Em 6 de outubro de 2012, aproximadamente à meia-noite, o banqueiro suíço Michel Yagchi cometeu suicídio no porão de sua casa em Genebra. Naquele momento, toda sua família estava fora do país, viajando para Bruxelas para a formatura do filho mais velho dele, Yvann. Três anos depois, Yvann decide investigar o misterioso suicídio do pai, confrontando a família, os amigos e os colegas de Michel.
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Yvann, o diretor, tenta buscar explicações para o suicídio do pai, mas, no fim, acho que acaba descobrindo coisas que nem esperava.
Por algumas coisas que o próprio Yvann comentava ao longo do filme, me pareceu que ele e o pai não eram próximos e o fato de ele não saber exatamente o que motivou a morte do pai não fazia muita diferença para ele, no entanto, talvez motivado pela curiosidade, ele foi atrás de respostas. Tive a impressão de que ele queria mais saber quem fazia as chantagens do que descobrir por que o pai não conseguiu continuar neste mundo. É um pouco bizarro se for pensar bem. Por outro lado, de concreto, ele descobriu que o pai traía a mãe direto e que ele tem um meio-irmão alemão. De boatos/ dúvidas, talvez o pai fosse sadomasoquista, talvez seu suicídio teve a ver com trabalho (o pai era banqueiro e tinha uma empresa muito famosa na Suíça), talvez tenha feito algo terrível para ser vítima de chantagem? Só o pai tinha respostas.
O diretor comentou no fim da sessão do dia 22/10/2017, na Mostra de Cinema de SP, que o lado positivo de fazer esse filme foi se aproximar mais da família, descobrir a força que os familiares têm de enfrentar situações difíceis.