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Esta é a encantadora versão cinematográfica da obra A conta bancária da mamãe / Mama's bank account, de Kathryn Forbes. Irene Dunne é o personagem central, "Mamãe", em atuação considerada pela crítica e pelo público como a melhor de sua brilhante carreira. O filme é narrado pela filha Katrin (Barbara Bel Gedes) que recorda a luta cotidiana de sua família para vencer na vida, na virada do século XX, em São Francisco. "Mamãe" tenta manter a casa em ordem e a família com os pés no chão, porém a tarefa não é fácil com um sortimento adicional de parentes excêntricos, pensionistas e amigos - incluindo Tio Chris (Oscar Homolka), Sr. Hyde (Cédric Hardwicke), Dr. Johnson (Rudy Vallee), Sr. Thorkelson (Edgar Bergen).
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Irene Dunne, linda! Maravilhosa!
Chorei muito no final. Que filme lindo! 😭
A vida de um sonho é um trabalho tão grandioso de Stevens que merece ser descoberto. É verdade que tecnicamente é inferior ao seu “Um lugar ao sol”. Mais tenho cá a sensação de que irei rever esse muitas mais vezes. Prefiro esse (como preferia “Original Pecado”) a sua obra mais perfeita. As vezes temos de nos deixar levar pelo coração, sobretudo quando a razão não é agredida..
Drama familiar nostálgico indicado a 5 categorias no Oscar: melhor atriz, Irene Dunne (1898-1990), melhor ator coadjuvante, Oscar Homolka (1898-1978), melhor atriz coadjuvante, Barbara Bel Geddes (1922-2005), melhor atriz coadjuvante, Ellen Corby (1911-1999), e melhor fotografia em preto e branco; no Globo de Ouro, venceu o de melhor atriz coadjuvante, Ellen Corby. Baseado na auto-biografia da escritora Kathryn Forbes (1908-1966), o filme, de certa forma, evoca e quase duplica o clássico As quatro irmãs (33), com todo seu interesse humano, generosidade e a singular atração por uma era que já se foi. Os problemas de uma família norueguesa vivendo em São Francisco, Califórnia, no começo do século. A história é contada pela filha mais velha, Katrin, que convive com seu pacato pai, Papa, com o nervoso mas de bom coração tio Chris, e com três tias excêntricas, duas irmãs e um irmão. Presentes também, um gentil coveiro e um ator canastrão que sempre atrasa o aluguel. Uma série de TV, inspirada pelo filme e intitulada simplesmente "Mama", foi produzida pela CBS entre 1949 e 1957, com um elenco capitaneado por Peggy Wood.
Bem emocionante e comovente a cena em que a filha caçula é internada no hospital e, depois de alguns dias, retorna para casa e reencontra seu gato muito doente, do qual seus pais incrédulos até pensam em sacrificá-lo. Mas passa algumas horas e o bichano se recupera e alegra a menina e a todos na casa.
Gostei muitíssimo do filme e me surpreendi com a sua qualidade, mesmo forçando a barra no melodrama em alguns momentos(algo que já esperava), o filme não decaí em momento algum e o espectador consegue se emocionar com os dramas do filme. Mas não tem como negar que o ponto alto do filme são as atuações, Irene Dunne encanta no papel clássico que seria depois interpretado por outras atrizes como Peggy Wood e Liv Ullmann, além dos coadjuvantes que roubam a cena, como Ellen Corby e Oskar Homolka.