 com “La vie comme ça”, filmado em 16 milímetros para a televisão francesa. Topicamente ele mergulha nos direitos das mulheres e questões do trabalho. Maria-Luisa Garcia estrela como Agnes Tessier, uma jovem que deixa a escola para trabalhar em uma empresa. Uma vez lá, ela enfrenta insalubres condições de trabalho, assédio sexual, e empregadores desagradáveis.
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é o segundo filme do Brisseau que eu começo achando que vou me entreter com as histórias que vão e voltam, como nos de Rohmer e dou de cara no chão. o desapontamento nesse aqui não é pelo filme, é pela vida mesmo.
Cada um daqueles personagens (com a exceção do porteiro e uma colega de trabalho): Florence, pai da Florence, vizinhos, patrões e colegas de trabalho...
...empurram a Agnes em direção a morte. Cúmplices dos bandidos do apartamento
Quem discordar que tente mudar a minha opinião, ou como os descolados gostam de dizer: "change my mind".
Obs: uma boa parte da trupe constante do diretor Eric Rohmer está nesse filme
impressionado com o percurso brutal deste filme. Eu realmente ri em vários momentos, mas era sempre um riso nervoso. Quando o fim vai se aproximando, o humor vai acabando e fica um aperto no coração... mas nada nos prepara para a cena final.
Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso.
Equipe Filmow.comQuando esse filme terminou, eu não sabia se ficava feliz ou chorava, sabem por que?
Terminei toda a filmografia do cineasta Jean Claude Brisseau.
Simplesmente magnífica, já estou com saudade. Foi um prazer conhecer as obras primas desse diretor. Amei e vivi a cada filme desse dele com muita intensidade.
Este foi o último, espero que ele faça mais algum, vou sentir falta, já fazia parte da minha vida.
A Vida como ela é, é assim mesmo, intrigas, assédios, violência, decepções, que drama!!!
Nas mãos de Brisseau, tudo vira uma grande arte.
Palmas, nota mil!!!